{"id":8313,"date":"2020-09-14T07:30:37","date_gmt":"2020-09-14T12:30:37","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=8313"},"modified":"2020-09-14T08:05:13","modified_gmt":"2020-09-14T13:05:13","slug":"whats-new-in-msk-imaging-portuguese-september-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-msk-imaging-portuguese-september-2020\/","title":{"rendered":"What&#8217;s new in MSK Imaging (Portuguese) &#8211; September 2020"},"content":{"rendered":"<p>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Cz0RiyFM_Qw[\/embedyt]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Incid\u00eancia e indicadores de cirurgia subsequente ap\u00f3s reconstru\u00e7\u00e3o do ligamento cruzado anterior: Um estudo de 6 anos de acompanhamento<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>MOON Knee Group Investigation performed at Vanderbilt University Medical Center, Nashville, Tennessee, USA<\/p>\n<p><em>American Journal of Sports Medicine<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>As causas para uma nova cirurgia ap\u00f3s reconstru\u00e7\u00e3o do ligamento cruzado anterior (LCA) variam, no entanto, os fatores de risco para esses procedimentos cir\u00fargicos n\u00e3o s\u00e3o bem descritos. Se fatores cl\u00ednicos ou cir\u00fargicos forem associados \u00e0 necessidade de nova cirurgia, pacientes e m\u00e9dicos podem ter um entendimento mais preciso do progn\u00f3stico e de fatores modific\u00e1veis que influenciam o risco.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>Fatores cl\u00ednicos e cir\u00fargicos impactam a taxa de nova cirurgia ap\u00f3s reconstru\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria do LCA? Qual a incid\u00eancia e os tipos de cirurgia subsequente que ocorreram em um coorte de pacientes ap\u00f3s reconstru\u00e7\u00e3o index do LCA? Quais vari\u00e1veis foram associadas \u00e0 incid\u00eancia de cirurgia subsequente \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o do LCA?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Estudo prospectivo de coorte.<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong><\/p>\n<p>Pacientes em 7 locais, submetidos \u00e0 revis\u00e3o ou reconstru\u00e7\u00e3o unilateral prim\u00e1ria do LCA entre 2002 e 2008. Les\u00f5es multiligamentares inclu\u00eddas.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rio de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Reconstru\u00e7\u00e3o bilateral simult\u00e2nea do LCA.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todo<\/strong><\/p>\n<p>Pacientes completaram um question\u00e1rio antes da cirurgia index do LCA e foram acompanhados entre 2 e 6 anos. Os pacientes foram contatados para determinar se foram submetidos \u00e0 cirurgia adicional desde o in\u00edcio do estudo. Foram obtidos relat\u00f3rios cir\u00fargicos e todos os procedimentos cir\u00fargicos foram categorizados e registrados. Modelos de regress\u00e3o log\u00edstica foram constru\u00eddos para prever quais vari\u00e1veis demogr\u00e1ficas e cir\u00fargicas do paciente estavam associadas \u00e0 incid\u00eancia de cirurgia subsequente \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o index do LCA.<\/p>\n<p><strong>Resultados <\/strong><\/p>\n<p>O coorte consistiu em 3276 pacientes (56,3% homens) de idade m\u00e9dia de 23 anos. Um acompanhamento de 6 anos foi obtido em 91,5% (2999\/3276) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 informa\u00e7\u00e3o sobre incid\u00eancia e frequ\u00eancia de cirurgia subsequente. Ao todo, 20,4% (612\/2999) do coorte reportou ser submetido a, no m\u00ednimo, uma cirurgia subsequente no joelho ipsilateral 6 anos ap\u00f3s o procedimento prim\u00e1rio.<\/p>\n<p>Reconstru\u00e7\u00e3o do LCA: Os procedimentos cir\u00fargicos subsequentes mais comuns foram relacionados ao menisco (11,9%), \u00e0 revis\u00e3o da reconstru\u00e7\u00e3o do LCA (7,5%), \u00e0 perda de movimento (7,8%) e \u00e0 cartilagem articular (6,7%). Fatores de risco significativos para ocorr\u00eancia de cirurgia subsequente relacionada ao menisco foram a realiza\u00e7\u00e3o de reparo meniscal na cirurgia prim\u00e1ria, reconstru\u00e7\u00e3o utilizando autoenxerto isquiotibial ou autoenxerto, alto n\u00edvel de atividade basal de Marx, menor idade e interrup\u00e7\u00e3o do tabagismo. Preditores significativos de cirurgia subsequente envolvendo a cartilagem articular incluem alto \u00edndice de massa corporal, n\u00edvel alto de atividade Marx, reconstru\u00e7\u00e3o utilizando autoenxerto isquiotibial ou autoenxerto, reparo meniscal durante a cirurgia prim\u00e1ria ou les\u00e3o da cartilagem articular de grau 3\/4 classificada no momento da reconstru\u00e7\u00e3o do LCA. Os fatores de risco relacionados \u00e0 cirurgia subsequente por perda de movimento incluem menor idade, sexo feminino, baseline baixo no escore KOOS (Knee injury and Osteoarthritis Outcome Score) e reconstru\u00e7\u00e3o com aloenxerto de tecido mole.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pacientes mais jovens, pacientes do sexo feminino, baseline baixo no escore KOOS e reconstru\u00e7\u00e3o com aloenxerto de tecido mole podem ser fatores de risco que predisp\u00f5em pacientes \u00e0 nova cirurgia ap\u00f3s reconstru\u00e7\u00e3o do LCA.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1177\/0363546520935867\">https:\/\/doi.org\/10.1177\/0363546520935867<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios do editor s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p>Esse estudo \u00e9 um trabalho importante com grande n\u00famero de pacientes e preenche algumas lacunas sobre o conhecimento de cirurgias de revis\u00e3o do LCA. No entanto, apresenta as limita\u00e7\u00f5es de qualquer estudo retrospectivo com vi\u00e9s de mem\u00f3ria. Outros fatores \u00f3bvios de confus\u00e3o incluem novas les\u00f5es, atividade do paciente, instabilidade do joelho, necessidade ou insatisfa\u00e7\u00e3o do paciente com a cirurgia prim\u00e1ria e status do seguro privado.<\/p>\n<p><strong>Mensagens para estudantes de radiologia <\/strong><\/p>\n<p>Em exames de RM para an\u00e1lise p\u00f3s-operat\u00f3ria do LCA, \u00e9 importante prestar aten\u00e7\u00e3o aos seguintes itens que podem impactar revis\u00f5es futuras do enxerto deste ligamento.<\/p>\n<ul>\n<li>Reparo meniscal medial<\/li>\n<li>Les\u00e3o da cartilagem (particularmente graus 3\/4)<\/li>\n<li>Locais de reparo da cartilagem<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Caracter\u00edsticas do doador do aloenxerto influenciam significativamente a ruptura do enxerto ap\u00f3s reconstru\u00e7\u00e3o do ligamento cruzado anterior na popula\u00e7\u00e3o jovem e ativa<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Sarah Shumborski, BSc, MD, Lucy J. Salmony BAppSci (Physio), PhD, Claire Monk, BAppSci (ExPhys), Emma Heath, MPhty, Justin P. Roe MBBS, and Leo A. Pinczewski, AM, MBBS<\/p>\n<p><em>American Journal of Sports Medicine<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto <\/strong><\/p>\n<p>A sele\u00e7\u00e3o do enxerto na cirurgia de ligamento cruzado anterior (LCA) pode ser dif\u00edcil na popula\u00e7\u00e3o jovem e ativa devido \u00e0s altas taxas de nova les\u00e3o. Os aloenxertos permitem o controle sobre o tamanho do enxerto e reduzem a morbidade relacionada \u00e0 coleta de autoenxertos. H\u00e1 resultados variados sobre o uso de aloenxertos na literatura, no entanto, a influ\u00eancia das propriedades do aloenxerto nos resultados n\u00e3o foi considerada.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>A reconstru\u00e7\u00e3o do LCA com aloenxerto de doadores mais velhos tem maior taxa de ruptura quando comparada ao aloenxerto de doadores mais novos?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Estudo prospectivo de coorte.<\/p>\n<p><strong>Participantes <\/strong><\/p>\n<p>Pacientes (N=211) com idades entre 13 e 25 que foram submetidos \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria do LCA com aloenxerto fresco congelado n\u00e3o irradiado ao longo de 3,5 anos.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rio de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pacientes com mais de 25 anos, com les\u00e3o ligamentar adicional significativa no joelho, com hist\u00f3ria de les\u00e3o pr\u00e9via do ligamento cruzado anterior de qualquer joelho ou buscando compensa\u00e7\u00e3o por sua les\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>Foram usados quatro tipos de aloenxertos: tend\u00e3o patelar, tend\u00e3o de Aquiles, m\u00fasculo tibial anterior e m\u00fasculo tibial posterior. Foram coletados detalhes sobre a idade e sexo do doador. Ap\u00f3s um m\u00ednimo de 24 meses, os pacientes foram avaliados quanto \u00e0 presen\u00e7a de les\u00f5es adicionais e quanto \u00e0 an\u00e1lise subjetiva do question\u00e1rio do Comit\u00ea de Documenta\u00e7\u00e3o Internacional do Joelho (IKDC). A compara\u00e7\u00e3o de vari\u00e1veis entre os grupos foi analisada com o teste qui-quadrado (x\u00b2) para dados categ\u00f3ricos e teste t de Student para a compara\u00e7\u00e3o das vari\u00e1veis cont\u00ednuas.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>A ruptura do enxerto do LCA ocorreu em 23,5% dos casos. Quando os enxertos foram separados em banda \u00fanica (tend\u00e3o patelar e de Aquiles) e m\u00faltiplos bandas (m\u00fasculo tibial anterior e tibial posterior) houve um \u00edndice significativamente maior de novas les\u00f5es nos enxertos de banda \u00fanica (29,9% contra 11%; P=.014). Os enxertos de doadores do sexo feminino com idade \u226550 anos tiveram taxas significativamente maiores de rompimento do enxerto do LCA (52,6%; P=.003) com chances 6,7 vezes maior quando comparadas aos enxertos de doadores do sexo masculino com idade &lt;50 anos. N\u00e3o houve diferen\u00e7a significativa nas pontua\u00e7\u00f5es m\u00e9dias do formul\u00e1rio de avalia\u00e7\u00e3o subjetiva do joelho entre os grupos baseados na idade e sexo do doador do aloenxerto.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>A idade e sexo do doador do aloenxerto e a morfologia do enxerto influenciam significativamente a taxa de ruptura do enxerto do LCA em pacientes jovens e ativos. Tend\u00f5es de doadores do sexo feminino com idade \u226550 anos apresentam taxas mais altas de nova ruptura quando comparados com doadores do sexo masculino de qualquer idade e do sexo feminino mais jovens.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1177\/0363546520938777\">https:\/\/doi.org\/10.1177\/0363546520938777<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios do editor s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p>N\u00f3s parabenizamos os autores deste importante trabalho. Apesar de existir quatro categorias de aloenxertos, o que torna os n\u00fameros pequenos em diferentes grupos, o estudo traz alguns pontos importantes. Teria sido ainda melhor se as taxas de falha tamb\u00e9m fossem controladas para outros fatores de confus\u00e3o como n\u00edvel de atividade do paciente, causa da nova les\u00e3o, IMC, diabetes, tabagismo, entre outros.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes de radiologia <\/strong><\/p>\n<p>Em exames de RM para avalia\u00e7\u00e3o p\u00f3s-operat\u00f3ria do LCA, \u00e9 importante estar atento aos seguintes pontos:<\/p>\n<ul>\n<li>Local de retirada do enxerto da patela = enxerto osso-tend\u00e3o-osso. Esse \u00e9 um enxerto de banda \u00fanica.<\/li>\n<li>Cicatriz no quadr\u00edceps e m\u00fasculos isquiotibiais = pense na retirada do enxerto nesses locais = enxerto de m\u00faltiplas bandas.<\/li>\n<li>Maior chance de ruptura em enxertos de banda \u00fanica.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Avalia\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas da tr\u00f3clea femoral em imagem transversal antes da trocleoplastia: Classifica\u00e7\u00e3o de Dejour versus medi\u00e7\u00e3o quantitativa<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Nicholas C. Nacey, Michael G. Fox, Barrett N. Luce, Dustin M. Boatman, and David R. Diduch<\/p>\n<p><em>American Journal of Roentgenology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto <\/strong><\/p>\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o de Dejour para displasia troclear \u00e9 uma avalia\u00e7\u00e3o qualitativa de displasia da tr\u00f3clea. Esse estudo avaliou o uso de imagem transversal para relacionar a avalia\u00e7\u00e3o qualitativa e quantitativa da displasia troclear.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>A imagem transversal pode categorizar de maneira confi\u00e1vel, qualitativa e quantitativa a displasia da tr\u00f3clea como baixo grau (tipo A) ou alto grau (tipos B-D) de acordo com a classifica\u00e7\u00e3o de Dejour com boa confiabilidade entre avaliadores?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Estudo retrospectivo<\/p>\n<p><strong>Participantes <\/strong><\/p>\n<p>Pacientes submetidos \u00e0 TC ou RM antes da trocleoplastia em um per\u00edodo de 9 anos.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rio de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nenhum paciente foi exclu\u00eddo.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>Um estudo retrospectivo de TC e RM do joelho antes da trocleoplastia foi realizado de forma independente por dois radiologistas muscoloesquel\u00e9ticos. Cada caso de displasia da tr\u00f3clea foi classificado qualitativamente pela categoria de Dejour. Posteriormente foram realizadas medidas quantitativas do \u00e2ngulo do sulco, dist\u00e2ncia do tub\u00e9rculo da t\u00edbia ao sulco da tr\u00f3clea, profundidade da tr\u00f3clea, inclina\u00e7\u00e3o lateral da tr\u00f3clea, assimetria da faceta troclear e grau de lateraliza\u00e7\u00e3o da tr\u00f3clea. Os dados quantitativos foram analisados a partir das medidas m\u00e9dias dos dois radiologistas para todos os par\u00e2metros, exceto assimetria da faceta troclear, na qual a presen\u00e7a de assimetria foi analisada de forma bin\u00e1ria como presente ou ausente e o percentual de joelhos com assimetria foi registrado. A an\u00e1lise univariada foi utilizada para comparar os valores m\u00e9dios das diferentes categorais de Dejour.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>Foram inclu\u00eddos 35 pacientes (29 mulheres e 6 homens, com idade m\u00e9dia de 21,1 anos) com um total de 39 joelhos afetados (17 joelhos direitos e 22 joelhos esquerdos). Os leitores apresentaram concord\u00e2ncia qualitativa exata a partir da classifica\u00e7\u00e3o de Dejour em 30 de 39 joelhos (77% [k=0,77; 95% CI, 0,62-0,91]) e concord\u00e2ncia na classifica\u00e7\u00e3o de baixo grau e alto grau de displasia em 36 dos 39 joelhos (92%). Nesses 36 joelhos, a diferen\u00e7a m\u00e9dia nas medidas de displasia de baixo e alto grau foi, respectivamente, no \u00e2ngulo do sulco, 153\u00b0 para 168\u00b0 (p&lt;0,001); na profundidade da tr\u00f3clea, 4 vs 1 mm (p&lt;0,001); na inclina\u00e7\u00e3o lateral da tr\u00f3clea, 12 vs 7 mm (p&lt;0,02); e na redu\u00e7\u00e3o da assimetria da faceta troclear, 13% vs 92% (p&lt;0,001). Profundidade troclear, inclina\u00e7\u00e3o lateral da tr\u00f3clea e assimetria da faceta troclear tamb\u00e9m foram diferentes em joelhos com classifica\u00e7\u00e3o de Dejour para displasia da tr\u00f3clea tipo B e C, em compara\u00e7\u00e3o com aquelas tipo B e D (todos p&lt;0,05). Nenhuma medida quantitativa diferenciou a displasia troclear do tipo C e D. A dist\u00e2ncia do tub\u00e9rculo da t\u00edbia para o sulco da tr\u00f3clea e o grau de lateraliza\u00e7\u00e3o da patela n\u00e3o foram estatisticamente diferentes em displasia de baixo e alto grau.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>O uso qualitativo da classifica\u00e7\u00e3o de Dejour categoriza com precis\u00e3o a displasia troclear como de alto ou baixo grau em 92% dos casos, com concord\u00e2ncia exata alcan\u00e7ada em 77% dos casos. Al\u00e9m disso, a profundidade da tr\u00f3clea, a inclina\u00e7\u00e3o lateral da tr\u00f3clea, a assimetria da faceta troclear e o \u00e2ngulo do sulco podem diferenciar displasias de baixo e alto grau. A profundidade da tr\u00f3clea, a inclina\u00e7\u00e3o lateral da tr\u00f3clea, e a assimetria da faceta troclear s\u00e3o \u00fateis para diferenciar, atrav\u00e9s da classifica\u00e7\u00e3o de Dejour, os tipos B e C de B e D.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/ajr.19.22400\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/ajr.19.22400<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios do editor s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p>Esse \u00e9 um estudo interessante com boas imagens e ilustra\u00e7\u00f5es de medidas. No entanto, a classifica\u00e7\u00e3o das displasias de baixo e alto grau parece artificial, com pouca relev\u00e2ncia cl\u00ednica e precis\u00e3o, tendo sido descrita sem um padr\u00e3o de refer\u00eancia ou casos verdadeiramente negativos no coorte. A demonstra\u00e7\u00e3o da confiabilidade entre os avaliadores contribui para o conjunto de conhecimento.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes de radiologia <\/strong><\/p>\n<p>Quando voc\u00ea revisa TC ou RM do joelho para displasia, esteja familiarizado com a classifica\u00e7\u00e3o de Dejour para displasia. Grau mais alto = prov\u00e1veis candidatos para a trocleoplastia.<\/p>\n<p>Tipo A: tr\u00f3clea rasa (\u00e2ngulo do sulco &gt; 145\u00b0)<\/p>\n<p>Tipo B: tr\u00f3clea plana ou rasa com espor\u00e3o supratroclear ou \u201dbump\u201d proeminente ou projetado anteriormente ao eixo femoral.<\/p>\n<p>Tipo C: faceta troclear achatada com faceta lateral convexa e faceta medial hipopl\u00e1sica.<\/p>\n<p>Tipo D: tr\u00f3clea achatada com uma fenda vertical (\u201cCliff\u201d) no lado medial adjacente a um espor\u00e3o supratroclear projetado.<\/p>\n<ul>\n<li>Realize medi\u00e7\u00f5es 3 cm proximais \u00e0 interlinha articular femorotibial, que vai corresponder \u00e0 cicatriz fis\u00e1ria medial do f\u00eamur.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Espectro de achados em imagens de resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas em pacientes transplantados com mieloma m\u00faltiplo e dor no quadril\/ pelve (de acordo com o MY-RADS): Experi\u00eancia de centro \u00fanico<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Federica Rosi, Lorenzo Torri, Alida Dominietto, Alberto Stefano Tagliafico<\/p>\n<p><em>European Journal of Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto <\/strong><\/p>\n<p>Relat\u00f3rios padronizados de mieloma m\u00faltiplo foram desenvolvidos com o sistema de avalia\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico de resposta ao mieloma (MY-RADS). Esse estudo aplica esse crit\u00e9rio em pacientes p\u00f3s transplante em cen\u00e1rio de dor, para identificar padr\u00f5es de envolvimento e relacionar com causas de dor\/ par\u00e2metros cl\u00ednicos.<\/p>\n<p><strong>Perguntas<\/strong><\/p>\n<p>Qual \u00e9 o espectro de achados esperados na RM em pacientes transplantados com mieloma m\u00faltiplo (MM) com dor no quadril\/ pelve? Achados espec\u00edficos na RM est\u00e3o relacionados a desfechos cl\u00ednicos espec\u00edficos?<\/p>\n<p><strong>Estudo <\/strong><\/p>\n<p>Estudo retrospectivo<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong><\/p>\n<p>Foram inclu\u00eddos 54 pacientes consecutivos com MM, em status p\u00f3s transplante de medula \u00f3ssea que foram submetidos \u00e0 RM para avali\u00e7\u00e3o de dor no quadril\/pelve de janeiro 2017 a dezembro 2019.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rio de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Estudos com imagens imprecisas devido \u00e0 presen\u00e7a de artefatos, pacientes afetados por outras neoplasias conhecidas e pacientes com dores em outras regi\u00f5es foram exclu\u00eddos do estudo.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>Foi realizada interpreta\u00e7\u00e3o retrospectiva dos achados de RM, de 54 pacientes com quadro de dor no quadril\/pelve, de acordo com as diretrizes do MY-RADS. Achados na RM inclu\u00edram: tipo de envolvimento da medula \u00f3ssea e achados incidentais (osteonecrose e fraturas). A concord\u00e2ncia inter- e intra-leitor foram calculadas usando o coeficiente kappa de Cohen. As taxas de sobreviv\u00eancia e recidiva, tipo de transplante e dias de hospitaliza\u00e7\u00e3o foram correlacionadas com os achados de RM.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>1\/52 dos pacientes apresentou padr\u00e3o de medula \u00f3ssea normal, 20\/52 apresentaram padr\u00e3o focal, 26\/52 padr\u00e3o difuso e 15\/52, padr\u00e3o misto baseado nas descri\u00e7\u00f5es do MY-RADS. Nenhum caso de padr\u00e3o micronodular foi reportado. Dentre os achados incidentais, foram observados n=6 para osteonecrose e n=5 para fraturas patol\u00f3gicas naqueles com maior tempo m\u00e9dio de interna\u00e7\u00e3o. A concord\u00e2ncia intra- e inter-leitor na avalia\u00e7\u00e3o do MY-RADS foi boa (valor de k entre 0,61-0,8). O padr\u00e3o focal foi melhor representado em pacientes com osteonecrose e pior taxa de sobreviv\u00eancia. O padr\u00e3o difuso foi melhor representado nos casos de recidiva. Nenhuma correla\u00e7\u00e3o estat\u00edstica significativa entre padr\u00e3o de infiltra\u00e7\u00e3o da medula \u00f3ssea e tipo de transplante foi identificada.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>A RM pode reconhecer diferentes tipos de padr\u00e3o de infiltra\u00e7\u00e3o e complica\u00e7\u00f5es em pacientes com MM transplantados com dor no quadril\/ pelve, sendo \u00fatil tamb\u00e9m na correla\u00e7\u00e3o entre as causas da dor e os par\u00e2metros cl\u00ednicos.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109154\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109154<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios do editor s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p>Agradecemos por esse estudo interessante. Ele confirma que a RM possui um papel importante na vigil\u00e2ncia do MM antes e ap\u00f3s o transplante de medula. A TC de corpo inteiro est\u00e1 se tornando mais popular nessa \u00e1rea, mas a RM apresenta melhor custo-benef\u00edcio, sendo provavelmente um melhor m\u00e9todo para acompanhar esses pacientes.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes de radiologia\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>Esteja familiarizado com os componentes do MYRADS. Observe a tabela abaixo.<\/p>\n<p>Messiou, Christina, et al. &#8220;Guidelines for acquisition, interpretation, and reporting of whole-body MRI in myeloma: myeloma response assessment and diagnosis system (MY-RADS).&#8221;\u00a0<em>Radiology<\/em>\u00a0291.1 (2019): 5-13.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>A diferencia\u00e7\u00e3o entre cisto \u00f3sseo aneurism\u00e1tico e osteosarcoma telangiect\u00e1sico: um estudo cl\u00ednico, radiogr\u00e1fico e de RM<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Umme Sara Zishan, Ian Pressney, Michael Khoo &amp; Asif Saifuddin<\/p>\n<p><em>Skeletal Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>O cisto \u00f3sseo aneurism\u00e1tico (COA) e o osteosarcoma telangiect\u00e1sico (OT) podem ser dif\u00edceis de diferenciar devido \u00e0s suas caracter\u00edsticas cl\u00ednicas e de imagem similares, incluindo idade de apresenta\u00e7\u00e3o jovem, envolvimento de ossos longos, apar\u00eancia l\u00edtica na radiografia e n\u00edveis l\u00edquido-l\u00edquido na RM. No entanto, seu manejo \u00e9 significativamente diferente. A diferencia\u00e7\u00e3o confi\u00e1vel das imagens pode afetar positivamente o cuidado em casos complexos.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>Existem caracter\u00edsticas confi\u00e1veis nas imagens que podem auxiliar na diferencia\u00e7\u00e3o entre cisto COA e OT?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Estudo retrospectivo.<\/p>\n<p><strong>Participantes <\/strong><\/p>\n<p>Pacientes com diagn\u00f3stico histopatol\u00f3gico de COA ou OT confirmado e radiografia pr\u00e9 cir\u00fargica e\/ou RM dispon\u00edvel ao longo de um per\u00edodo de 11 anos.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Nenhum caso foi exclu\u00eddo.<\/p>\n<p><strong>Materiais e m\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>Revis\u00e3o retrospectiva de todos os COA e OT histologicamente confirmados ao longo de 11 anos. Os dados registrados inclu\u00edram idade no momento da apresenta\u00e7\u00e3o, sexo, localiza\u00e7\u00e3o no esqueleto e diversas caracter\u00edsticas radiogr\u00e1ficas e de RM. Foi realizada an\u00e1lise estat\u00edstica das vari\u00e1veis registradas e da concord\u00e2ncia inter-observador.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>Este estudo retrospectivo incluiu 183 pacientes, 92 homens e 91 mulheres. A idade m\u00e9dia no momento da apresenta\u00e7\u00e3o foi de 18,4 anos (intervalo de 1 a 70 anos); 152 casos de COA e 31 de OT. Nenhuma diferen\u00e7a significativa entre idade e sexo foi notada. Casos de OT foram menos prov\u00e1veis de envolver o esqueleto axial; n\u00e3o foi notada nenhuma diferen\u00e7a relacionada \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o \u00f3ssea. Achados radiogr\u00e1ficos que significativamente favorecem o diagn\u00f3stico de COA inclu\u00edram padr\u00e3o de destrui\u00e7\u00e3o \u00f3ssea menos agressivo, apar\u00eancia puramente l\u00edtica, c\u00f3rtex expandido, por\u00e9m intacto, aus\u00eancia de rea\u00e7\u00e3o periosteal e aus\u00eancia de componente de partes moles. As caracter\u00edsticas da RM que significativamente favorecem o diagn\u00f3stico de COA inclu\u00edram tumor de menor tamanho (dimens\u00e3o m\u00e9dia m\u00e1xima de 46 mm comparado com 95 mm nos OT), aus\u00eancia de componente de partes moles, &gt;2\/3 da les\u00e3o preenchida por n\u00edveis l\u00edquidos e fino realce septal ap\u00f3s o contraste.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>V\u00e1rias caracter\u00edsticas de radiografia e RM auxiliam na diferencia\u00e7\u00e3o de COA e OT incluindo tamanho, componente de partes moles associado, percentual da les\u00e3o preenchida por n\u00edveis l\u00edquidos e les\u00f5es de tipo geogr\u00e1fico de destrui\u00e7\u00e3o \u00f3ssea 1A ou 1B que s\u00e3o completamente preenchidas por n\u00edveis l\u00edquido-l\u00edquido na RM podem ser diagnosticadas com seguran\u00e7a como COA.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03432-w\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03432-w<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios do editor s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p>Parab\u00e9ns. Excelente trabalho e bons pontos para confirmar a agressividade do OT comparado com o COA na imagem, apesar de uma amostra de OT relativamente menor.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes de radiologia\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>Quando voc\u00ea revisa radiografias e RM e procura diferenciar cisto \u00f3sseo aneurism\u00e1tico e osteosarcoma telangiect\u00e1sico use os seguintes crit\u00e9rios como aux\u00edlio.<\/p>\n<p>Osteosarcoma telangiect\u00e1sico:<\/p>\n<ul>\n<li>Menor probabilidade de envolver o esqueleto axial<\/li>\n<li>Tumor de maior tamanho (dimens\u00e3o m\u00e9dia m\u00e1xima de 95mm)<\/li>\n<li>Destrui\u00e7\u00e3o \u00f3ssea agressiva com n\u00edveis l\u00edquido-l\u00edquido apenas em partes da les\u00e3o. <strong>Necessidade de bi\u00f3psia<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p>Cisto \u00f3sseo aneurism\u00e1tico<\/p>\n<ul>\n<li>Padr\u00e3o de destrui\u00e7\u00e3o \u00f3ssea menos agressivo<\/li>\n<li>Apar\u00eancia puramente l\u00edtica, c\u00f3rtex expandido, por\u00e9m intacto<\/li>\n<li>Aus\u00eancia de rea\u00e7\u00e3o periosteal<\/li>\n<li>Aus\u00eancia de componente de partes moles<\/li>\n<li>Tumor de menor tamanho (dimens\u00e3o m\u00e9dia m\u00e1xima de 46 mm)<\/li>\n<li>&gt; 2\/3 da les\u00e3o preenchida por n\u00edveis l\u00edquido-l\u00edquido e fino realce septal ap\u00f3s o contraste<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Avalia\u00e7\u00e3o por <em>Deep learning<\/em> de radiografias p\u00e9lvicas quanto ao posicionamento, presen\u00e7a de dispositivos e detec\u00e7\u00e3o de fratura.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Gene Kitamura<\/p>\n<p><em>European Journal of Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto <\/strong><\/p>\n<p>Modelos de <em>Deep learnig<\/em>, ou aprendizagem profunda (AP) em portugu\u00eas, vem se demonstrando \u00fateis para aumentar a efici\u00eancia e a precis\u00e3o dos relat\u00f3rios pelos radiologistas. Estudos recentes mostraram a utilidade da AP na detec\u00e7\u00e3o de fraturas do quadril em radiografias p\u00e9lvicas. No entanto, h\u00e1 uma escassez de estudos quanto \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de AP para detectar fraturas p\u00e9lvicas e acetabulares.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>Podem ser desenvolvidos modelos de AP podem com o objetivo de detectar o posicionamento p\u00e9lvico na radiografia, a presen\u00e7a de dispositivos e fratura p\u00e9lvica\/ acetabular?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Revis\u00e3o retrospectiva.<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong><\/p>\n<p>Pacientes &gt;18 anos, ao longo de um per\u00edodo de aproximadamente 10 anos, com radiografia p\u00e9lvica obtida em emerg\u00eancia ou ambiente hospitalar.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Qualidade abaixo do ideal devido a fatores t\u00e9cnicos determinados por um radiologista certificado.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>Os dados foram adquiridos retrospectivamente entre 08\/2009 \u2013 06\/2019. Foram inclu\u00eddos os exames de radiografia p\u00e9lvica nos quais havia a palavra \u201cfratura\u201d na impress\u00e3o do laudo, dispositivos e radiografias p\u00e9lvicas adquiridas aleatoriamente. Um subconjunto dos dados foi dividido em 4 legendas para posicionamento e 2 para dispositivos com objetivo de criar legendas de classifica\u00e7\u00e3o de posi\u00e7\u00e3o e detec\u00e7\u00e3o de dispositivos. Os dados restantes foram analisados com esses modelos treinados, classificados com base em 6 padr\u00f5es distintos de fratura. Foram avaliadas curva ROC, \u00e1rea sob a curva (AUC), entre outras vari\u00e1veis.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>Os modelos de posicionamento e detec\u00e7\u00e3o de dispositivos tiveram boa performance, com uma AUC de 0,99 \u2013 1,00. A AUC para detec\u00e7\u00e3o de fratura proximal do f\u00eamur foi de at\u00e9 0,95, em concord\u00e2ncia com pesquisas anteriormente publicadas. O desempenho da detec\u00e7\u00e3o de fratura p\u00e9lvica e acetabular foi de 0,70 para a categoria pelve posterior e de at\u00e9 0,85 para a categoria acetabular com o modelo de fratura \u201cisolado\u201d.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>Modelos de AP podem detectar com sucesso o posicionamento p\u00e9lvico e a presen\u00e7a de dispositivos e fraturas p\u00e9lvicas e acetabulares, com perda de AUC de apenas 0,03 para fratura proximal do f\u00eamur, podendo auxiliar de forma significativa a interpreta\u00e7\u00e3o das imagens pelos radiologistas.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109139\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109139<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios do editor s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p>As pesquisas relacionadas \u00e0 intelig\u00eancia artificial est\u00e3o avan\u00e7ando em ritmo exponencial. Bom trabalho! Esperamos que a intelig\u00eancia artificial fa\u00e7a mais no futuro e executem medi\u00e7\u00f5es relevantes de angula\u00e7\u00e3o e deslocamento dessas fraturas.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes de radiologia\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>A intelig\u00eancia artificial est\u00e1 aqui para ficar e \u00e9 preciso se adaptar.<\/p>\n<p>A detec\u00e7\u00e3o de fraturas femorais e p\u00e9lvicas vai ajudar a reduzir a morbidade e mortalidade.<\/p>\n<p>Usar o software da intelig\u00eancia artificial para mover pacientes com fraturas para o topo das listas no pronto-socorro seria particularmente \u00fatil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Bi\u00f3psia guiada por TC para espondilodiscite: calibre da agulha e resultados microbiol\u00f3gicos<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Jad S. Husseini &amp; F. Joseph Simeone &amp; Sandra B. Nelson &amp; Connie Y. Chang<\/p>\n<p><em>Skeletal Radiology <\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto <\/strong><\/p>\n<p>A taxa de cultura positiva oriunda de bi\u00f3psias por agulha varia na literatura, com dados limitados sobre os fatores que determinam a taxa de positividade. H\u00e1 impactos negativos no cuidado de pacientes e na administra\u00e7\u00e3o de antibi\u00f3ticos no cen\u00e1rio de culturas negativas e achados de imagem de espondilodiscite.<\/p>\n<p><strong>Pergunta <\/strong><\/p>\n<p>Os resultados microbiol\u00f3gicos t\u00eam rela\u00e7\u00e3o com o calibre da agulha utilizada para bi\u00f3psias guiadas por TC em casos suspeitos de espondilodiscite?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Estudo retrospectivo.<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong><\/p>\n<p>Todos os pacientes que foram submetidos \u00e0 bi\u00f3psia guiada por TC para suspeita de osteomielite- discite em uma institui\u00e7\u00e3o entre 2002 e 2019.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>Pacientes com diagn\u00f3stico pr\u00e9vio de espondilodiscite confirmado clinicamente ou por bi\u00f3psia na \u00e9poca do procedimento e pacientes que n\u00e3o receberam acompanhamento suficiente para estabelecer um diagn\u00f3stico cl\u00ednico de osteomielite.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos <\/strong><\/p>\n<p>Por meio da revis\u00e3o de prontu\u00e1rios foram obtidos dados da localiza\u00e7\u00e3o da bi\u00f3psia, tipo e calibre da agulha, microbiologia, patologia e acompanhamento cl\u00ednico e de imagens. Foram calculados os casos de sucesso do procedimento (n\u00famero total de achados verdadeiros positivos divididos pelo n\u00famero total de materiais obtidos por bi\u00f3psia multiplicados por 100%), a sensibilidade, a especificidade e a acur\u00e1cia. Uma an\u00e1lise pareada de diferentes calibres de agulha tamb\u00e9m foi realizada com c\u00e1lculo da raz\u00e3o de chance (RC). O algoritmo de classifica\u00e7\u00e3o Naive Bayes foi utilizado.<\/p>\n<p><strong>Resultados <\/strong><\/p>\n<p>Foram realizadas 241 (idade: 59 \u00b1 18 anos; 88 [35%] F, 162 [65%]M) bi\u00f3psias, dos quais 3 (1%) com agulha de calibre 11 (G), 13 com calibre 12 (5%); 23 com calibre 13 (10%); 75 \u00a0com calibre 14 (31%); 90 com calibre 16 (37%), 33 com calibre 18 (14%) \u00a0e 4\u00a0 com calibre 20 (2%). O verdadeiro estado da doen\u00e7a (presen\u00e7a de infec\u00e7\u00e3o) foi determinado por meio de achados patol\u00f3gicos (205, 86%) ou acompanhamento cl\u00ednico e de imagem (36, 14%). O pat\u00f3geno positivo mais comum foi o <em>Staphylococcus aureus<\/em> (31,33%).<\/p>\n<p>O valor preditivo positivo (VPP) da bi\u00f3psia, a sensibilidade, a especificidade e a acur\u00e1cia foram de 39%, 56%, 89% e 66%, respectivamente. O VPP, a sensibilidade e a precis\u00e3o da bi\u00f3psia combinados foram de 56%, 69%, 71% e 69% para agulhas de calibre 11-13 e 36%, 53%, 91% e 65% para agulhas de calibre 14-20, respectivamente, com raz\u00e3o de chance entre os dois grupos de 2,29 (P=0,021). O VPP, a sensibilidade e a precis\u00e3o da bi\u00f3psia combinada foram 48%, 63%, 85% e 68% para agulhas de calibre 11-14 e 32%, 49%, 91% e 64% para agulhas de calibre 16-20, respectivamente, com raz\u00e3o de chance entre os dois grupos de 2,02 (P=0,0086).<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>O uso de agulha de bi\u00f3psia com maior di\u00e2metro interno pode aumentar a probabilidade da cultura do microrganismo causador da osteomielite-discite ser positiva, e aparece associada particularmente com um aumento da sensitividade para osteomielite. Isso pode ser \u00fatil para radiologistas intervencionistas e resultar em um maior impacto positivo no cuidado do paciente submetido \u00e0 biopsia por suspeita de osteomielite.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03439-3\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03439-3<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios do editor<\/strong> <strong>s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p>Agradecemos o interessante estudo. O VPP da bi\u00f3psia para infec\u00e7\u00f5es \u00f3sseas permanece baixa, apenas 50% ou menos. A experi\u00eancia na patologia e disposi\u00e7\u00e3o do patologista em realizar o diagn\u00f3stico dif\u00edcil de osteomielite tamb\u00e9m variam de acordo com sua habilidade e n\u00edvel de confian\u00e7a. Dados esses fatores de confus\u00e3o, esse \u00e9 um estudo \u00fatil. Com o uso comum de bi\u00f3psias com maior calibre, os resultados provavelmente ser\u00e3o melhores do que em estudos pr\u00e9vios.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes de radiologia <\/strong><\/p>\n<p>Considere todos os aspectos do procedimento e seus impactos no paciente.<\/p>\n<p>O uso de agulha de maior calibre (quando seguro) pode aumentar o sucesso da bi\u00f3psia \u00f3ssea em casos de infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Moderniza\u00e7\u00e3o da avalia\u00e7\u00e3o da idade \u00f3ssea: comparando a precis\u00e3o e confiabilidade de um algoritmo de intelig\u00eancia artificial e classifica\u00e7\u00e3o de idade \u00f3ssea abreviada em rela\u00e7\u00e3o a Greulich and Pyle<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Mina Gerges &amp; Hayley Eng &amp; Harpreet Chhina &amp; Anthony Cooper<\/p>\n<p><em>Skeletal Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto <\/strong><\/p>\n<p>Greulich e Pyle (GP) \u00e9 um dos m\u00e9todos mais comuns para determinar a idade \u00f3ssea a partir de radiografias de m\u00e3o. Recentemente, novos m\u00e9todos t\u00eam sido desenvolvidos para aumentar a efici\u00eancia da an\u00e1lise da idade \u00f3ssea, incluindo classifica\u00e7\u00e3o da idade \u00f3ssea abreviada (IOA) e algoritmos automatizados de intelig\u00eancia artificial.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>O uso dos novos m\u00e9todos (IOA ou algoritmos automatizados de intelig\u00eancia artificial) afetam a precis\u00e3o e confiabilidade da avalia\u00e7\u00e3o da idade \u00f3ssea?<\/p>\n<p><strong>Estudo <\/strong><\/p>\n<p>Estudo retrospectiva.<\/p>\n<p><strong>Participantes <\/strong><\/p>\n<p>Pacientes do banco de dados de um hospital entre 12,5-16 e 10-14 anos para sexo masculino e feminino, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Diagn\u00f3stico ou evid\u00eancia de fratura da m\u00e3o ou punho ipsilateral dentro de 2 anos antes do exame e diagn\u00f3stico de displasia ou doen\u00e7a end\u00f3crina que possa afetar a estatura.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos <\/strong><\/p>\n<p>426 pacientes (n\u00fameros iguais de homens e mulheres) tiveram sua idade \u00f3ssea determinada por dois avaliadores independentes usando os m\u00e9todos IOA e GP. Tr\u00eas semanas depois, os dois avaliadores repetiram a an\u00e1lise das radiografias. O tempo de avalia\u00e7\u00e3o dos leitores foi marcado utilizando-se um cron\u00f4metro online. As radiografias n\u00e3o identificadas foram transferidas com seguran\u00e7a para o algoritmo automatizado desenvolvido por um grupo de radiologistas em Toronto. O padr\u00e3o ouro considerado foi o relat\u00f3rio, anexado a cada imagem, e escrito por radiologistas experientes utilizando o m\u00e9todo GP.<\/p>\n<p><strong>Resultados <\/strong><\/p>\n<p>A correla\u00e7\u00e3o entre cada m\u00e9todo e o padr\u00e3o ouro ficou na faixa de 0,8 a 0,9, destacando concord\u00e2ncia significativa. A maioria das compara\u00e7\u00f5es mostraram diferen\u00e7a estat\u00edstica significativa entre os novos m\u00e9todos e o padr\u00e3o ouro; no entanto, isso pode n\u00e3o ser clinicamente relevante uma vez que varia entre 0,25 e 0,5 anos. A idade \u00f3ssea \u00e9 considerada anormal quando fica fora de 2 desvios-padr\u00f5es da idade cronol\u00f3gica; os desvios padr\u00f5es s\u00e3o calculados pelo m\u00e9todo GP.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p>O m\u00e9todo IOA e o algoritmo automatizado produziram valores que foram estatisticamente diferentes, por\u00e9m clinicamente de acordo com o padr\u00e3o ouro e com tempo de an\u00e1lise reduzido.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03429-5\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03429-5<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios do editor s\u00eanior<\/strong><\/p>\n<p>Um bom uso da intelig\u00eancia artificial com tarefas repetitivas e tediosas. Agradecemos pelo trabalho.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes de radiologia <\/strong><\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia artificial para auxiliar na realiza\u00e7\u00e3o de tarefas repetitivas e tediosas pode ser um bom uso da tecnologia, especialmente quando h\u00e1 comprova\u00e7\u00e3o de bom desempenho quando comparado ao padr\u00e3o ouro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Cz0RiyFM_Qw[\/embedyt] &nbsp; Incid\u00eancia e indicadores de cirurgia subsequente ap\u00f3s reconstru\u00e7\u00e3o do ligamento cruzado anterior: [&hellip;]","protected":false},"author":3,"featured_media":7172,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-8313","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>What&#039;s new in MSK Imaging (Portuguese) - September 2020 - ACORE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-msk-imaging-september-2020\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"What&#039;s new in MSK Imaging (Portuguese) - September 2020 - ACORE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Cz0RiyFM_Qw[\/embedyt] &nbsp; 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