{"id":8309,"date":"2020-09-14T07:01:16","date_gmt":"2020-09-14T12:01:16","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=8309"},"modified":"2020-09-14T07:02:52","modified_gmt":"2020-09-14T12:02:52","slug":"whats-new-in-gastrointestinal-imaging-portuguese-september-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-portuguese-september-2020\/","title":{"rendered":"What&#8217;s new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) &#8211; September 2020"},"content":{"rendered":"<p><strong>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=8SbhJU7JV-A[\/embedyt]<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Utilidade diagn\u00f3stica da Tomografia Computadotizada (TC) e esofagografia fluorosc\u00f3pica na suspeita de perfura\u00e7\u00e3o esof\u00e1gica no pronto-socorro<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Wei CJ, Levenson RB, Lee KS.<\/p>\n<p>Diagnostic Utility of CT and Fluoroscopic Esophagography for Suspected Esophageal Perforation in the Emergency Department [published online ahead of print, 2020 Jun 9].<\/p>\n<p><em>AJR Am J Roentgenol<\/em>. 2020;1-8.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/ajr.19.22166\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/ajr.19.22166<\/a><\/p>\n<p>Este estudo retrospectivo avalia a utilidade da TC e do esofagograma no diagn\u00f3stico da perfura\u00e7\u00e3o esof\u00e1gica. O artigo come\u00e7a discutindo a import\u00e2ncia da identifica\u00e7\u00e3o de perfura\u00e7\u00e3o esof\u00e1gica, com mortalidade pr\u00f3xima de 60% se o tratamento for retardado. Os sintomas cl\u00ednicos de perfura\u00e7\u00e3o s\u00e3o inespec\u00edficos, o que torna a imagem um componente importante no diagn\u00f3stico. A fluoroscopia \u00e9 frequentemente considerada o estudo de imagem de escolha, no entanto, tem limita\u00e7\u00f5es log\u00edsticas, como a necessidade de equipe adequada, que pode ser limitada durante a noite e pode ser limitada pela incapacidade do paciente de seguir as instru\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, existe o risco de aspira\u00e7\u00e3o, que pode levar a testes invasivos adicionais, como broncoscopia. Um exame fluorosc\u00f3pico pode ser considerado positivo para perfura\u00e7\u00e3o se houver extravasamento de contraste para fora do l\u00famen esof\u00e1gico. A TC evita muitas dessas limita\u00e7\u00f5es log\u00edsticas e tem a vantagem de fornecer mais informa\u00e7\u00f5es sobre o mediastino e o t\u00f3rax. Dada a sua acessibilidade, a TC costuma ser o estudo inicial em um paciente com suspeita de perfura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por 17 anos, os autores analisaram 103 pacientes que fizeram tanto uma tomografia computadorizada quanto um esofagrama, no prazo de um dia ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o ao pronto-socorro com a hip\u00f3tese de perfura\u00e7\u00e3o esof\u00e1gica. Os achados da TC inclu\u00edram a presen\u00e7a de qualquer um dos seguintes: ar na parede esof\u00e1gica, defeito da parede esof\u00e1gica e contraste oral extraluminal. Dessa popula\u00e7\u00e3o, 9 apresentaram perfura\u00e7\u00f5es confirmadas, o que demonstra a raridade das perfura\u00e7\u00f5es no per\u00edodo de estudo. O estudo constatou que a TC foi 100% sens\u00edvel para diagnosticar perfura\u00e7\u00e3o, 80% espec\u00edfica, com 32% de Valor Preditivo Positivo (VPP) e 100% de Valor Preditivo Negativo (VPN). A fluoroscopia foi 78% sens\u00edvel, 99% espec\u00edfica, com 88% VPP e 98% VPN. Os achados sugerem que a TC \u00e9 mais sens\u00edvel do que a fluoroscopia e, se um paciente tiver uma TC negativa, \u00e9 improv\u00e1vel que a fluoroscopia demonstre perfura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Imagem de apendicite: dicas e truques<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Monsonis B, Mandoul C, Millet I, Taourel P.<\/p>\n<p>Imaging of appendicitis: Tips and tricks [published online ahead of print, 2020 Jul 8].<\/p>\n<p><em>Eur J Radiol<\/em>. 2020;130:109165.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109165\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109165<\/a><\/p>\n<p>Este artigo de revis\u00e3o realiza um an\u00e1lise aprofundada de uma das emerg\u00eancias cir\u00fargicas mais comuns em todo o mundo, a apendicite aguda. Clinicamente e radiologicamente, a apendicite aguda pode ter v\u00e1rias apresenta\u00e7\u00f5es e complica\u00e7\u00f5es; \u00e9 importante que o radiologista conhe\u00e7a as manifesta\u00e7\u00f5es da apendicite aguda. A imagem desempenha um papel importante no diagn\u00f3stico, com os autores fazendo refer\u00eancia a estudos que mostraram uma taxa de apendicectomia normal de 3% quando 99% dos pacientes com suspeita de apendicite fizeram um exame de imagem, em oposi\u00e7\u00e3o a uma taxa de apendicectomia normal de 21% quando apenas 33% dos pacientes fizeram exame de imagem. A ultrassonografia \u00e9 a modalidade de imagem de escolha para crian\u00e7as, mulheres gr\u00e1vidas e pacientes muito magros, e os autores d\u00e3o dicas para encontrar o ap\u00eandice na ultrassonografia, come\u00e7ando com a localiza\u00e7\u00e3o da v\u00e1lvula ileocecal e, em seguida, procurando uma estrutura tubular com fundo cego a 2-3 cm da mesma. O artigo discute diferentes protocolos de Tomografia Computadorizada (TC) para avaliar o ap\u00eandice, incluindo TC focada no abdome inferior, TC de baixa dose e a utilidade do contraste intravenoso. Os autores mencionam que, em sua institui\u00e7\u00e3o de origem, a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica \u00e9 a imagem de segunda linha ap\u00f3s a ultrassonografia para pacientes gr\u00e1vidas, se os resultados forem duvidosos. O artigo, ent\u00e3o, analisa caracter\u00edsticas de imagem comuns da apendicite, incluindo espessamento parietal do ap\u00eandice maior do que 3 mm, dilata\u00e7\u00e3o do ap\u00eandice, inflama\u00e7\u00e3o da gordura periapendicular e linfonodos mesent\u00e9ricos aumentados. O artigo menciona, resumidamente, as complica\u00e7\u00f5es da apendicite aguda, que s\u00e3o importantes, pois alteram o tratamento do paciente. As principais complica\u00e7\u00f5es incluem perfura\u00e7\u00e3o, flegm\u00e3o, abscesso, obstru\u00e7\u00e3o do intestino delgado relacionada \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o e pileflebite, uma tromboflebite infecciosa da veia mesent\u00e9rica ou circula\u00e7\u00e3o portal.<\/p>\n<h5><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Tend\u00eancias na realiza\u00e7\u00e3o de exames de imagem do abdome, avalia\u00e7\u00e3o de 2004 a 2016<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Kramer MR, Levin DC, Rao VM.<\/p>\n<p>Utilization Trends in Abdominal Imaging, 2004-2016.<\/p>\n<p><em>AJR Am J Roentgenol<\/em>. 2020;215(2):420-424.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.22524\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.22524<\/a><\/p>\n<p>Este artigo sobre pol\u00edticas de sa\u00fade analisa as tend\u00eancias recentes em imagens abdominop\u00e9lvicas na popula\u00e7\u00e3o do Medicare. Os autores examinaram documentos publicamente dispon\u00edveis publicados pelo Center for Medicare Services para avaliar o volume do procedimento, a especialidade do provedor de pedidos e outras informa\u00e7\u00f5es administrativas. O estudo concluiu que, no per\u00edodo de 2004 a 2016, a realiza\u00e7\u00e3o de exames de imagem do abdome diminuiu ligeiramente. Embora as taxas de Tomografia Computadorizada (TC), Angiografia Tomogr\u00e1fica Computadorizada (CTA \u2013 Computed Tomography Angiography) e resson\u00e2ncia magn\u00e9tica tenham aumentado, isso foi compensado por uma redu\u00e7\u00e3o no uso de radiografias, fluoroscopia e exames de medicina nuclear. Notavelmente, de 2004 a 2016, o uso de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica do abdome aumentou de 8,5 para 15,4 estudos por 1000 benefici\u00e1rios do Medicare, um aumento de 88%. A maior diminui\u00e7\u00e3o foi na radiografia abdominal, que baixou de 130 para 92 por 1000 benefici\u00e1rios do Medicare. O ultrassom permaneceu relativamente uniforme, com um aumento de 1,5% no mesmo per\u00edodo. A TC aumentou de 226 exames para 278 de 2004 a 2010, e depois diminuiu para 159 por 1.000 benefici\u00e1rios do Medicare. Essa flutua\u00e7\u00e3o pode ser atribu\u00edda \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o do agrupamento de c\u00f3digo em 2011. Antes desse ano, as TCs do abdome e da pelve realizadas ao mesmo tempo podiam ser cobradas como dois estudos separados e, com o agrupamento de c\u00f3digo, tinham que ser cobradas como um exame. No geral, as taxas de imagem abdominal aumentaram de 558 para 601 estudos por 1.000 benefici\u00e1rios do Medicare de 2004 a 2010 e, em seguida, diminu\u00edram para 442 estudos por 1.000 benefici\u00e1rios em 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Saco Peritoneal Menor e Forame de Winslow: Anatomia, Embriologia e Processos Patol\u00f3gicos por Tomografia Computadorizada (TC)<\/strong>\u00a0<\/span><\/h5>\n<p>Elmohr MM, Blair KJ, Menias CO, et al.<\/p>\n<p>The Lesser Sac and Foramen of Winslow: Anatomy, Embryology, and CT Appearance of Pathologic Processes [published online ahead of print, 2020 Aug 12].<\/p>\n<p><em>AJR Am J Roentgenol<\/em>. 2020;1-9.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.22749\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.22749<\/a><\/p>\n<p>Este artigo de revis\u00e3o detalha a anatomia, caracter\u00edsticas de imagem e patologia do saco menor e do forame de Winslow. O artigo come\u00e7a discutindo a embriologia do saco menor, surgindo \u00e0 medida que o est\u00f4mago gira durante a quarta semana de gesta\u00e7\u00e3o. O artigo ent\u00e3o descreve a anatomia e os limites do saco menor, delimitado por v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os. O saco menor \u00e9 um espa\u00e7o potencial entre o est\u00f4mago e o p\u00e2ncreas envolvido em muitos processos de doen\u00e7as e um canal para a propaga\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a dentro da cavidade peritoneal. O artigo classifica as patologias do saco menor em categorias de cole\u00e7\u00f5es fluidas, les\u00f5es que ocupam espa\u00e7o e h\u00e9rnias internas. O saco menor \u00e9 normalmente colapsado em pacientes saud\u00e1veis. As cole\u00e7\u00f5es de fluidos podem ser transudativas, como ascite simples, ou podem ser exsudativas como resultado de uma condi\u00e7\u00e3o inflamat\u00f3ria ou infecciosa de um \u00f3rg\u00e3o pr\u00f3ximo. A pancreatite aguda \u00e9 a causa mais comum de ac\u00famulo de l\u00edquido no saco menor, ocorrendo em at\u00e9 50% dos casos. Cole\u00e7\u00f5es de l\u00edquido peripancre\u00e1tico podem se desenvolver em pseudocistos ao longo do tempo, que frequentemente se estendem para o saco menor. Bilomas e hematomas tamb\u00e9m podem ser vistos, mais comumente como resultado de trauma. As massas do saco menor podem ser neopl\u00e1sicas. As met\u00e1stases s\u00e3o mais comuns do que os tumores prim\u00e1rios e costumam estar associadas \u00e0 carcinomatose peritoneal, sendo os c\u00e2nceres ovariano e gastrointestinal a fonte mais comum. Os tumores malignos prim\u00e1rios incluem lipossarcoma, leiomiossarcoma e tumor estromal gastrointestinal ( Gastrointestinal Stromal Tumor \u2013 GIST). Os tumores benignos do saco menor incluem linfangiomas e teratomas. Condi\u00e7\u00f5es n\u00e3o neopl\u00e1sicas, como cistos de duplica\u00e7\u00e3o, aneurismas da art\u00e9ria espl\u00eanica e, mais raramente, abscessos e tuberculose podem se manifestar no saco menor. Por fim, pode ocorrer hernia\u00e7\u00e3o interna para o saco menor, quase sempre com h\u00e9rnia do intestino delgado atrav\u00e9s do forame de Winslow.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Neoplasia End\u00f3crina M\u00faltipla: Espectro de Manifesta\u00e7\u00f5es Abdominais<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Davila A, Menias CO, Alhalabi K, et al.<\/p>\n<p>Multiple Endocrine Neoplasia: Spectrum of Abdominal Manifestations [published online ahead of print, 2020 Jul 13].<\/p>\n<p><em>AJR Am J Roentgenol<\/em>. 2020;1-11.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.22542\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.22542<\/a><\/p>\n<p>Este artigo de revis\u00e3o avalia os v\u00e1rios subtipos de neoplasia end\u00f3crina m\u00faltipla (NEM). As s\u00edndromes NEM s\u00e3o doen\u00e7as autoss\u00f4micas dominantes raras que afetam duas ou mais gl\u00e2ndulas end\u00f3crinas. As manifesta\u00e7\u00f5es abdominais s\u00e3o comuns aos subtipos de NEM inclu\u00eddos nesta revis\u00e3o. Os principais componentes da NEM 1 incluem tumores da paratireoide, pancre\u00e1tico e hipofis\u00e1rio; no entanto, tumores adrenocorticais, carcin\u00f3ides e angiofibromas faciais tamb\u00e9m podem ocorrer com frequ\u00eancia aumentada. At\u00e9 80% dos pacientes com NEM 1 ter\u00e3o um tumor neuroend\u00f3crino pancre\u00e1tico, que geralmente \u00e9 altamente vascular e visto em imagens como realce na fase arterial precoce, e pode ser posteriormente categorizado como s\u00f3lido ou c\u00edstico. O artigo fornece mais achados de imagem de tumor primitivo neuro-ectod\u00e9rmico (primitive neuro-ectodermal tumors \u2013 PNETs) classificados como gastrinomas, insulinomas, VIPomas (VIPomas \u2013 vasoactive intestinal peptide) e somatostatinomas. NEM 2A est\u00e1 associado a c\u00e2ncer medular de tireoide, hiperplasia paratireoide e feocromocitomas, enquanto NEM 2B se distingue pela aus\u00eancia de hiperplasia da paratireoide e pela presen\u00e7a de caracter\u00edsticas n\u00e3o end\u00f3crinas, como h\u00e1bito marfanoide e neuromas da mucosa. Os achados de imagem abdominal tamb\u00e9m podem se manifestar com achados relacionados \u00e0 secre\u00e7\u00e3o hormonal excessiva, como densidade \u00f3ssea diminu\u00edda, nefrolit\u00edase e \u00falceras p\u00e9pticas. Embora os radiologistas n\u00e3o possam fazer o diagn\u00f3stico de NEM, atrasos no diagn\u00f3stico de complica\u00e7\u00f5es podem afetar o manejo e prevenir a vigil\u00e2ncia adequada, levando a morbidade e mortalidade significativas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Volume de necrose pancre\u00e1tica &#8211; Um novo biomarcador de imagem da gravidade da pancreatite aguda<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Pamies-Guilabert J, Del Val Anto\u00f1ana A, Collado JJ, Rudenko P, Meseguer A.<\/p>\n<p>Pancreatic necrosis volume &#8211; A new imaging biomarker of acute pancreatitis severity [published online ahead of print, 2020 Jul 24].<\/p>\n<p><em>Eur J Radiol<\/em>. 2020;130:109193.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109193\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109193<\/a><\/p>\n<p>Existem v\u00e1rias escalas de gravidade bem conhecidas que avaliam o risco de morbidade e mortalidade de pancreatite aguda usando dados cl\u00ednicos e alguns sistemas de gradua\u00e7\u00e3o radiol\u00f3gica que podem n\u00e3o ser confi\u00e1veis. Os autores deste estudo retrospectivo mostram que a quantifica\u00e7\u00e3o do volume de necrose pancre\u00e1tica (VNP), medida pela Tomografia Computadorizada (TC), \u00e9 um biomarcador radiol\u00f3gico altamente correlacionado com complica\u00e7\u00f5es pancre\u00e1ticas agudas. Os autores avaliaram 163 casos de pancreatite aguda em pacientes hospitalizados ao longo de dois anos e descobriram que o VNP tem uma correla\u00e7\u00e3o linear com o tempo de interna\u00e7\u00e3o, bem como associa\u00e7\u00f5es estatisticamente significativas com fal\u00eancia de \u00f3rg\u00e3os, infec\u00e7\u00e3o, admiss\u00e3o em UTI e necessidade de cirurgia ou interven\u00e7\u00e3o percut\u00e2nea. O estudo avaliou que, quando comparado com outras quatro escalas de gravidade, incluindo o \u00edndice de gravidade da TC e o escore de Balthazar, o VNP foi o par\u00e2metro mais preciso na previs\u00e3o de fal\u00eancia de m\u00faltiplos \u00f3rg\u00e3os, admiss\u00e3o na UTI ou necessidade de procedimento terap\u00eautico. A necrose pancre\u00e1tica foi definida como \u00e1reas de hipoatenua\u00e7\u00e3o do par\u00eanquima pancre\u00e1tico e quaisquer cole\u00e7\u00f5es necr\u00f3ticas associadas, e o volume foi calculado com o uso de ferramentas do PACS. Os autores encontraram uma varia\u00e7\u00e3o de 0-1575 ml de necrose em sua coorte, com m\u00e9dia de 242 ml e mediana de 64 ml. O valor limite para prever complica\u00e7\u00f5es foi de 75 ml, com esse n\u00famero atingindo uma sensibilidade de 100% e especificidade de 78%. Diante dos resultados, os autores concluem que o volume de necrose pancre\u00e1tica \u00e9 um par\u00e2metro confi\u00e1vel para prever complica\u00e7\u00f5es da pancreatite aguda<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Avalia\u00e7\u00e3o de trauma penetrante abdominal e p\u00e9lvico <\/span><\/strong><\/h5>\n<p>Durso AM, Paes FM, Caban K, et al.<\/p>\n<p>Evaluation of penetrating abdominal and pelvic trauma [published online ahead of print, 2020 Jul 24].<\/p>\n<p><em>Eur J Radiol<\/em>. 2020;130:109187.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109187\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109187<\/a><\/p>\n<p>Este artigo de revis\u00e3o come\u00e7a discutindo a epidemiologia por tr\u00e1s do trauma penetrante, que \u00e9 a principal causa de morte na popula\u00e7\u00e3o com menos de 44 anos, e enquanto o trauma contuso representa aproximadamente 70% desses casos, o trauma penetrante ainda \u00e9 uma fonte significativa de morbidade e mortalidade. Os autores categorizam a penetra\u00e7\u00e3o como bal\u00edstica, incluindo ferimentos por arma de fogo, e n\u00e3o bal\u00edstica, que inclui les\u00f5es por armas brancas e outras perfura\u00e7\u00f5es. O artigo oferece uma vis\u00e3o geral da ci\u00eancia da bal\u00edstica de feridas, estudando o comportamento dos proj\u00e9teis em tecidos vivos e as les\u00f5es que eles podem causar, discutindo os mecanismos de transfer\u00eancia de energia que levam \u00e0 les\u00e3o do tecido. A revis\u00e3o tamb\u00e9m menciona padr\u00f5es de les\u00e3o vistos em les\u00f5es de explos\u00e3o secund\u00e1ria, que s\u00e3o causadas por estilha\u00e7os. O protocolo de TC de trauma ideal \u00e9 um assunto controverso, com alguns defensores do contraste triplo: IV, oral e retal, enquanto alguns estudos demonstram a efic\u00e1cia do contraste IV apenas. \u00c9 importante observar que, ao usar contraste ent\u00e9rico, a falta de extravasamento n\u00e3o exclui a les\u00e3o. A revis\u00e3o, ent\u00e3o, discute os achados da TC que requerem terapia e incluem extravasamento arterial, les\u00f5es vasculares contidas como pseudoaneurismas e outras les\u00f5es vasculares importantes, ruptura intraperitoneal da bexiga e les\u00e3o hemidiafragm\u00e1tica esquerda. O artigo prossegue dando uma vis\u00e3o completa sobre les\u00f5es traum\u00e1ticas penetrantes de diferentes \u00f3rg\u00e3os s\u00f3lidos e inclui os sistemas de classifica\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o Americana para a Cirurgia de Trauma para les\u00f5es traum\u00e1ticas. A ampla disponibilidade de TC tornou-se uma ferramenta de triagem para auxiliar os cirurgi\u00f5es de trauma na sele\u00e7\u00e3o de quais pacientes hemodinamicamente est\u00e1veis \u200b\u200bnecessitar\u00e3o de cirurgia em oposi\u00e7\u00e3o ao manejo n\u00e3o operat\u00f3rio, confirmando a import\u00e2ncia do radiologista como parte da equipe de trauma.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Um modelo radi\u00f4mico de TC do f\u00edgado para prever o risco de encefalopatia hep\u00e1tica secund\u00e1ria \u00e0 cirrose relacionada \u00e0 hepatite B<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Cao JM, Yang JQ, Ming ZQ, et al.<\/p>\n<p>A radiomics model of liver CT to predict risk of hepatic encephalopathy secondary to hepatitis B related cirrhosis [published online ahead of print, 2020 Jul 26].<\/p>\n<p><em>Eur J Radiol<\/em>. 2020;130:109201.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109201\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109201<\/a><\/p>\n<p>Este estudo retrospectivo foi realizado com a inten\u00e7\u00e3o de usar dados radi\u00f4micos de tomografias computadorizadas para construir um modelo capaz de predizer encefalopatia hep\u00e1tica secund\u00e1ria \u00e0 cirrose relacionada \u00e0 hepatite B. O artigo come\u00e7a discutindo a epidemiologia da hepatite B, que acomete cerca de 257 milh\u00f5es de portadores em todo o mundo. At\u00e9 20% desses pacientes desenvolver\u00e3o hepatite cr\u00f4nica, os quais podem, em seguida, desenvolver cirrose e outras complica\u00e7\u00f5es que a acompanham. A encefalopatia hep\u00e1tica \u00e9 uma das complica\u00e7\u00f5es mais graves da cirrose, e tem se mostrado um sinal de mau progn\u00f3stico, com impacto negativo na qualidade de vida. O artigo continua apresentando o conceito de radi\u00f4mica, usando recursos de imagem para extrair dados em algoritmos avan\u00e7ados, em uma tentativa de caracterizar recursos celulares e dados cl\u00ednicos. Este estudo usou tomografias computadorizadas trif\u00e1sicas do abdome para extrair dados como formato do f\u00edgado, orienta\u00e7\u00e3o, convexidade, arredondamento, textura, presen\u00e7a de ascite e dados avan\u00e7ados extra\u00eddos por um sistema de software para criar seu modelo. Quando combinado com o valor cl\u00ednico da albumina s\u00e9rica, o modelo demonstrou ter uma precis\u00e3o de at\u00e9 93% na previs\u00e3o da presen\u00e7a de encefalopatia hep\u00e1tica nos 304 pacientes examinados. O estudo demonstra mais uma possibilidade no campo de r\u00e1pida evolu\u00e7\u00e3o da radi\u00f4mica.<\/p>\n<h5><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Achados tomogr\u00e1ficos abdominais e p\u00e9lvicos em pacientes com coronav\u00edrus 2019 (COVID \u2010 19) <\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Goldberg-Stein S, Fink A, Paroder V, Kobi M, Yee J, Chernyak V.<\/p>\n<p>Abdominopelvic CT findings in patients with novel coronavirus disease 2019 (COVID-19).<\/p>\n<p><em>Abdom Radiol (NY)<\/em>. 2020;45(9):2613-2623.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00261-020-02669-2\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00261-020-02669-2<\/a><\/p>\n<p>Embora o v\u00edrus SARS-Cov-2, causador da COVID-19, esteja mais comumente associado a doen\u00e7as respirat\u00f3rias, este artigo examina os achados abdominop\u00e9lvicos em pacientes com COVID-19. O artigo menciona que os achados em uma TC abdominal podem ser o primeiro sinal de COVID-19, j\u00e1 que as bases pulmonares s\u00e3o normalmente uma parte da varredura, e 57% dos pacientes submetidos a imagens apresentaram achados t\u00edpicos de COVID-19 nas bases pulmonares. O estudo analisou 141 pacientes COVID-19 positivos que realizaram TC abdominop\u00e9lvica dentro de duas semanas ap\u00f3s positivar o teste para COVID-19, e, desses pacientes, 57% tinham resultados positivos. Os sintomas cl\u00ednicos relatados em pacientes COVID-19 positivos incluem n\u00e1useas, v\u00f4mitos e diarreia. Neste estudo retrospectivo, os autores descobriram que a anormalidade de imagem mais comum era o espessamento parietal do c\u00f3lon. Outros achados comuns foram distens\u00e3o da ves\u00edcula biliar, densifica\u00e7\u00e3o perirrenal inespec\u00edfica e espessamento da parede da bexiga. Idade mais jovem, sexo masculino e n\u00edveis mais baixos de hemoglobina foram preditores independentes de resultados positivos na TC. Os autores declaram que estudos adicionais s\u00e3o necess\u00e1rios para uma avalia\u00e7\u00e3o mais aprofundada dos achados abdominais e reconhecem como limita\u00e7\u00e3o do estudo o fato de que alguns dos achados podem ser decorrentes de doen\u00e7a cr\u00f4nica ou n\u00e3o relacionados ao COVID-19.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Apendicite aguda durante a doen\u00e7a por coronav\u00edrus 2019 (COVID-19): mudan\u00e7as na apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e achados tomogr\u00e1ficos<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Romero J, Valencia S, Guerrero A.<\/p>\n<p>Acute Appendicitis During Coronavirus Disease 2019 (COVID-19): Changes in Clinical Presentation and CT Findings.<\/p>\n<p><em>J Am Coll Radiol<\/em>. 2020;17(8):1011-1013.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jacr.2020.06.002\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jacr.2020.06.002<\/a><\/p>\n<p>Este artigo come\u00e7a observando que v\u00e1rios estudos em todo o mundo demonstraram uma tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de pacientes que comparecem aos departamentos de emerg\u00eancia desde o in\u00edcio da pandemia do coronav\u00edrus, por\u00e9m, por outro lado, houve um aumento significativo nas taxas de admiss\u00e3o nas unidades de terapia intensiva. O estudo aborda especificamente a apendicite, cuja tend\u00eancia se assemelha \u00e0s demais. Apendicite possui menos casos gerais, mas os casos cosstumam ser mais graves, com apresenta\u00e7\u00f5es avan\u00e7adas. Os autores apresentam um estudo retrospectivo comparando o mesmo per\u00edodo de tr\u00eas meses na pr\u00e9-pandemia de 2019 e durante a pandemia de 2020. Foram 141 tomografias realizadas no per\u00edodo de 2019 para avaliar a apendicite, com 30% de resultados positivos. No mesmo per\u00edodo de 2020, foram feitos 55 exames, com 46% de resultados positivos, o que reflete, portanto, um aumento estatisticamente significativo. Al\u00e9m disso, os autores avaliaram a gravidade da apendicite, classificando a apresenta\u00e7\u00e3o em cinco categorias, desde apendicite prov\u00e1vel at\u00e9 apendicite perfurada complicada. O per\u00edodo intrapand\u00eamico encontrou um aumento estatisticamente significativo na propor\u00e7\u00e3o de casos graves quando comparado ao per\u00edodo anterior \u00e0 pandemia. Os autores acreditam que as mudan\u00e7as na apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica da apendicite foram devido ao fato de o pa\u00eds em que a pesquisa se desenvolveu \u2013 Col\u00f4mbia \u2013 ter emitido uma ordem de perman\u00eancia em casa obrigat\u00f3ria.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=8SbhJU7JV-A[\/embedyt] \u00a0 Utilidade diagn\u00f3stica da Tomografia Computadotizada (TC) e esofagografia fluorosc\u00f3pica na suspeita de [&hellip;]","protected":false},"author":3,"featured_media":3035,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-8309","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>What&#039;s new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) - September 2020 - ACORE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"What&#039;s new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) - September 2020 - ACORE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=8SbhJU7JV-A[\/embedyt] \u00a0 Utilidade diagn\u00f3stica da Tomografia Computadotizada (TC) e esofagografia fluorosc\u00f3pica na suspeita de [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"ACORE\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2020-09-14T12:01:16+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2020-09-14T12:02:52+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/doctors-discussing-report-about-a-patient-at-table-2PL7TGF-scaled.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"2560\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1707\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Abdelrahman\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Abdelrahman\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"17 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/\",\"url\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/\",\"name\":\"What's new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) - September 2020 - ACORE\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/doctors-discussing-report-about-a-patient-at-table-2PL7TGF-scaled.jpg\",\"datePublished\":\"2020-09-14T12:01:16+00:00\",\"dateModified\":\"2020-09-14T12:02:52+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#\/schema\/person\/75293c6e4870f3aa293e1394c53df6b7\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/doctors-discussing-report-about-a-patient-at-table-2PL7TGF-scaled.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/doctors-discussing-report-about-a-patient-at-table-2PL7TGF-scaled.jpg\",\"width\":2560,\"height\":1707,\"caption\":\"Doctors standing and discussing reports or x-ray image about a patient at tablet computer in hospital. Technology in healthcare services.\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"What&#8217;s new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) &#8211; September 2020\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#website\",\"url\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/\",\"name\":\"ACORE\",\"description\":\"Radiology education for everyone, everywhere!\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#\/schema\/person\/75293c6e4870f3aa293e1394c53df6b7\",\"name\":\"Abdelrahman\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2ad7486277da081678ef5e7172d9abecba77465cd62bd4d7272d1141d0b9bca2?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2ad7486277da081678ef5e7172d9abecba77465cd62bd4d7272d1141d0b9bca2?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"Abdelrahman\"},\"url\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/author\/abdelrahman\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"What's new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) - September 2020 - ACORE","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/","og_locale":"pt_PT","og_type":"article","og_title":"What's new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) - September 2020 - ACORE","og_description":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=8SbhJU7JV-A[\/embedyt] \u00a0 Utilidade diagn\u00f3stica da Tomografia Computadotizada (TC) e esofagografia fluorosc\u00f3pica na suspeita de [&hellip;]","og_url":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/","og_site_name":"ACORE","article_published_time":"2020-09-14T12:01:16+00:00","article_modified_time":"2020-09-14T12:02:52+00:00","og_image":[{"width":2560,"height":1707,"url":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/doctors-discussing-report-about-a-patient-at-table-2PL7TGF-scaled.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Abdelrahman","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Abdelrahman","Tempo estimado de leitura":"17 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/","url":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/","name":"What's new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) - September 2020 - ACORE","isPartOf":{"@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/doctors-discussing-report-about-a-patient-at-table-2PL7TGF-scaled.jpg","datePublished":"2020-09-14T12:01:16+00:00","dateModified":"2020-09-14T12:02:52+00:00","author":{"@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#\/schema\/person\/75293c6e4870f3aa293e1394c53df6b7"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#primaryimage","url":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/doctors-discussing-report-about-a-patient-at-table-2PL7TGF-scaled.jpg","contentUrl":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/doctors-discussing-report-about-a-patient-at-table-2PL7TGF-scaled.jpg","width":2560,"height":1707,"caption":"Doctors standing and discussing reports or x-ray image about a patient at tablet computer in hospital. Technology in healthcare services."},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-september-2020\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"What&#8217;s new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) &#8211; September 2020"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#website","url":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/","name":"ACORE","description":"Radiology education for everyone, everywhere!","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#\/schema\/person\/75293c6e4870f3aa293e1394c53df6b7","name":"Abdelrahman","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2ad7486277da081678ef5e7172d9abecba77465cd62bd4d7272d1141d0b9bca2?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2ad7486277da081678ef5e7172d9abecba77465cd62bd4d7272d1141d0b9bca2?s=96&d=mm&r=g","caption":"Abdelrahman"},"url":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/author\/abdelrahman\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8309","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8309"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8309\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8312,"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8309\/revisions\/8312"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3035"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8309"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8309"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8309"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}