{"id":7225,"date":"2020-08-06T04:59:45","date_gmt":"2020-08-06T09:59:45","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=7225"},"modified":"2020-08-06T06:56:33","modified_gmt":"2020-08-06T11:56:33","slug":"whats-new-in-pediatric-imaging-portuguese-august-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-pediatric-imaging-portuguese-august-2020\/","title":{"rendered":"What\u2019s new in Pediatric Imaging (Portuguese) \u2013 August 2020"},"content":{"rendered":"<p>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=MdyWgXnZ0AA[\/embedyt]<\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>IMAGEM ABDOMINAL<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>A import\u00e2ncia da pobreza de g\u00e1s nas radiografias de abdome nas crian\u00e7as com obstru\u00e7\u00e3o do intestino delgado causado por brida.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Johnson BL, Campagna GA, Hyak JM, et al. A import\u00e2ncia da pobreza de g\u00e1s nas radiografias de abdome nas crian\u00e7as com obstru\u00e7\u00e3o do intestino delgado causado por brida. Am J Surg 2020; 220: 208-213.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.amjsurg.2019.10.035\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.amjsurg.2019.10.035<\/a><\/p>\n<p><strong>Pergunta (s)<\/strong> Qual \u00e9 o significado da pobreza de g\u00e1s na radiografia abdominal inicial?<\/p>\n<p><strong>Design<\/strong> Estudo retrospectivo de 2011 a 2015<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o <\/strong>Centro \u00fanico, Hospital Infantil do Texas \/ Baylor College of Medicine, Houston, Texas<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong> 207 pacientes com obstru\u00e7\u00e3o do intestino delgado por brida<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o<\/strong> Cirurgia<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong> Taxas de achados nas radiografias de abdome (presen\u00e7a de n\u00edveis hidroa\u00e9reos, pobreza de g\u00e1s), acur\u00e1cia da radiografia de abdome versus tomografia computadorizada em rela\u00e7\u00e3o ao tipo de obstru\u00e7\u00e3o (n\u00e3o caracteriz\u00e1vel, suboclus\u00e3o inestinal, obstru\u00e7\u00e3o completa ou obstru\u00e7\u00e3o em al\u00e7a fechada).<\/p>\n<p><strong>Resultados Principais<\/strong> Radiografia de abdome inicial mostrou pobreza de g\u00e1s em 41% dos casos, e a interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica foi mais comum nos pacientes com pobreza de g\u00e1s em compara\u00e7\u00e3o aos pacientes com n\u00edveis hidroa\u00e9reos (49% vs. 32%, p = 0,01). Pacientes com pobreza de g\u00e1s tamb\u00e9m tiveram mais comumente obstru\u00e7\u00e3o intestinal em al\u00e7a fechada ou obstru\u00e7\u00e3o completa quando comparado ao outro grupo (71% vs. 29%, p &lt;0,001).<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00f5es <\/strong>As radiografias abdominais geralmente orientam o manejo inicial da obstru\u00e7\u00e3o do intestino delgado. A pobreza de g\u00e1s intestinal est\u00e1 associada a obstru\u00e7\u00f5es mais graves (obstru\u00e7\u00e3o intestinal em al\u00e7a fechada ou obstru\u00e7\u00e3o completa) e manejo cir\u00fargico em compara\u00e7\u00e3o com as al\u00e7as intestinais distendidas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>O uso do enema com solu\u00e7\u00e3o salina guiada por ultrassonografia sob seda\u00e7\u00e3o para a redu\u00e7\u00e3o das intussuscep\u00e7\u00f5es ileoc\u00f3licas: 20 anos de experi\u00eancia.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Sacks RS, Anconina R, Farkas E, et al. O uso do enema com solu\u00e7\u00e3o salina guiada por ultrassonografia sob seda\u00e7\u00e3o (SUR) para a redu\u00e7\u00e3o das intussuscep\u00e7\u00f5es intestinais: 20 anos de experi\u00eancia. Jornal Pre-Proof. J Pediatr Surg 2020.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jpedsurg.2020.05.049\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jpedsurg.2020.05.049<\/a><\/p>\n<p><strong>Pergunta (s)<\/strong>: Como \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da intussuscep\u00e7\u00e3o intestinal ileoc\u00f3lica por meio do uso de solu\u00e7\u00e3o salina guiada por ultrassonografia?<\/p>\n<p><strong>Design <\/strong>Estudo retrospectivo de 1998 a 2018<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o <\/strong>Institui\u00e7\u00e3o \u00fanica, Universidade Ben Gurion do Negev, Be\u2019er Sheva, Israel<\/p>\n<p><strong>Participantes <\/strong>414 epis\u00f3dios totais de intussuscep\u00e7\u00e3o foram submetidos a SUR; 338 foram epis\u00f3dios prim\u00e1rios e 76 foram epis\u00f3dios recorrentes.<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o <\/strong>redu\u00e7\u00e3o hidrost\u00e1tica (com uso de solu\u00e7\u00e3o salina) guiada por ultrassonografia.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong> Taxa de sucesso t\u00e9cnico, taxa de perfura\u00e7\u00e3o. Associa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e de imagem, incluindo idade do paciente, aus\u00eancia de l\u00edquido livre e localiza\u00e7\u00e3o no quadrante superior direito.<\/p>\n<p><strong>Resultados Principais<\/strong> 257 de 338 epis\u00f3dios prim\u00e1rios (84,3%) de intussuscep\u00e7\u00e3o prim\u00e1rias (84,3%) tiveram uma redu\u00e7\u00e3o hidrost\u00e1tica guiada por ultrassonografia bem sucedida. 59 de 76 epis\u00f3dios recorrentes foram reduzidos com sucesso com SUR (78%). N\u00e3o houve perfura\u00e7\u00f5es durante o SUR. Associa\u00e7\u00f5es estatisticamente significantes para a SUR inclu\u00edram idade avan\u00e7ada no momento do diagn\u00f3stico (p = 0,016), aus\u00eancia de l\u00edquido livre (p = 1,803e-05) e localiza\u00e7\u00e3o da intussuscep\u00e7\u00e3o no quadrante superior direito (p = 0,0048).<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00f5es <\/strong>Taxas de sucesso da redu\u00e7\u00e3o hidrost\u00e1tica ou a\u00e9rea guiada por fluoroscopia variam entre 68-90%. Os riscos desses procedimentos incluem exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o e baixo risco de perfura\u00e7\u00e3o pneum\u00e1tica. Este estudo demonstra uma taxa de sucesso na redu\u00e7\u00e3o ileoc\u00f3lica com uso de solu\u00e7\u00e3o salina guiada por ultrassonografia, sem nenhum caso de perfura\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m por evitar a exposi\u00e7\u00e3o a radia\u00e7\u00e3o ionizante. Um grande desafio da SUR inclui a n\u00e3o visualiza\u00e7\u00e3o do ceco e do \u00edleo em tempo real, uma vez que o ar introduzido interfere na avalia\u00e7\u00e3o ultrassonogr\u00e1fica. Ademais, essa t\u00e9cnica requer anestesia que agrega risco potencial e n\u00e3o \u00e9 uma pr\u00e1tica padr\u00e3o na maioria dos hospitais. Embora a SUR possa ser uma t\u00e9cnica \u00fatil e bem-sucedida na redu\u00e7\u00e3o de intussuscep\u00e7\u00e3o ileoc\u00f3lica, a falta de treinamento t\u00e9cnico e ultrassonogr\u00e1fico adequado pode impedir seu uso em hospitais n\u00e3o especializados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><span style=\"color: #800080;\">IMAGEM TOR\u00c1CICA<\/span><\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Mapa T1 de pulm\u00e3o por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica na avalia\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a pulmonar em crian\u00e7as com fibrose c\u00edstica: um estudo piloto<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Neemuchwala F, Mahani MG, Pang Y, et al. Mapa T1 de pulm\u00e3o por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica na avalia\u00e7\u00e3o de doen\u00e7a pulmonar em crian\u00e7as com fibrose c\u00edstica: um estudo piloto. Pediatr Radiol 2020; 50: 923-934.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00247-020-04638-9\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00247-020-04638-9<\/a><\/p>\n<p><strong>Perguntas (s)<\/strong> O Mapa T1 do pulm\u00e3o em crian\u00e7as com fibrose c\u00edstica (FC) pode detectar doen\u00e7a pulmonar precocemente ou monitorar exacerba\u00e7\u00f5es pulmonares?<\/p>\n<p><strong>Design <\/strong>Estudo prospectivo, de setembro de 2017 a janeiro de 2018. A fase 1 foi uma avalia\u00e7\u00e3o transversal e a fase 2 foi uma avalia\u00e7\u00e3o longitudinal durante 2 semanas.<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o <\/strong>centro \u00fanico (presumido)<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong> 16 crian\u00e7as: 5 pacientes com FC em compara\u00e7\u00e3o com 5 volunt\u00e1rios saud\u00e1veis \u200b\u200bna Fase 1 e 6 pacientes com FC na Fase 2<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o<\/strong> Mapa T1 sem contraste, sequ\u00eancia ultrashort echo time (UTE), teste de espirometria<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong> Valor m\u00e9dio de T1, volume pulmonar percentual sem valor de T1 e escore de FC na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (RM).<\/p>\n<p><strong>Resultados Principais<\/strong> Nos pacientes da Fase 1, os pacientes com FC apresentaram valores m\u00e9dios normalizados de T1 significativamente mais baixos no pulm\u00e3o (p = 0,02), exceto no lobo inferior direito (p = 0,29). Pacientes com FC tamb\u00e9m apresentaram percentual significativamente maior de volume pulmonar sem sinal de T1 (p = 0,006). Na Fase 2, todos os casos, exceto um, tiveram aumento do valor de T1 no pulm\u00e3o inteiro (p = 0,001) e melhor pontua\u00e7\u00e3o nos escores de perfus\u00e3o (p = 0,02) ao longo do tratamento.<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00f5es <\/strong>O mapa T1 tem sido utilizado na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de adultos com FC. Isso \u00e9 poss\u00edvel porque o plugs causados pelo muco e o aprisionamento a\u00e9reo na FC resultam em vasoconstri\u00e7\u00e3o induzida por hip\u00f3xia e anormalidades de perfus\u00e3o. Como o sangue tem um sinal T1 mais alto que o par\u00eanquima pulmonar, o pulm\u00e3o bem perfundido ter\u00e1 um aumento do sinal T1 em compara\u00e7\u00e3o ao pulm\u00e3o com hip\u00f3xia. Este estudo constatou que, como nos adultos, as crian\u00e7as com FC apresentaram diminui\u00e7\u00e3o do sinal normalizado de T1, mesmo quando a espirometria era normal. Os autores afirmam que o mapa T1 pode ser usado em crian\u00e7as com FC para detectar doen\u00e7as pulmonares precoces e fornecer tratamento precoce, enquanto minimizam a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o. Em pacientes com FC com exacerba\u00e7\u00f5es agudas, o mapa T1 pode ajudar a determinar a melhora e orientar a dura\u00e7\u00e3o do tratamento com antibi\u00f3ticos. As principais limita\u00e7\u00f5es deste estudo foram o pequeno tamanho da amostra e a influ\u00eancia do artefato nos valores de T1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>IMAGEM CARD\u00cdACA<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Distribui\u00e7\u00e3o de gordura corporal, sobrepeso e estruturas card\u00edacas em crian\u00e7as de idade escolar: um estudo de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica card\u00edaca de base populacional<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Toemen L, Santos S, Roest AA, et al. Distribui\u00e7\u00e3o de gordura corporal, sobrepeso e estruturas card\u00edacas em crian\u00e7as em idade escolar: um estudo de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica card\u00edaca de base populacional. JAHA 2020; 9: e014933.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1161\/JAHA.119.014933\">https:\/\/doi.org\/10.1161\/JAHA.119.014933<\/a><\/p>\n<p><strong>Pergunta (s)<\/strong> Quais s\u00e3o as associa\u00e7\u00f5es de gordura corporal geral e abdominal com a estrutura e fun\u00e7\u00e3o ventricular direita e esquerda em crian\u00e7as com sobrepeso?<\/p>\n<p><strong>Design <\/strong>Estudo de coorte prospectivo, de base populacional<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o <\/strong>Estudo da gera\u00e7\u00e3o R em Roterd\u00e3, Holanda<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong> 2836 crian\u00e7as de 10 anos e diversas etnias (holand\u00eas vs. n\u00e3o holand\u00eas, que inclu\u00edam europeus, turcos, marroquinos, surinameses, cabo-verdianos e Antilhas Holandesas)<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o <\/strong>Crian\u00e7as com sobrepeso, obesas e abaixo do peso foram comparadas com crian\u00e7as de peso normal<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong> \u00cdndice de massa corporal (IMC) na inf\u00e2ncia, composi\u00e7\u00e3o corporal (\u00edndice de massa magra, \u00edndice de massa gorda e \u00edndice de tecido adiposo visceral), press\u00e3o arterial e medidas card\u00edacas: volume diast\u00f3lico final do ventr\u00edculo direito (VDFVD), fra\u00e7\u00e3o de eje\u00e7\u00e3o do ventr\u00edculo direito (FEVD), volume diast\u00f3lico final do ventr\u00edculo esquerdo (LVEDV), fra\u00e7\u00e3o de eje\u00e7\u00e3o do ventr\u00edculo esquerdo (FEVE), massa do ventr\u00edculo esquerdo (MVE), rela\u00e7\u00e3o massa \/ volume do ventr\u00edculo esquerdo (LMVR) como um marcador para remodela\u00e7\u00e3o conc\u00eantrica, volume sist\u00f3lico e d\u00e9bito card\u00edaco.<\/p>\n<p><strong>Resultados Principais<\/strong> Crian\u00e7as com sobrepeso e obesas apresentaram maior \u00edndice de massa magra, \u00edndice de massa gorda, \u00edndice de tecido adiposo visceral e press\u00e3o arterial em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s crian\u00e7as com peso adequado. O IMC foi associado positivamente com VDFVD (0,39), VDFVE (0,41), LVM (0,39) e LMVR (0,07). As associa\u00e7\u00f5es do \u00edndice de massa magra com todas as medidas card\u00edacas foram mais fortes do que as do IMC com a associa\u00e7\u00e3o mais forte com o VDFVE (0,51). Em menor grau, o \u00edndice de massa gorda e o \u00edndice de tecido adiposo visceral tamb\u00e9m se correlacionaram positivamente com VDFVD (0,15 e 0,09, respectivamente), VDFVE (0,17 e 0,09), LVM (0,19 e 0,12) e LMVR (0,07 e 0,09). O IMC e a composi\u00e7\u00e3o corporal (\u00edndice de massa magra, \u00edndice de massa gorda e \u00edndice de tecido adiposo visceral) foram inversamente correlacionados com a resist\u00eancia vascular sist\u00eamica. Crian\u00e7as obesas apresentaram o maior volume card\u00edaco, massa, raz\u00e3o massa \/ volume e volume sist\u00f3lico e menor FEVE. Nenhuma diferen\u00e7a foi observada para a FEVE.<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00f5es <\/strong>A massa magra pode ser um forte determinante de crescimento card\u00edaco. A massa gorda tamb\u00e9m pode influenciar a estrutura card\u00edaca em crian\u00e7as mais velhas. Embora este estudo n\u00e3o mostre associa\u00e7\u00e3o entre a fun\u00e7\u00e3o card\u00edaca esquerda e o IMC, outros estudos referenciados demonstraram menor FEVE e aumento do \u00edndice de tecido adiposo visceral. A obesidade est\u00e1 associada \u00e0 menor fun\u00e7\u00e3o card\u00edaca direita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>RADIOLOGIA MUSCULOESQUEL\u00c9TICA<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Acur\u00e1cia da ultrassonografia no diagn\u00f3stico de les\u00f5es metafis\u00e1rias cl\u00e1ssicas, utilizando radiografias como padr\u00e3o-ouro<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Karmazyn B, Marine MB, Wanner MR et al. Precis\u00e3o da ultrassonografia no diagn\u00f3stico de les\u00f5es metafis\u00e1rias cl\u00e1ssicas, utilizando radiografias como padr\u00e3o-ouro. Pediatr Radiol 2020; 50: 1123-1130.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00247-020-04671-8\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00247-020-04671-8<\/a><\/p>\n<p><strong>Pergunta (s)<\/strong> A ultrassonografia (US) \u00e9 acurada para o diagn\u00f3stico de les\u00f5es metafis\u00e1rias cl\u00e1ssicas (LMC) em casos suspeitos de abuso infantil?<\/p>\n<p><strong>Design<\/strong> Estudo prospectivo de 2014-2017. Dois radiologistas (Rad1 e Rad2) revisaram \u00e0s cegas a US de f\u00eamures distais bilaterais e da t\u00edbia proximal e distal direita ou esquerda de cada participante. Os casos foram considerados positivos se a crian\u00e7a apresentava uma LMC no inqu\u00e9rito esquel\u00e9tico e negativos se a LMC n\u00e3o era definitivamente vista no inqu\u00e9rito esquel\u00e9tico. Os casos eram indeterminados se as palavras \u201cposs\u00edvel\u201d, \u201cpreocupante\u201d ou \u201csugestivo\u201d fossem usadas no relat\u00f3rio da pesquisa esquel\u00e9tica.<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o <\/strong>Institui\u00e7\u00e3o \u00fanica, Hospital para Crian\u00e7as Riley, Indian\u00e1polis<\/p>\n<p><strong>Participantes <\/strong>63 crian\u00e7as (idade &lt;1 ano) com 241 met\u00e1fises avaliadas. Todas as crian\u00e7as inclu\u00eddas foram divididas em tr\u00eas grupos: controle, crian\u00e7as inclu\u00eddas para pesquisas esquel\u00e9ticas por poss\u00edvel abuso e crian\u00e7as inclu\u00eddas para pesquisas esquel\u00e9ticas j\u00e1 com suspeita de LMC.<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong> Sensibilidade, especificidade e acur\u00e1cia da detec\u00e7\u00e3o por US entre interpreta\u00e7\u00e3o de 2 radiologistas, kappa (confiabilidade interobservador).<\/p>\n<p><strong>Resultados Principais<\/strong> O Kappa para presen\u00e7a de LMC na US foi de 0,7 com concord\u00e2ncia de 96%. A sensibilidade das USs foi baixa (55% e 63% para Rad1 e Rad2, respectivamente), e a especificidade das US foi alta: 98% e 97% para Rad1 e Rad2, respectivamente. A acur\u00e1cia das USs foi alta (94% para ambos os radiologistas).<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00f5es <\/strong>Nos Estados Unidos, pesquisas esquel\u00e9ticas s\u00e3o obrigat\u00f3rias para qualquer caso de suspeita de abuso em crian\u00e7as menores de 2 anos e s\u00e3o consideradas o padr\u00e3o de refer\u00eancia para o diagn\u00f3stico de fraturas associadas. As fraturas podem ser vistas nas USs. Este estudo avalia a sensibilidade, especificidade e acur\u00e1cia do uso da US na avalia\u00e7\u00e3o de LMC. A confiabilidade interobservador neste estudo foi maior do que a relatada no diagn\u00f3stico de LMC em radiografias com 2 incid\u00eancias. A acur\u00e1cia e a especificidade da US no diagn\u00f3stico da LMC foram altas, mas a sensibilidade foi baixa. Portanto, a US poderia ser um complemento \u00fatil para avaliar LMC que foram indeterminadas em radiografias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Acur\u00e1cia diagn\u00f3stica da ultrassonografia para fraturas dos membros superiores em crian\u00e7as: revis\u00e3o sistem\u00e1tica e meta-an\u00e1lise.<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Tsou PY, Ma YK, Wang YH, et al. Acur\u00e1cia diagn\u00f3stica da ultrassonografia para fraturas dos membros superiores em crian\u00e7as: revis\u00e3o sistem\u00e1tica e meta-an\u00e1lise. Article in Press. Sou J da Emerg Med, 2020.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ajem.2020.04.071\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ajem.2020.04.071<\/a><\/p>\n<p><strong>Pergunta (s)<\/strong> Qual \u00e9 a acur\u00e1cia diagn\u00f3stica da ultrassonografia (US) para fraturas de membros superiores nas crian\u00e7as?<\/p>\n<p><strong>Design<\/strong> Revis\u00e3o sistem\u00e1tica de bancos de dados (PubMed, EMBASE, Web of Science) a partir de novembro de 2019, usando termos de \u00edndice predefinidos. Modelo bivariado de efeitos aleat\u00f3rios foi usado para a meta-an\u00e1lise. Tamb\u00e9m foi realizada an\u00e1lise de subgrupos do local da fratura (cotovelo vs. n\u00e3o cotovelo).<\/p>\n<p><strong>N\u00famero de estudos<\/strong> 32 estudos foram inclu\u00eddos, de diversos continentes<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o<\/strong> US realizada para fraturas nos membros superiores<\/p>\n<p><strong>Resultados <\/strong>Sensibilidade, especificidade, raz\u00e3o de verossimilhan\u00e7a positiva e raz\u00e3o de verossimilhan\u00e7a negativa e a \u00e1rea sob a curva ROC para diagn\u00f3stico por US de fraturas de membros superiores e an\u00e1lise de subgrupos para fraturas do cotovelo. Meta-regress\u00e3o foi realizada para determinar se o local da fratura afetava a acur\u00e1cia do diagn\u00f3stico.<\/p>\n<p><strong>Resultados Principais<\/strong> A sensibilidade, especificidade, raz\u00e3o de verossimilhan\u00e7a positiva (LR +), raz\u00e3o de verossimilhan\u00e7a negativa (LR-) e a \u00e1rea sobre a curva ROC (AUC) para o diagn\u00f3stico por US foram de 0,95, 0,95, 21,1, 0,05 e 0,98, respectivamente. A sensibilidade, especificidade, LR+, LR- e AUROC para an\u00e1lise de subgrupos para fratura de cotovelo foram de 0,95, 0,87, 7,3, 0,06 e 0,96, respectivamente. A meta-regress\u00e3o sugeriu que o local da fratura afeta a precis\u00e3o diagn\u00f3stica da US (p &lt;0,01 para fraturas do cotovelo vs. n\u00e3o cotovelo).<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00f5es<\/strong> As evid\u00eancias atuais mostram que a US tem excelentes caracter\u00edsticas de desempenho diagn\u00f3stico para fraturas de membros superiores em crian\u00e7as e pode servir como uma alternativa \u00e0s radiografias simples. Curiosamente, os autores tamb\u00e9m avaliaram o uso do <em>US point of care<\/em> (POCUS) em compara\u00e7\u00e3o a US realizada por radiologia como uma an\u00e1lise adicional de subgrupo e mostraram sensibilidade, especificidade, LR +, LR\u2013 e AUC de 0,95, 0,96, 22,7, 0,06 e 0,97, respectivamente. Isso poderia sugerir que o uso do POCUS poderia ter um desempenho semelhante \u00e0 US realizada pelo radiologista. No entanto, devido ao baixo poder estat\u00edstico (17 estudos inclu\u00eddos para o POCUS) e \u00e0 grande varia\u00e7\u00e3o no treinamento musculoesquel\u00e9tico (30 minutos de did\u00e1tica com pr\u00e1tica por m\u00e9dicos a anos de experi\u00eancia em radiologia), deve-se tomar cuidado ao interpretar os resultados, especialmente porque US \u00e9 uma modalidade operador dependente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><span style=\"color: #800080;\">RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA<\/span><\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Oclus\u00e3o p\u00f3s-pil\u00f3rica por bal\u00e3o para aumentar o sucesso t\u00e9cnico durante a coloca\u00e7\u00e3o percut\u00e2nea de sonda de gastrostomia\/ gastrojejunostomia<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Durand R, Cahill AM, Shellikeri S, et al. Oclus\u00e3o p\u00f3s-pil\u00f3rica por bal\u00e3o para aumentar o sucesso t\u00e9cnico durante a coloca\u00e7\u00e3o percut\u00e2nea de sonda de gastrostomia\/ gastrojejunostomia. <em>J Vasc Interv Radiol <\/em>2020; 31:1139\u20131142.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jvir.2020.03.004\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jvir.2020.03.004<\/a><\/p>\n<p><strong>Pergunta(s) <\/strong>A obstru\u00e7\u00e3o p\u00f3s-pil\u00f3rica por bal\u00e3o maximiza a insufla\u00e7\u00e3o g\u00e1strica na coloca\u00e7\u00e3o de sonda de gastrostomia\/gastrojejunostomia via percut\u00e2nea ap\u00f3s falha dos m\u00e9todos convencionais?<\/p>\n<p><strong>Local <\/strong>Institui\u00e7\u00e3o \u00fanica, Hospital Infantil da Filad\u00e9lfia<\/p>\n<p><strong>Desenho <\/strong>Estudo retrospectivo de 2016 a 2019.<\/p>\n<p><strong>Participantes <\/strong>Foram selecionados casos em que foi utilizada a oclus\u00e3o p\u00f3s-pil\u00f3rica por bal\u00e3o. 29 de 155 casos de coloca\u00e7\u00e3o do tubo de alimenta\u00e7\u00e3o exigiram oclus\u00e3o por bal\u00e3o. A idade m\u00e9dia dos pacientes foi de 36 meses.<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o <\/strong>A oclus\u00e3o com uso de bal\u00e3o p\u00f3s-pil\u00f3rica foi usada nos casos em que a margem do est\u00f4mago n\u00e3o era suficientemente subcostal, n\u00e3o fosse definido com clareza a margem hep\u00e1tica ou se houvesse perda prematura de ar insuflado para o duodeno.<\/p>\n<p><strong>Desfechos <\/strong>Taxa de sucesso t\u00e9cnico.<\/p>\n<p><strong>Principais Resultados<\/strong> A oclus\u00e3o por bal\u00e3o foi bem-sucedida em 23 dos 29 pacientes (79,3%), o que aumentou a taxa de sucesso geral da coloca\u00e7\u00e3o do tubo de alimenta\u00e7\u00e3o percut\u00e2nea de 80,1% para 95,2%.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios <\/strong>A oclus\u00e3o p\u00f3s-pil\u00f3rica por bal\u00e3o pode aumentar a taxa de sucesso da coloca\u00e7\u00e3o percut\u00e2nea de gastrostomia\/ gastrojejunostomia em crian\u00e7as, principalmente nos casos com interposi\u00e7\u00e3o intestinal e hep\u00e1tica. \u00c9 uma t\u00e9cnica simples e pode ser usada em crian\u00e7as de at\u00e9 3 kg. Os autores pressup\u00f5em que essa t\u00e9cnica possa ser usada em vez de glucagon em casos apropriados. Os 6 casos mal sucedidos neste estudo foram atribu\u00eddos a fatores que n\u00e3o puderam ser superados, incluindo interposi\u00e7\u00e3o col\u00f4nica persistente, distens\u00e3o do intestino delgado e hepatomegalia. Portanto, essa t\u00e9cnica n\u00e3o elimina completamente a necessidade de coloca\u00e7\u00e3o cir\u00fargica de sonda para alimentar a crian\u00e7a. As limita\u00e7\u00f5es deste estudo e t\u00e9cnica incluem o tamanho pequeno da amostra, tempo adicional de fluoroscopia e dose de radia\u00e7\u00e3o para o paciente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><span style=\"color: #800080;\">NEURORRADIOLOGIA<\/span><\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Acur\u00e1cia da RM para detec\u00e7\u00e3o de perda auditiva neurossensorial em lactentes com meningite bacteriana<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Orman G, Kukreja MM, Vallejo JG, et al. Acur\u00e1cia da RM para detec\u00e7\u00e3o de perda auditiva neurossensorial em lactentes com meningite bacteriana. <em>AJNR<\/em> 2020; 41: 1081\u20131086.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.3174\/ajnr.A6539\">http:\/\/dx.doi.org\/10.3174\/ajnr.A6539<\/a><\/p>\n<p><strong>Pergunta(s)<\/strong> Qual \u00e9 a acur\u00e1cia diagn\u00f3stica da RM para prever o desenvolvimento de perda auditiva neurossensorial (SNHL) entre crian\u00e7as com meningite bacteriana?<\/p>\n<p><strong>Desenho<\/strong> Estudo retrospectivo de 2011 a 2019.<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong> Institui\u00e7\u00e3o \u00fanica, Hospital Infantil do Texas\/Faculdade de Medicina de Baylor, Houston, Texas<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong> 115 crian\u00e7as<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o<\/strong> Revis\u00e3o retrospectiva independente de RMs cerebrais realizadas por 2 neurorradiologistas pedi\u00e1tricos, cegos e certificados, com 7-9 anos de experi\u00eancia. O teste audiom\u00e9trico foi o padr\u00e3o de refer\u00eancia do diagn\u00f3stico de SNHL em todos os pacientes.<\/p>\n<p><strong>Desfechos<\/strong> Sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo (VPP), valor preditivo negativo (VPN) e acur\u00e1cia diagn\u00f3stica da imagem ponderada em T1 contrastada (T1WI+C), da imagem FLAIR e da avalia\u00e7\u00e3o combinada com os resultados dos testes audiom\u00e9tricos. Os achados laboratoriais tamb\u00e9m foram avaliados, incluindo culturas de LCR, glicose no LCR, prote\u00ednas no LCR, contagem de leuc\u00f3citos no LCR e hemoculturas.<\/p>\n<p><strong>Principais Resultados<\/strong> Para T1WI+C, o consenso de sensibilidade, especificidade, VPP, VPN e acur\u00e1cia foram de 61,4%, 95,5%, 83,3%, 87,1% e 86,3%, respectivamente. Para imagens FLAIR, a sensibilidade, especificidade, VPP, VPN e acur\u00e1cia foram de 50%, 93,6%, 75%, 83,1% e 81,6%, respectivamente. A concord\u00e2ncia interobservador para T1WI + C, imagem FLAIR e avalia\u00e7\u00e3o combinada foi excelente (kappa &gt; 0,9). Os fatores significativamente associados \u00e0 SNHL foram: baixa glicose no LCR, alta prote\u00edna no LCR e cultura positiva no LCR.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong> A hipercapta\u00e7\u00e3o do contraste e o aumento do sinal na sequ\u00eancia FLAIR na RM do ouvido interno s\u00e3o altamente espec\u00edficos para a predi\u00e7\u00e3o de SNHL em lactentes com meningite bacteriana e podem estar relacionados \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o, quebra da barreira hematoencef\u00e1lica e ac\u00famulo de l\u00edquido proteico anormal na meningite bacteriana. Os resultados deste estudo devem aumentar a conscientiza\u00e7\u00e3o e incentivar uma avalia\u00e7\u00e3o mais detalhada do ouvido interno em pacientes com meningite bacteriana nas resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas cerebrais de rotina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Resson\u00e2ncia magn\u00e9tica cerebral ultra-r\u00e1pida de um minuto com sequ\u00eancias b\u00e1sicas completas: pode ser um caminho promissor para a neuroimagem pedi\u00e1trica?<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Ha JY, Baek HJ, Ryu KH, et al. Resson\u00e2ncia magn\u00e9tica cerebral ultra-r\u00e1pida de um minuto com sequ\u00eancias b\u00e1sicas completas: pode ser um caminho promissor para a neuroimagem pedi\u00e1trica? <em>AJR<\/em> 2020; 215: 198\u2013205.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/10.2214\/AJR.19.22378\">https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/10.2214\/AJR.19.22378<\/a><\/p>\n<p><strong>Pergunta(s) <\/strong>Um protocolo de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica cerebral ultrarr\u00e1pida de 1 minuto \u00e9 clinicamente vi\u00e1vel em pacientes pedi\u00e1tricos?<\/p>\n<p><strong>Desenho<\/strong> Estudo retrospectivo<\/p>\n<p><strong>Local<\/strong> Centro \u00fanico, Faculdade de Medicina da Universidade Nacional Gyeongsang e Hospital Changwon da Universidade Nacional Gyeongsang, Rep\u00fablica da Coreia.<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong> 23 pacientes com achados normais e anormais<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o<\/strong> Protocolo de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica ultra-r\u00e1pida de 1 minuto (tempo total de varredura 1 minuto, 11 segundos) em compara\u00e7\u00e3o com o protocolo de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica cerebral de rotina (tempo total de varredura 9 minutos, 51 segundos)<\/p>\n<p><strong>Desfechos<\/strong> Escala Likert de 4 pontos para classifica\u00e7\u00e3o da qualidade da imagem, Wilcoxon assinou um teste de classifica\u00e7\u00e3o para comparar as classifica\u00e7\u00f5es dos leitores e a concord\u00e2ncia interobservadores entre 2 leitores independentes fornecida com valores percentuais<\/p>\n<p><strong>Principais Resultados<\/strong> Os escores m\u00e9dios da qualidade geral da imagem e o delineamento anat\u00f4mico nas imagens ultra-r\u00e1pidas de RM do c\u00e9rebro foram significativamente menores do que os das imagens de RM do c\u00e9rebro habituais. No entanto, as resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas cerebrais ultra-r\u00e1pidas mostraram qualidade geral da imagem e detalhes anat\u00f4micos suficientes com &gt;2 pontos na escala Likert de 4 pontos. A concord\u00e2ncia interobservador nos dois protocolos variou de 60 a 100%.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong> Os autores concluem que o protocolo de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica cerebral ultra-r\u00e1pida de 1 minuto possui qualidade de imagem suficiente para uso diagn\u00f3stico quando comparado com um protocolo de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica cerebral de rotina. As implica\u00e7\u00f5es do menor tempo de varredura sugerem taxas mais baixas de falha na varredura, menor necessidade de seda\u00e7\u00e3o e diminui\u00e7\u00e3o da ansiedade relacionada aos exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica. No entanto, existem v\u00e1rias limita\u00e7\u00f5es importantes deste estudo, incluindo pequeno tamanho da amostra, baixa confiabilidade interobservadores e an\u00e1lise subjetiva da qualidade da imagem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><span style=\"color: #800080;\">QUALIDADE E SEGURAN\u00c7A<\/span><\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Dose de radia\u00e7\u00e3o nos acompanhantes durante exames comuns de tomografia computadorizada pedi\u00e1trica<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Overhoff D, Weis M, Riffel P, et al. Dose de radia\u00e7\u00e3o nos acompanhantes durante exames comuns de tomografia computadorizada pedi\u00e1trica. <em>Pediatr Radiol<\/em> 2020; 50: 1078\u20131082.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007\/s00247-020-04681-6\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00247-020-04681-6<\/a><\/p>\n<p><strong>Pergunta(s) <\/strong>Qual \u00e9 a dose de radia\u00e7\u00e3o nos acompanhantes adultos durante tomografias computadorizadas pedi\u00e1tricas?<\/p>\n<p><strong>Desenho <\/strong>Estudo prospectivo. Dois protocolos usando 1) <em>phantom<\/em> de t\u00f3rax e 2) pacientes pedi\u00e1tricos para exames de rotina do t\u00f3rax.<\/p>\n<p><strong>Local <\/strong>Institui\u00e7\u00e3o \u00fanica, Centro M\u00e9dico da Universidade Mannheim, Universidade de Heidelberg<\/p>\n<p><strong>Participantes <\/strong>3 medidas totais do dos\u00edmetro de 10 exames usando <em>phantom<\/em> e de 12 exames pedi\u00e1tricos de rotina<\/p>\n<p><strong>Interven\u00e7\u00e3o <\/strong>Os 3 dos\u00edmetros foram colocados em diferentes locais ao redor do tom\u00f3grafo (na abertura do <em>gantry<\/em>, a 1 m do <em>gantry<\/em> e ao lado do <em>gantry<\/em>). As doses de radia\u00e7\u00e3o foram registradas.<\/p>\n<p><strong>Desfechos<\/strong> Dose total de radia\u00e7\u00e3o (\u03bcSv) do Dos\u00edmetro #1, #2 e #3<\/p>\n<p><strong>Principais Resultados<\/strong> Para o protocolo 1, o Dos\u00edmetro #1 teve uma dose total de radia\u00e7\u00e3o de 3 \u03bcSv, o Dos\u00edmetro #2 teve 1 \u03bcSv e o Dos\u00edmetro #3 n\u00e3o detectou radia\u00e7\u00e3o. Para o protocolo 2, o Dos\u00edmetro #1 apresentou uma dose total de radia\u00e7\u00e3o de 2 \u03bcSv, o Dos\u00edmetro #2 apresentou 1 \u03bcSv e o Dos\u00edmetro #3 n\u00e3o detectou radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios <\/strong>Baixas doses de radia\u00e7\u00e3o s\u00e3o registradas para todas as posi\u00e7\u00f5es do dos\u00edmetro para ambos os protocolos, incluindo nenhuma quando posicionada ao lado do <em>gantry<\/em>. A diferen\u00e7a de doses entre as imagens do <em>phantom<\/em> e as reais foi atribu\u00edda \u00e0 dispers\u00e3o. O estudo tem limita\u00e7\u00f5es, como medir doses em uma \u00fanica altura e n\u00e3o considerar a presen\u00e7a de aventais de chumbo, geralmente usados \u200b\u200bpelos acompanhantes. Esses resultados podem n\u00e3o ser aplic\u00e1veis \u200b\u200ba exames de outras partes do corpo ou a outros tipos de estudos, como fluoroscopia. No entanto, as baixas doses gerais registradas s\u00e3o tranquilizadoras, permitindo que os acompanhantes tenham seguran\u00e7a ao permanecer com as crian\u00e7as durante as tomografias computadorizadas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=MdyWgXnZ0AA[\/embedyt] IMAGEM ABDOMINAL &nbsp; A import\u00e2ncia da pobreza de g\u00e1s nas radiografias de abdome [&hellip;]","protected":false},"author":3,"featured_media":3054,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-7225","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>What\u2019s new in Pediatric Imaging (Portuguese) \u2013 August 2020 - ACORE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-august-2020\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"What\u2019s new in Pediatric Imaging (Portuguese) \u2013 August 2020 - ACORE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=MdyWgXnZ0AA[\/embedyt] IMAGEM ABDOMINAL &nbsp; A import\u00e2ncia da pobreza de g\u00e1s nas radiografias de abdome [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-august-2020\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"ACORE\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2020-08-06T09:59:45+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2020-08-06T11:56:33+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/broken-leg-x-ray-scanning-PWB9QTL-1-scaled.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"2560\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1678\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Abdelrahman\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Abdelrahman\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"20 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-august-2020\/\",\"url\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-august-2020\/\",\"name\":\"What\u2019s new in Pediatric Imaging (Portuguese) \u2013 August 2020 - ACORE\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-august-2020\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-august-2020\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/broken-leg-x-ray-scanning-PWB9QTL-1-scaled.jpg\",\"datePublished\":\"2020-08-06T09:59:45+00:00\",\"dateModified\":\"2020-08-06T11:56:33+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#\/schema\/person\/75293c6e4870f3aa293e1394c53df6b7\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-august-2020\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-august-2020\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-august-2020\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/broken-leg-x-ray-scanning-PWB9QTL-1-scaled.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/broken-leg-x-ray-scanning-PWB9QTL-1-scaled.jpg\",\"width\":2560,\"height\":1678,\"caption\":\"Broken Leg of Little Children X Ray Scanning. 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