{"id":8290,"date":"2020-09-14T05:35:10","date_gmt":"2020-09-14T10:35:10","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=8290"},"modified":"2020-09-14T07:36:56","modified_gmt":"2020-09-14T12:36:56","slug":"whats-new-in-ultrasonography-portuguese-september-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-ultrasonography-portuguese-september-2020\/","title":{"rendered":"What&#8217;s new in Ultrasonography (Portuguese) &#8211; September 2020"},"content":{"rendered":"<p>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=iVKHLixA-UA[\/embedyt]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><span style=\"color: #800080;\">Imagem Abdominal<\/span> <\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Pesquisa Prim\u00e1ria<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Compara\u00e7\u00e3o dos achados de imagem entre nefrite bacteriana focal aguda (nefrite lobar aguda) e pielonefrite aguda: uma avalia\u00e7\u00e3o preliminar da sufici\u00eancia da ultrassonografia para o diagn\u00f3stico de nefrite bacteriana focal aguda<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Hosokawa T, Tanami Y, Sato Y, Oguma E.<\/p>\n<p>Emerg Radiol. 2020; 27 (4): 405-412.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s10140-020-01771-8\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s10140-020-01771-8<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong>: A dura\u00e7\u00e3o do tratamento para nefrite bacteriana focal aguda (NBFA) difere da pielonefrite aguda e, portanto, o diagn\u00f3stico preciso pode fazer\u00a0 diferen\u00e7a na conduta cl\u00ednica.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong>: As US podem diferenciar NBFA da pielonefrite aguda em compara\u00e7\u00e3o com a TC?<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong>: Saitama, Jap\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: 11 crian\u00e7as com infec\u00e7\u00e3o do trato urin\u00e1rio, foram submetidas a \u00a0TC e US com contraste em um per\u00edodo de 24 horas.<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise<\/strong>: An\u00e1lise retrospectiva de achados tomogr\u00e1ficos (realce focal reduzido) com caracter\u00edsticas de US (hiperecogenicidade focal, forma\u00e7\u00e3o de abscesso e nefromegalia difusa). Foi utilizado o teste exato de Fisher para a an\u00e1lise.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>: 8 pacientes tinham NBFA e 3 pielonefrite aguda (n = 11 no total). Na US, houve diferen\u00e7a estatisticamente significativa na diferencia\u00e7\u00e3o corticomedular, que foi perdida em 8 (100%) dos casos de NBFA e em nenhum (0%) dos pacientes com pielonefrite aguda (P = 0,01). Essas \u00e1reas corresponderam a \u00e1reas de hiporrealce na TC em todos os casos. Dois pacientes apresentaram m\u00faltiplas les\u00f5es na TC e apenas uma anormalidade focal identificada na US. Hiperecogenicidade focal, forma\u00e7\u00e3o de abscesso e nefromegalia difusa na US n\u00e3o foram estatisticamente diferentes entre os dois grupos.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es<\/strong>: A ultrassonografia sozinha pode ser \u00fatil para o diagn\u00f3stico de nefrite bacteriana focal aguda com base nos resultados deste pequeno estudo retrospectivo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Pesquisa Prim\u00e1ria<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Efeitos da ultrassonografia com contraste de massas renais indeterminadas no manejo cl\u00ednico do paciente: an\u00e1lise retrospectiva de duas institui\u00e7\u00f5es<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Eisenbrey JR, Kamaya A, Gummadi S, Bird K, Burrowes D, Arias D, Lallas CD, Trabulsi EJ, Lyshchik A.<\/p>\n<p>Journal of Ultrasound in Medicine (2020).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1002\/jum.15383\">https:\/\/doi.org\/10.1002\/jum.15383<\/a><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong>: Les\u00f5es renais encontradas acidentalmente s\u00e3o comuns e estudos anteriores validaram a US com contraste (CEUS) como uma ferramenta eficaz na caracteriza\u00e7\u00e3o de massas renais.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong>: Como o CEUS afeta o manejo cl\u00ednico a longo prazo de massas renais indeterminadas?<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong>: Institui\u00e7\u00f5es envolvidas: Universidade de Stanford; Palo Alto, CA e Thomas Jefferson University, Filad\u00e9lfia, PA<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: 157 pacientes com 215 les\u00f5es renais que tinham doen\u00e7a renal cr\u00f4nica ou nefrectomia documentada e realizaram CEUS antes de qualquer tratamento.<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise<\/strong>: An\u00e1lise retrospectiva, comparando taxas de malignidade e cir\u00fargicas de les\u00f5es ap\u00f3s CEUS.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>: do total de 215 les\u00f5es, 154 (71,6%) tiveram indica\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica ou n\u00e3o seguimento e 61 (28,4%) de acompanhamento. Dos que tiveram indica\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o (154), 118 foram considerados benignos no CEUS e, portanto, n\u00e3o sofreram interven\u00e7\u00e3o. 24 (15,6%) desses foram submetidos a interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica que resultou em malignidade em 21\/24 amostras (87,5%). Nenhuma das les\u00f5es consideradas benignas no CEUS foram posteriormente suspeitas ou confirmadas como carcinoma de c\u00e9lulas renais.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e coment\u00e1rios<\/strong>: CEUS pode ter um importante impacto cl\u00ednico a longo prazo em pacientes com massas renais indeterminadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Pesquisa Prim\u00e1ria<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>\u201cSaco pseudogestacional\u201d e outros conceitos da d\u00e9cada de 1980 no ultrassom no in\u00edcio do primeiro trimestre ainda s\u00e3o relevantes hoje?<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Phillips CH, Benson CB, Durfee SM, Heller HT, Doubilet PM.<\/p>\n<p>Journal of Ultrasound in Medicine. 11 de fevereiro de 2020.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1002\/jum.15243\">https:\/\/doi.org\/10.1002\/jum.15243<\/a><\/p>\n<p><strong>Antecedentes<\/strong>: Muitas caracter\u00edsticas cl\u00e1ssicas do US obst\u00e9trico do primeiro trimestre foram descritas nos primeiros dias da US, incluindo na d\u00e9cada de 1980. Muita coisa mudou nas d\u00e9cadas mais recentes, incluindo uma resolu\u00e7\u00e3o significativamente melhor.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong>: As caracter\u00edsticas ultrassonogr\u00e1ficas do primeiro trimestre classicamente descritas ainda s\u00e3o relevantes hoje?<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong>: Brigham and Women\u2019s Hospital, Boston, MA<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: 649 ultrassonografias identificaram estrutura semelhante a um saco gestacional, sem saco vitelino, embri\u00e3o, ou massa anexial extraovariana, al\u00e9m de informa\u00e7\u00f5es de acompanhamento, identifica\u00e7\u00e3o e a localiza\u00e7\u00e3o da gravidez.<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise<\/strong>: An\u00e1lise retrospectiva. Os ultrassons foram revisados \u200b\u200be as caracter\u00edsticas foram registradas como presentes ou ausentes, incluindo borda ecog\u00eanica ao redor da cole\u00e7\u00e3o intrauterina, sinal do duplo saco (DSS) e sinal intradecidual (IDS). O di\u00e2metro m\u00e9dio do saco tamb\u00e9m foi registrado.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>: 598 (92%) cole\u00e7\u00f5es l\u00edquidas intrauterinas apresentavam borda ecog\u00eanica, 182 (28%) apresentavam sinal do duplo saco \u00a0e 347 (54%) o sinal intradecidual. Todas as 649 pacientes tiveram uma gravidez intrauterina (confirmada posteriormente), portanto, nenhuma das cole\u00e7\u00f5es revelou ser um saco pseudogestacional.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es<\/strong>: Em pacientes com bHCG positivo e sem achados ultrassonogr\u00e1ficos de gravidez ect\u00f3pica, \u00e9 quase certo que uma cole\u00e7\u00e3o l\u00edquida intrauterina seja um saco gestacional. Os sinais hist\u00f3ricos podem n\u00e3o ser \u00fateis hoje, considerando o \u00a0aumento na resolu\u00e7\u00e3o da US.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Pesquisa Prim\u00e1ria<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Ultrassom com contraste LI-RADS 2017: compara\u00e7\u00e3o com o LIRADS na TC \/ RM<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Ding J, Long L, Zhang X, Chen C, Zhou H, Zhou Y, Wang Y, Jing X, Ye Z, Wang F.<\/p>\n<p>Radiologia Europeia. 15 de agosto de 2020: 1-8.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00330-020-07159-z\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00330-020-07159-z<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong>: O Col\u00e9gio Americano de Radiologia (ACR) desenvolveu o sistema de dados e relat\u00f3rios de imagem do f\u00edgado CEUS (LI-RADS) em 2016 e adicionou-o \u00e0 vers\u00e3o 2017 juntamente com a TC e a RNM.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong>: Como o CEUS se compara a TC e RM usando a vers\u00e3o 2017 LI-RADS?<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong>: Tianjin, China<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: 239 pacientes com 273 n\u00f3dulos preencheram os crit\u00e9rios de inclus\u00e3o de pacientes de alto risco para carcinoma hepatocelular (CHC) e foram submetidos a CEUS e TC ou RM com contraste. Todos os pacientes tinham histopatologia dispon\u00edvel.<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise<\/strong>: An\u00e1lise retrospectiva. Todas as caracter\u00edsticas de imagem foram revisadas por pelo menos dois radiologistas e categorizadas com base no LI-RADS vers\u00e3o 2017. Os resultados foram comparados \u00e0 patologia como o padr\u00e3o de refer\u00eancia. O acordo de intermodalidade foi calculado com o kappa de Cohen.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>:<\/p>\n<p>A concord\u00e2ncia entre CEUS e TC \/ RM foi razo\u00e1vel com um kappa de 0,319 (P &lt;0,001).<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"67\"><strong>\u00a0<\/strong><\/td>\n<td colspan=\"4\" width=\"268\"><strong>Valor preditivo positivo<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"67\"><strong>\u00a0<\/strong><\/td>\n<td width=\"67\"><strong>LR-5<\/strong><\/td>\n<td width=\"67\"><strong>LR-4<\/strong><\/td>\n<td width=\"67\"><strong>LR-3<\/strong><\/td>\n<td width=\"67\"><strong>LR-M<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"67\"><strong>CEUS<\/strong><\/td>\n<td width=\"67\">98,3%<\/td>\n<td width=\"67\">60%<\/td>\n<td width=\"67\">25%<\/td>\n<td width=\"67\">33,9%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"67\"><strong>CT\/IRM<\/strong><\/td>\n<td width=\"67\">95,9%<\/td>\n<td width=\"67\">65,7%<\/td>\n<td width=\"67\">48,1%<\/td>\n<td width=\"67\">93,3%<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"85\"><strong>\u00a0<\/strong><\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"169\"><strong>LR-5<\/strong><\/td>\n<td colspan=\"2\" width=\"169\"><strong>LR-M<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\"><strong>\u00a0<\/strong><\/td>\n<td width=\"85\"><strong>Sensibilidade<\/strong><\/td>\n<td width=\"85\"><strong>Especificidade<\/strong><\/td>\n<td width=\"85\"><strong>Sensibilidade<\/strong><\/td>\n<td width=\"85\"><strong>Especificidade<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\"><strong>CEUS<\/strong><\/td>\n<td width=\"85\">75.6%<\/td>\n<td width=\"85\">93.8%<\/td>\n<td width=\"85\">90.9%<\/td>\n<td width=\"85\">84.5%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"85\"><strong>CT\/IRM<\/strong><\/td>\n<td width=\"85\">83.6%<\/td>\n<td width=\"85\">83.3%<\/td>\n<td width=\"85\">63.6%<\/td>\n<td width=\"85\">99.6%<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es<\/strong>: A concord\u00e2ncia intermodal entre CEUS e TC \/ RM usando LI-RADS foi razo\u00e1vel, mas com valores preditivos positivos compar\u00e1veis para determinar les\u00f5es LR-5. A TC \/ RM s\u00e3o superiores para o diagn\u00f3stico de malignidade LR-M (n\u00e3o HCC).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Pesquisa Prim\u00e1ria<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Diagn\u00f3stico diferencial de met\u00e1stases hep\u00e1ticas de tumores estromais gastrointestinais (GIST) de met\u00e1stases de c\u00e2ncer colorretal, com base no biomarcador tumoral combinado com caracter\u00edsticas de ultrassom convencional e com contraste<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Yang D, Zhuang B, Wang W, Xie X, Xie X.<\/p>\n<p>Abdominal Radiology (New York) (2020).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00261-020-02592-6\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00261-020-02592-6<\/a><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong>: Os tumores estromais gastrointestinais (GIST) s\u00e3o os tumores gastrointestinais mesenquimais mais comuns, sengo malignos em\u00a0 20% dos casos. As met\u00e1stases hep\u00e1ticas s\u00e3o comuns e, ocasionalmente, a primeira anormalidade detectada. Amet\u00e1stase hep\u00e1tica mais comum \u00e9 de origem colorretal.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong>: Usando biomarcadores laboratoriais, as US e o CEUS podem diferenciar com precis\u00e3o a met\u00e1stase hep\u00e1tica de GIST de c\u00e2ncer colorretal (CCR)?<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong>: Guangzhou, China<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: 160 pacientes no total: 80 com met\u00e1stases hep\u00e1ticas de GIST e 80 com met\u00e1stases hep\u00e1ticas de CCR, com CEUS dispon\u00edvel para an\u00e1lise.<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise<\/strong>: An\u00e1lise retrospectiva. Caracter\u00edsticas ultrassonogr\u00e1ficas e biomarcadores laboratoriais (CA125 e CEA) foram registrados e analisados com an\u00e1lise multivariada.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>: No US comum, hipoecogenicidade, heterogeinidade e uma \u00e1rea anec\u00f3ica foram associadas a met\u00e1stases de GIST (P &lt;0,05). No CEUS, realce capsular, washout come\u00e7ando em &gt; 40 segundos e propor\u00e7\u00e3o da \u00e1rea sem realce&gt; 20% foram observados nas met\u00e1stases de GIST (P &lt;0,05). Ao combinar biomarcadores laboratoriais com caracter\u00edsticas ultrassonogr\u00e1ficas, a sensibilidade melhorou para 70% e a especificidade para 97,5%.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es<\/strong>: As met\u00e1stases hep\u00e1ticas de GIST t\u00eam caracter\u00edsticas ultrassonogr\u00e1ficas capazes de ajudar a diferenciar da met\u00e1stase de CCR, especialmente quando combinadas com biomarcadores laboratoriais (CA125 e CEA).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Pesquisa Prim\u00e1ria<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>US contrastado com hexafluoreto de enxofre e perfluorobutano para o diagn\u00f3stico de carcinoma hepatocelular em indiv\u00edduos com alto risco<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Kang HJ, Lee JM, Yoon JH, Lee K, Kim H, Han JK.<\/p>\n<p>Radiology, 200115.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1148\/radiol.2020200115\">https:\/\/doi.org\/10.1148\/radiol.2020200115<\/a><\/p>\n<p><strong>Antecedentes<\/strong>: O hexafluoreto de enxofre (SHF) \u00e9 um agente de contraste intravascular ultrassonogr\u00e1fico amplamente utilizado, enquanto o perfluorobutano (PFB) \u00e9 um meio de contraste menos dispon\u00edvel que permite a avalia\u00e7\u00e3o do par\u00eanquima hep\u00e1tico na fase das c\u00e9lulas de Kupffer.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong>: Qu\u00e3o bem os contrastes SHF e PFB se comparam na avalia\u00e7\u00e3o de carcinoma hepatocelular (CHC) usando LI-RADS vers\u00e3o 2017?<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong>: Universidade Nacional de Seul, Seul, Cor\u00e9ia<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: 59 participantes, alto risco para CHC e com LR-3 n\u00e3o tratado ou maiores observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Projeto<\/strong>: Projeto prospectivo. Os pacientes foram submetidos a CEUS com PFB e SHF realizado no mesmo dia. Hiperrealce de fase arterial (APHE), tempo, grau de washout e ecogenicidade durante a fase das c\u00e9lulas de Kupffer para PFB foram registrados. O teste de McNemar foi usado para an\u00e1lise.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>: O washout leve e tardio (\u2265 60 segundos) do CHC foi visto mais frequentemente com PFB (79%) do que em SHF (53%) (P = 0,04). O hiporrealce da fase de Kupffer usando PFB foi mais comum em les\u00f5es malignas (92%) do que em les\u00f5es benignas (33%). A sensibilidade foi de 79% com PFB e 54% com SHF, enquanto a especificidade foi de 100% para ambos.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e coment\u00e1rios<\/strong>: Usando LI-RADS vers\u00e3o 2017, perfluorobutano CEUS teve um desempenho diagn\u00f3stico superior do que hexafluoreto de enxofre.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>Radiologia Intervencionista<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em><u>Pesquisa Prim\u00e1ria<\/u><\/em><\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>A pun\u00e7\u00e3o guiada por US da \u00a0veia porta e a coloca\u00e7\u00e3o de fio percut\u00e2neo est\u00e1 associada a dura\u00e7\u00e3o mais curta do procedimento e doses de radia\u00e7\u00e3o mais baixas durante a coloca\u00e7\u00e3o de TIPS<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Cam I, Gencturk M, Shrestha P, Golzarian J, Flanagan S, Lim N, Young S.<\/p>\n<p>AJR Am J Roentgenol. 2020.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.20.23846\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.20.23846<\/a><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong>: O shunt portossist\u00eamico intra-hep\u00e1tico transjugular (TIPS) pode tratar efetivamente muitas das complica\u00e7\u00f5es da hipertens\u00e3o portal e pode ser realizado de algumas maneiras diferentes.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong>: Qual tratamento \u00e9 mais eficiente ao realizar o TIPS?<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong>: Universidade de Minnesota, Minneapolis, MN<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: 264 pacientes que tiveram TIPS conclu\u00eddo de3 maneiras:<\/p>\n<p>Grupo 1 (G1): guiada por US transabdominal<\/p>\n<p>Grupo 2 (G2): Fluoroscopia guiada por portografia hep\u00e1tica<\/p>\n<p>Grupo 3 (G3): Abordagem percut\u00e2nea da veia porta com fio-guia por fluoroscopia<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise<\/strong>: An\u00e1lise retrospectiva avaliando o tempo de fluoroscopia, tempo de anestesia, volume de contraste usado e n\u00famero de passagens da agulha intra-hep\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>:<\/p>\n<p>Consulte a tabela para valores e diferen\u00e7as significativas. As diferen\u00e7as n\u00e3o listadas n\u00e3o foram significativas com base em P\u22640,005).<\/p>\n<p>Quando as complica\u00e7\u00f5es de G1 e G3 foram agrupadas, G2 teve mais complica\u00e7\u00f5es (p = 0,013)<\/p>\n<table width=\"623\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"141\"><strong>\u00a0<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\"><strong>Grupo 1 (n=54)<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\"><strong>Grupo 2 (n=172)<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\"><strong>Grupo 3 (n=38)<\/strong><\/td>\n<td width=\"142\"><strong>Diferen\u00e7as significanntes\u00a0 (Valor P)<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"141\"><strong>Tempo fluorosc\u00f3pico (m\u00e9dia)<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\">34,8 minutos<\/td>\n<td width=\"113\">38,9 minutos<\/td>\n<td width=\"113\">29,5 minutos<\/td>\n<td width=\"142\"><u>G2 mais do que G3<\/u> (P=0.005)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"141\"><strong>Tempo total de anestesia (m\u00e9dia)<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\">190,2 minutos<\/td>\n<td width=\"113\">199,7 minutos<\/td>\n<td width=\"113\">162,6 minutos<\/td>\n<td width=\"142\"><u>G3 menos do que G1 <\/u>(p=0.003)<u> e G2<\/u> (P=0.005)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"141\"><strong>Volume de contraste<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\">67,9 mL<\/td>\n<td width=\"113\">87,1 mL<\/td>\n<td width=\"113\">&#8212;<\/td>\n<td width=\"142\"><u>G1 menor que G2<\/u> (p=0.005)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"141\"><strong>Passagens intra-hep\u00e1ticas da agulha (mediana)<\/strong><\/td>\n<td width=\"113\">2<\/td>\n<td width=\"113\">4<\/td>\n<td width=\"113\">2<\/td>\n<td width=\"142\"><u>G2 foi maior G1<\/u> (p=0.004) <u>e G3<\/u> (p=0.039)<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es<\/strong>: O acesso para TIPS guiado por US (grupo 1) e\/ou com \u00a0fio-guia percut\u00e2neo (grupo 3), podem ter tempo de fluoroscopia e anestesia mais curtos e potencialmente menos complica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>Radiologia Tor\u00e1cica<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Achados ultrassoogr\u00e1ficos pulmonares em pacientes com doen\u00e7a por coronav\u00edrus (COVID-19)<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Zhang Y, Xue H, Wang M, He N, Lv Z, Cui L.<\/p>\n<p>AJR Am J Roentgenol. 2020; 1-5.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.20.23513\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.20.23513<\/a><\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong>: Os achados da pneumonia por COVID-19 na TC foram bem descritos, mas os achados da US de pulm\u00e3o s\u00e3o menos documentados.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong>: Quais s\u00e3o os achados ultrassonogr\u00e1ficos pulmonares t\u00edpicos na pneumonia por COVID-19 e se h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o com a gravidade e a dura\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a?<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong>: Capital Medical Center, Pequim, China<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: 28 pacientes (14 homens e 14 mulheres) com teste PCR positivo para SARS-CoV-2 e US do pulm\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>An\u00e1lise<\/strong>: An\u00e1lise retrospectiva com as caracter\u00edsticas ultrassonogr\u00e1ficas do pulm\u00e3o avaliadas e documentadas. O teste exato de Fisher foi usado para comparar a dura\u00e7\u00e3o e a gravidade da doen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>: Todos os 28 (100%) pacientes apresentaram altera\u00e7\u00f5es pulmonares na US. O achado mais comum foi linhas B, encontrado em todos os 28 pacientes (100%), consolida\u00e7\u00f5es em 19 pacientes (67,9%) e linhas pleurais espessadas em 17 pacientes (60,7%). Linhas pleurais espessadas foram associadas a maior dura\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a e consolida\u00e7\u00f5es foram mais frequente em pacientes graves (ambos p\u22640,05).<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es<\/strong>: Linhas B, consolida\u00e7\u00e3o e espessamento pleural s\u00e3o achados ultrassonogr\u00e1ficos comuns na pneumonia por COVID-19, sendo poss\u00edvel prever gravidade e dura\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a na presen\u00e7a de consolida\u00e7\u00e3o e espessamento da linha pleural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Abrevia\u00e7\u00f5es comuns:<\/strong><\/p>\n<p>US: ultrassonografia<\/p>\n<p>CEUS: ultrassom com contraste<\/p>\n<p>CHC: carcinoma hepatocelular<\/p>\n<p>TC: tomografia computadorizada<\/p>\n<p>RM: resson\u00e2ncia magn\u00e9tica<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=iVKHLixA-UA[\/embedyt] &nbsp; Imagem Abdominal &nbsp; Pesquisa Prim\u00e1ria Compara\u00e7\u00e3o dos achados de imagem entre nefrite [&hellip;]","protected":false},"author":3,"featured_media":2488,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-8290","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>What&#039;s new in Ultrasonography (Portuguese) - September 2020 - ACORE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-ultrasonography-september-2020\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"What&#039;s new in Ultrasonography (Portuguese) - September 2020 - ACORE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=iVKHLixA-UA[\/embedyt] &nbsp; 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