{"id":3502,"date":"2020-07-05T11:22:09","date_gmt":"2020-07-05T16:22:09","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=3502"},"modified":"2020-07-17T21:48:19","modified_gmt":"2020-07-18T02:48:19","slug":"ultrasound","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/ultrasound\/","title":{"rendered":"O que h\u00e1 de novo em ultrassonografia"},"content":{"rendered":"<p>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=RQ6kW3xFSRY[\/embedyt]&nbsp;<\/p>\n<h3><strong><span style=\"color: #800080;\">Imagem abdominal<\/span> <\/strong><\/h3>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Diagn\u00f3stico Ultrassonogr\u00e1fico de Espessamento Urotelial em Rim Alotransplantado: Um Marcador N\u00e3o Invasivo e Altamente Relevante para a Detec\u00e7\u00e3o de Rejei\u00e7\u00e3o aguda<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Fananapazir G, Navarro SM, Zhou C, et al. Sonographically Diagnosed Urothelial Thickening in Kidney Allografts: A Noninvasive and Clinically Highly Relevant Marker for the Detection of Acute Rejection. AJR Am J Roentgenol. 2020;215(1):148-152.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.22128\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.22128<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto: <\/strong>Reconhecimento precoce da rejei\u00e7\u00e3o do transplante \u00e9 importante para potencialmente preservar o \u00f3rg\u00e3o. Muitos dos estudos que investigam a rejei\u00e7\u00e3o de transplantes renais no ultra-som s\u00e3o antigos.<\/p>\n<p><strong>Pergunta: <\/strong>Poderia a escala de cinza e\/ou o Doppler colorido ultrassonogr\u00e1fico identificar a rejei\u00e7\u00e3o do aloenxerto renal, dados os recentes avan\u00e7os no conhecimento e na tecnologia?<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>\u00danico centro; Centro m\u00e9dico UC Davis, Sacramento, California, USA<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o:<\/strong> 107 pacientes transplantados renais com rejei\u00e7\u00e3o aguda que realizaram uma bi\u00f3psia dentro de 2 semanas ap\u00f3s o ultrassom<\/p>\n<p><strong>Estudo: <\/strong>Estudo retrospectivo, revisando dados de 2015-2018. As imagens ultrassonogr\u00e1ficas foram revisadas por tr\u00eas radiologistas nos pacientes que tiveram rejei\u00e7\u00e3o aguda ao transplante pela an\u00e1lise histopatol\u00f3gica. Os achados de imagem registrados inclu\u00edram ecogenicidade do c\u00f3rtex renal, perfus\u00e3o, espessamento uroepitelial e diferencia\u00e7\u00e3o corticomedular.<\/p>\n<p><strong>Resultados: <\/strong>Entre os achados de imagem registrados, apenas o espessamento uroepitelial foi significativamente associado \u00e0 rejei\u00e7\u00e3o aguda do transplante renal (p &lt;0,001). Apresentava sensibilidade de 96% e valor preditivo negativo (VPN) de 98% para rejei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es: <\/strong>O espessamento uroepitelial na Ultrassonografia \u00e9 altamente sens\u00edvel e tem um alto valor preditivo negativo para rejei\u00e7\u00e3o aguda de transplante renal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Valor da ultrassonografia com contraste versus tomografia computadorizada para o diagn\u00f3stico de carcinoma hepatocelular: uma avalia\u00e7\u00e3o retrospectiva em um \u00fanico centro de 234 pacientes<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Schwarze V, Marschner C, V\u00f6lckers W, et al. Diagnostic value of contrast-enhanced ultrasound versus computed tomography for hepatocellular carcinoma: a retrospective, single-center evaluation of 234 patients. J Int Med Res. 2020;48(6):300060520930151.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1177\/0300060520930151\">https:\/\/doi.org\/10.1177\/0300060520930151<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto:<\/strong> A imagem no carcinoma hepatocelular (CHC) geralmente envolve uma abordagem de m\u00faltiplas modalidades, com a ultrassonografia sendo frequentemente usada na triagem. A ultrassonografia com contraste \u00e9 um estudo din\u00e2mico capaz de avaliar o padr\u00e3o de vasculariza\u00e7\u00e3o das les\u00f5es hep\u00e1ticas, incluindo o CHC.<\/p>\n<p><strong>Pergunta: <\/strong>Como a ultrassonografia com contraste se compara em rela\u00e7\u00e3o a tomografia na avalia\u00e7\u00e3o das les\u00f5es do CHC?<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>\u00danico centro; Universidade Ludwig Maximilian de Munique, Alemanha<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o: <\/strong>234 pacientes que apresentaram les\u00f5es hep\u00e1ticas com um ultrassom contrastado e uma Tomografia.<\/p>\n<p><strong>Estudo: <\/strong>Estudo retrospectivo, compilando dados de 2004-2018. Os estudos foram interpretados por um \u00fanico radiologista experiente.<\/p>\n<p><strong>Resultados: <\/strong>Comparado com a tomografia convencional, o Ultrassom com contraste apresentou sensibilidade de 94% e especificidade de 70% para an\u00e1lise do CHC. Correspondentemente, o valor preditivo positivo foi de 93% e o valor preditivo negativo foi de 72%.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es: <\/strong>CEUS is highly accurate in HCC assessment compared to CT. O Ultrassom contrastado \u00e9 altamente preciso na avalia\u00e7\u00e3o do CHC em compara\u00e7\u00e3o com a Tomografia<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Caracteriza\u00e7\u00e3o de les\u00f5es hep\u00e1ticas indeterminadas na tomografia computadorizada (TC) e na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (RM) com ultrassom com contraste: qual \u00e9 a evid\u00eancia?<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Wang DC, Jang HJ, Kim TK. Characterization of Indeterminate Liver Lesions on CT and MRI With Contrast-Enhanced Ultrasound: What Is the Evidence?. AJR Am J Roentgenol. 2020;214(6):1295-1304. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.21498\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.19.21498<\/a><\/p>\n<p><strong>Objetivo: <\/strong>O artigo tem como objetivo fornecer uma revis\u00e3o na metodologia em rela\u00e7\u00e3o a utilidade e interpreta\u00e7\u00e3o do Ultrassom com contraste na imagem hep\u00e1tica. O Ultrassom com contraste \u00e9 \u00fanico porque o contraste permanece puramente no meio intravascular e permite a avalia\u00e7\u00e3o em tempo real. H\u00e1 um foco na avalia\u00e7\u00e3o de les\u00f5es hep\u00e1ticas indeterminadas na TC e na RM. Algumas \u00e1reas-chave da Ultrassonografia podem ajudar a avalia\u00e7\u00e3o entre CHC ou colangiocarcinoma intra-hep\u00e1tico, avalia\u00e7\u00e3o de trombo plaquet\u00e1rio versus trombo tumoral e a diferencia\u00e7\u00e3o de adenoma hepatocelular de hiperplasia nodular focal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Previs\u00e3o n\u00e3o invasiva do status dos linfonodos em pacientes com c\u00e2ncer cervical em est\u00e1gio inicial com base em caracter\u00edsticas radi\u00f4micas de imagens ultrassonogr\u00e1ficas.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Jin X, Ai Y, Zhang J, et al. Noninvasive prediction of lymph node status for patients with early-stage cervical cancer based on radiomics features from ultrasound images. Eur Radiol. 2020;30(7):4117-4124. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00330-020-06692-1\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00330-020-06692-1<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto: <\/strong>A met\u00e1stase linfonodal no c\u00e2ncer de colo do \u00fatero \u00e9 o fator de risco mais importante para recorr\u00eancia e sobreviv\u00eancia. Apenas alguns relatos de uso de ultrassom e radi\u00f4mica, que usam aprendizado de m\u00e1quina para extrair uma grande quantidade de detalhes das imagens, foram descritos anteriormente no c\u00e2ncer de colo do \u00fatero.<\/p>\n<p><strong>Pergunta: <\/strong>O uso de radi\u00f4mica em imagens de ultrassom ajuda na detec\u00e7\u00e3o de met\u00e1stases linfonodais no c\u00e2ncer cervical em est\u00e1gio inicial?<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>\u00danico centro; 1\u00ba Hospital Afiliado da Universidade M\u00e9dica de Wenzhou, Wenzhou, China<\/p>\n<p><strong>Estudo: <\/strong>Estudo retrospectivo que avalia os exames realizados em um per\u00edodo de aproximadamente 4,5 anos. Radiologistas experientes identificaram as regi\u00f5es de interesse nas imagens de ultrassom que foram analisadas usando o software LIFEx. Caracter\u00edsticas estruturais foram extra\u00eddas, com a utiliza\u00e7\u00e3o de grupos de treinamento e valida\u00e7\u00e3o. A precis\u00e3o dos modelos foi determinada usando curvas ROC (Curva Caracter\u00edstica de Opera\u00e7\u00e3o do Receptor).<\/p>\n<p><strong>Resultados: <\/strong>Utilizando o software de radi\u00f4mica, foram extra\u00eddas 152 caracter\u00edsticas ultrassonogr\u00e1ficas e 6 delas associadas \u00e0 met\u00e1stase linfonodal (p &lt;0,05). Ao selecionar o melhor modelo, a coorte de treinamento alcan\u00e7ou uma \u00e1rea sob a curva no modelo ROC de 0,75 e a coorte de valida\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou uma \u00e1rea sob a curva\u00a0 de 0,77.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es: <\/strong>A ultrassonografia pr\u00e9-operat\u00f3ria utilizando modelos radi\u00f4micos \u00e9 potencialmente capaz de prever met\u00e1stases linfonodais no c\u00e2ncer do colo do \u00fatero. Tamb\u00e9m pode ser \u00fatil para orientar a abordagem cir\u00fargica, se validada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Valor agregado limitado do ultrassom com contraste em modo B para a subtipagem de adenomas hepatocelulares<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Gregory J, Paisant A, Paulatto L, et al. Limited added value of contrast-enhanced ultrasound over B-mode for the subtyping of hepatocellular adenomas. Eur J Radiol. 2020.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109027\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109027<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto:<\/strong> Entende-se agora que os adenomas hepatocelulares (AHC) t\u00eam m\u00faltiplos subtipos histopatol\u00f3gicos, respons\u00e1veis pela variabilidade no comportamento cl\u00ednico e nas apar\u00eancias de imagem. Dois subtipos comuns s\u00e3o os inflamat\u00f3rios (I-AHC) e os HNF1-\u03b1 (H-AHC).<\/p>\n<p><strong>Pergunta:<\/strong> A adi\u00e7\u00e3o de contraste ao ultrassom, ajuda a diferenciar os subtipos de adenoma hepatocelular?<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u00danico centro; Hospital Beaujon, Paris, Fran\u00e7a<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o: <\/strong>33 pacientes com 44 AHCs patologicamente comprovados (29 I-AHC e 15 H-AHC) com ultrassom com contraste.<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong>: Estudo comparando caracter\u00edsticas de I-AHCs e H-AHCs patologicamente comprovados no modo B das Ultrassonografias e das Ultrassonografias contrastadas. Os dados foram coletados retrospectivamente com avalia\u00e7\u00e3o prospectiva da imagem. As imagens foram revisadas por dois radiologistas abdominais e um patologista experiente. Os radiologistas revisores estavam cegos para o subtipo de AHC.<\/p>\n<p><strong>Resultado<\/strong>: No modo B da ultrassonografia, a maioria dos I-AHCs eram hipoecog\u00eanicos (79%) ou isoec\u00f3icos (14%), significativamente diferentes dos H-AHCs, que eram principalmente hiperecog\u00eanicos (93%) (P = 0,001). Les\u00f5es homog\u00eaneas e hiperec\u00f3icas foram 100% espec\u00edficas para H-AHCs na aus\u00eancia de esteatose hep\u00e1tica. Com o Ultrassom com contraste, o hiper-realce arterial foi comum em ambos os grupos e observado em 93% das les\u00f5es I-AHC e H-AHC (p = 0,98). A lavagem entre os dois grupos tamb\u00e9m n\u00e3o foi estatisticamente significativa, observada em 21% dos I-AHCs e 7% dos H-AHCs (P = 0,27). Todos (100%) H-AHCs e 79% dos I-AHCs eram homog\u00eaneos no portal e nas fases de contraste tardio (p = 0,04).<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es:<\/strong> Quando se suspeita ou se conhece um adenoma hepatocelular, os recursos do modo B podem ser \u00fateis para diferenciar esses dois subtipos. A Ultrassonografia com contraste oferece pouco benef\u00edcio adicional a esse respeito.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Atualiza\u00e7\u00e3o da Sociedade de Radiologistas em Ultrasonografia na Declara\u00e7\u00e3o de Consenso sobre Elastografia Hep\u00e1tica<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Barr RG, Wilson SR, Rubens D, Garcia-Tsao G, Ferraioli G. Update to the Society of Radiologists in Ultrasound Liver Elastography Consensus Statement. Radiology. 2020. <a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1148\/radiol.2020192437\">https:\/\/doi.org\/10.1148\/radiol.2020192437<\/a><\/p>\n<p><strong>Objetivo:<\/strong> A quantidade de dados sobre elastografia de ondas de cisalhamento do f\u00edgado (EOC) aumentou significativamente desde que a Sociedade dos Radiologistas Ultrassonogr\u00e1ficos publicou a declara\u00e7\u00e3o de consenso em 2015. Al\u00e9m disso, novas tecnologias foram disponibilizadas e foram incorporadas, o que diminuiu a variabilidade nas medi\u00e7\u00f5es entre sistemas. Portanto, o objetivo desta atualiza\u00e7\u00e3o \u00e9 abordar essas altera\u00e7\u00f5es, como a detec\u00e7\u00e3o aprimorada de doen\u00e7a hep\u00e1tica cr\u00f4nica avan\u00e7ada compensada (cDHCA). Eles tamb\u00e9m enfatizam que na hepatite viral, os valores basais devem ser obtidos ap\u00f3s a erradica\u00e7\u00e3o ou a supress\u00e3o adequada do v\u00edrus. Al\u00e9m disso, para todos os pacientes, a altera\u00e7\u00e3o da rigidez do f\u00edgado ao longo do tempo deve ser usada em oposi\u00e7\u00e3o a valores absolutos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Compara\u00e7\u00e3o da Rigidez do Par\u00eanquima Renal Derivada de Imagem de Onda de Cisalhamento Supers\u00f4nica entre Pacientes com Diabetes Mellitus com e sem Nefropatia Diab\u00e9tica.<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Shi LQ, Sun JW, Miao HH, Zhou XL. Comparison of Supersonic Shear Wave Imaging-Derived Renal Parenchyma Stiffness Between Diabetes Mellitus Patients With and Without Diabetic Kidney Disease. Ultrasound Med Biol. 2020;46(7):1630-1640.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ultrasmedbio.2020.03.026\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ultrasmedbio.2020.03.026<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto: <\/strong>A doen\u00e7a renal diab\u00e9tica pode ser dif\u00edcil de detectar e diagnosticar, especialmente no in\u00edcio do curso da doen\u00e7a. Altera\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas, como fibrose t\u00fabulo-intersticial por doen\u00e7a renal diab\u00e9tica, podem resultar em altera\u00e7\u00f5es na rigidez renal. A elastografia por ondas de cisalhamento (EOC) demonstrou ser confi\u00e1vel para estimar a rigidez em outros \u00f3rg\u00e3os, como o f\u00edgado.<\/p>\n<p><strong>Pergunta: <\/strong>Existe diferen\u00e7a na rigidez renal entre pacientes com diabetes mellitus tipo 2 (DM) com e sem nefropatia diab\u00e9tica?<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>Centro \u00fanico; Segundo Hospital Afiliado da Universidade M\u00e9dica de Harbin, Harbin, China<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o: <\/strong>124 pacientes no total, saud\u00e1veis (n = 31), com DM tipo 2 sem doen\u00e7a renal (n = 38) ou com doen\u00e7a renal diab\u00e9tica (n = 55)<\/p>\n<p><strong>Estudo:<\/strong> Estudo prospectivo com medidas de tamanho renal, espessura, \u00edndice resistivo arterial interlobar (IR) e rigidez obtida. A rigidez foi medida pelo m\u00f3dulo de Young (YM) com EOC e m\u00e9dia, m\u00ednimo e m\u00e1ximo registrados. Pacientes com doen\u00e7a renal diab\u00e9tica foram subcategorizados por est\u00e1gio da doen\u00e7a renal cr\u00f4nica (DRC) de 1-5.<\/p>\n<p><strong>Resultados: <\/strong>A rigidez m\u00e9dia pelo YM em pacientes saud\u00e1veis (26,45 \u00b1 4,32 kPa) foi significativamente menor do que em pacientes com DM tipo 2, mas sem doen\u00e7a renal (31,44 \u00b1 3,83 kPa) e no grupo com doen\u00e7a renal diab\u00e9tica (37,60 \u00b1 6,56 kPa) (todos P &lt;0,05 ) A rigidez m\u00e9dia em pacientes diab\u00e9ticos sem e com DRC est\u00e1gio 1-2 foi menor do que em pacientes com DRC est\u00e1gio 5. No grupo de doen\u00e7a renal diab\u00e9tica, houve uma correla\u00e7\u00e3o positiva entre os n\u00edveis de YM e creatinina (r = 0,690), bem como uma correla\u00e7\u00e3o negativa com a taxa de filtra\u00e7\u00e3o glomerular (TFG) (r = -0657).<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es: <\/strong>A EOC pode ser um m\u00e9todo eficaz e n\u00e3o invasivo para detectar doen\u00e7a renal diab\u00e9tica e \u00e9 superior ao ultrassom convencional. Tamb\u00e9m pode ser ben\u00e9fico para o monitoramento de danos renais em pacientes com DM tipo 2.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Ultrassonografia do p\u00eanis\/disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Bertolotto M, Campo I, Sachs C, et al. Sonography of the penis\/erectile dysfunction. Abdom Radiol. 2020;45(7):1973-1989.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00261-020-02529-z\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00261-020-02529-z<\/a><\/p>\n<p><strong>Objetivo: <\/strong>Este artigo de revis\u00e3o analisa o espectro da disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til, principalmente como se relaciona \u00e0 imagem. A anatomia, as indica\u00e7\u00f5es para ultrassonografia e as t\u00e9cnicas de varredura s\u00e3o discutidas em detalhes. V\u00e1rios processos da doen\u00e7a s\u00e3o detalhados, incluindo v\u00e1rios subtipos de priapismo, doen\u00e7a de Peyronie e disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til p\u00f3s traum\u00e1tica, bem como seus achados de imagem em ultrassonografia. Tamb\u00e9m \u00e9 dada aten\u00e7\u00e3o ao papel que a elastrografia pode desempenhar no diagn\u00f3stico e nas publica\u00e7\u00f5es recentes sobre o assunto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>Imagem Tor\u00e1cica<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Ultrassonografia pulmonar como m\u00e9todo diagn\u00f3stico preciso para o diagn\u00f3stico de pneumonia adquirida na comunidade na popula\u00e7\u00e3o idosa<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Buda N, Hajduk A, Jaworska J, Zdrojewski Z. Lung Ultrasonography as an Accurate Diagnostic Method for the Diagnosis of Community-Acquired Pneumonia in the Elderly Population. Ultrasound Q. 2020;36(2):111-117.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1097\/RUQ.0000000000000499\">https:\/\/doi.org\/10.1097\/RUQ.0000000000000499<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto: <\/strong>\u00a0A pneumonia adquirida na comunidade (PAC) \u00e9 uma grande causa de morbimortalidade em pacientes idosos. A sensibilidade da radiografia de t\u00f3rax \u00e9 bastante baixa para suspeita de pneumonia.<\/p>\n<p><strong>Pergunta: <\/strong>A Ultrassonografia pulmonar pode ser usada para identificar PAC em popula\u00e7\u00f5es geri\u00e1tricas com maior precis\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s radiografias tor\u00e1cicas?<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>\u00danico centro; Universidade M\u00e9dica de Gdansk, Pol\u00f4nia<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o: <\/strong>191 idosos hospitalizados por pneumonia<\/p>\n<p><strong>Estudo: <\/strong>Estudo prospectivo, com radiografias tor\u00e1cicas e ultrassonografias pulmonares, obtidos em poucas horas ap\u00f3s a interna\u00e7\u00e3o hospitalar. A ultrassonografia foi realizada por um cl\u00ednico experiente e os achados indicativos de pneumonia inclu\u00edram consolida\u00e7\u00e3o subpleural, padr\u00e3o de linha B e \/ ou &#8220;pulm\u00e3o branco&#8221; focal.<\/p>\n<p><strong>Resultados: <\/strong>Apenas 65 pacientes tiveram achados de pneumonia na radiografia tor\u00e1cica, enquanto 114 (60% do grupo de estudo e 99% dos pacientes com pneumonia confirmada na alta) tiveram pneumonia pelos achados da ultrassonografia. Isso resultou em uma sensibilidade e especificidade de 99% da ultrassonografia pulmonar, com a radiografia tor\u00e1cica apenas de 57% e 100%, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es: <\/strong>A Ultrassonografia\u00a0 pulmonar foi superior em compara\u00e7\u00e3o as radiografias tor\u00e1cicas para identifica\u00e7\u00e3o de pneumonia em popula\u00e7\u00f5es idosas. A utiliza\u00e7\u00e3o pode resultar em diagn\u00f3stico r\u00e1pido e mais barato de pneumonia nas popula\u00e7\u00f5es idosas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>Radiologia intervencionista<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Viabilidade da Sonoelastografia por Ondas de Cisalhamento para Detectar Endoleak e Avaliar a Organiza\u00e7\u00e3o do Trombo Ap\u00f3s o Reparo Endovascular do Aneurisma da Aorta Abdominal<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Voizard N, Bertrand-Grenier A, Alturkistani H, et al. Feasibility of shear wave sonoelastography to detect endoleak and evaluate thrombus organization after endovascular repair of abdominal aortic aneurysm. Eur Radiol. 2020;30(7):3879-3889.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00330-020-06739-3\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00330-020-06739-3<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto: <\/strong>O reparo endovascular dos aneurismas da aorta abdominal (AAA) raramente pode ser complicado pelo <em>endoleak<\/em>, o que aumenta o risco de ruptura se n\u00e3o for tratado. A Angiotomografia \u00e9 frequentemente usada para avalia\u00e7\u00e3o de complica\u00e7\u00f5es, que s\u00e3o mais sens\u00edvel, mas tamb\u00e9m mais invasiva que o ultrassom com Doppler colorido.<\/p>\n<p><strong>Pergunta: <\/strong>A elastografia por ondas de cisalhamento (EOC) pode ser usada para identificar <em>endoleak<\/em> ap\u00f3s o tratamento endovascular de aneurismas e como ela se compara \u00e0 angiotomografia e ao ultrassom?<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>Centro \u00fanico; Montreal, Canada<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o: <\/strong>28 pacientes que tiveram um reparo endovascular pr\u00e9vio para AAA e angiotomografia pr\u00e9-procedimento.<\/p>\n<p><strong>Estudo: <\/strong>Estudo prospectivo com pacientes recrutados ap\u00f3s tratamento endovascular e acompanhados com EOC, angiotomografia e ultrassom com Doppler colorido. Um acompanhamento de 3 anos foi obtido para garantir que <em>endoleak<\/em> ou outras complica\u00e7\u00f5es n\u00e3o fossem perdidas. Dois radiologistas, cegos para a angiotomografia e as imagens de ultrassom, avaliaram os resultados do EOC para detectar vazamentos internos.<\/p>\n<p><strong>Resultados: <\/strong>7 (25%) dos pacientes desenvolveram <em>endoleak<\/em> conforme determinado pelos dois radiologistas com a elastrografia demonstrando especificidade de 100% e sensibilidade de 67%. A sensibilidade do Doppler colorido isolado foi estimada em 43%. Os trombos do saco aneurism\u00e1tico tamb\u00e9m puderam ser diferenciados do <em>endoleak<\/em> (P &lt;0,001).<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es: <\/strong>A elastografia por ondas de cisalhamento mostra a promessa de detectar vazamento interno ap\u00f3s tratamento endovascular de aneurismas, especialmente se combinado com outras caracter\u00edsticas ultrassonogr\u00e1ficas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>Imagem musculoesquel\u00e9tica<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Avalia\u00e7\u00e3o dos efeitos do envelhecimento na elasticidade do m\u00fasculo esquel\u00e9tico utilizando elastografia por ondas de cisalhamento<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>\u015eendur HN, Cindil E, Cerit MN, K\u0131l\u0131\u00e7 P, G\u00fcltekin I\u0130, Oktar S\u00d6. Evaluation of effects of aging on skeletal muscle elasticity using shear wave elastography. Eur J Radiol. 2020;128:109038.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109038\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.ejrad.2020.109038<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto: <\/strong>O envelhecimento leva a altera\u00e7\u00f5es no m\u00fasculo esquel\u00e9tico que podem limitar a fun\u00e7\u00e3o e a mobilidade. Os resultados foram variados sobre se a rigidez muscular esquel\u00e9tica aumenta ou diminui com a idade.<\/p>\n<p><strong>Pergunta: <\/strong>Como a rigidez do m\u00fasculo esquel\u00e9tica muda com o envelhecimento quando medida com elastografia por ondas de cisalhamento (EOC)?<\/p>\n<p><strong>Localiza\u00e7\u00e3o: <\/strong>Centro \u00fanico; Gazi University, Ankara, Turkey<\/p>\n<p><strong>Participantes e crit\u00e9rios de inclus\u00e3o: <\/strong>57 volunt\u00e1rios saud\u00e1veis com idades entre 18 e 74 anos (m\u00e9dia 41).<\/p>\n<p><strong>Estudo: <\/strong>Estudo prospectivo com 1 radiologista com experi\u00eancia em EOC medindo o m\u00fasculo gastrocn\u00eamio na cabe\u00e7a medial com rigidez em estados relaxados e contra\u00eddos. A espessura muscular tamb\u00e9m foi medida e uma taxa de aumento da rigidez (TAR) foi calculada [(Rcontra\u00eddo -Rrelaxado) \/ Rrelaxado]. Eles foram separados em tr\u00eas faixas et\u00e1rias para an\u00e1lise.<\/p>\n<p><strong>Resultados: <\/strong>Os valores de rigidez nos estados relaxado (m\u00e9dia 12,51) e contra\u00eddo (m\u00e9dia 81,74) correlacionaram-se inversamente com a idade (faixa r: -0,703 a -0,590). Tamb\u00e9m houve diferen\u00e7as significativas nos valores de espessura e rigidez entre as faixas et\u00e1rias. O valor m\u00e9dio do TAR foi de 5,62, mas n\u00e3o foi significativamente diferente entre as faixas et\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es e observa\u00e7\u00f5es: <\/strong>A rigidez muscular esquel\u00e9tica diminuiu com a idade, mas a TAR permaneceu a mesma.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Abrevia\u00e7\u00f5es comuns:<\/p>\n<p>*EOC: Elastografia por ondas de cisalhamento<\/p>\n<p>*CHC: Carcinoma hepatocelular<\/p>\n<p>*AHC: Adenoma hepatocelular<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=RQ6kW3xFSRY[\/embedyt]&nbsp; Imagem abdominal \u00a0 Diagn\u00f3stico Ultrassonogr\u00e1fico de Espessamento Urotelial em Rim Alotransplantado: Um Marcador [&hellip;]","protected":false},"author":4,"featured_media":2488,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-3502","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - 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