{"id":14580,"date":"2021-07-13T17:32:22","date_gmt":"2021-07-13T22:32:22","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=14580"},"modified":"2021-07-13T17:32:22","modified_gmt":"2021-07-13T22:32:22","slug":"14580","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/14580\/","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Retinoblastoma: O que o neuroradiologista precisa saber<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">V.M. Silvera, J.B. Guerin, W. Brinjikji, and L.A. Dalvin<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0<\/span><a href=\"http:\/\/www.ajnr.org\/content\/early\/2021\/01\/28\/ajnr.A6949\"><span style=\"font-weight: 400;\">Retinoblastoma: What the Neuroradiologist Needs to Know | American Journal of Neuroradiology (ajnr.org)<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esse artigo de revis\u00e3o discute a apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica do retinoblastoma, modalidades de imagem em oftalmologia, caracter\u00edsticas de imagens em neurorradiologia e op\u00e7\u00f5es atuais de tratamento com \u00eanfase especial em o que os neuroradiologistas devem saber. O neuroradiologista est\u00e1 envolvido no diagn\u00f3stico, estadiamento, tratamento (por exemplo, quimioterapia intra-arterial) e acompanhamento.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O retinoblastoma se origina na retina e pode apresentar: crescimento endof\u00edtico na c\u00e2mara v\u00edtrea; crescimento exof\u00edtico no espa\u00e7o sub retiniano; e crescimento difuso e infiltrativo ao longo da retina.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00faltiplas modalidades de imagem s\u00e3o discutidas entre neurorradiologistas,\u00a0 sendo a RM o principal m\u00e9todo na avalia\u00e7\u00e3o de invas\u00e3o do nervo \u00f3ptico, extens\u00e3o de tumor extraocular e doen\u00e7a intracraniana. A TC na avalia\u00e7\u00e3o de retinoblastoma \u00e9 considerada obsoleta atualmente, uma vez que h\u00e1 um potencial risco de desenvolver c\u00e2nceres secund\u00e1rios \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o ionizante (especialmente no retinoblastoma de linha germinativa), al\u00e9m de n\u00e3o demonstrar valor adicional na detec\u00e7\u00e3o de calcifica\u00e7\u00e3o quando comparado com a ultrassonografia.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na RM, o tumor \u00e9 ligeiramente hiperintenso em rela\u00e7\u00e3o ao humor v\u00edtreo em imagens pesadas em T1, \u00e9 hipointenso em imagens pesadas em T2, apresenta restri\u00e7\u00e3o \u00e0 difus\u00e3o e demonstra realce heterog\u00eaneo pelo gadol\u00ednio. A calcifica\u00e7\u00e3o do tumor pode ser evidente como aus\u00eancia de sinal na sequ\u00eancia de susceptibilidade magn\u00e9tica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O envolvimento do nervo \u00f3ptico p\u00f3s laminar \u00e9 uma caracter\u00edstica de alto risco (observada em 8% dos casos) e requer enuclea\u00e7\u00e3o. Os est\u00e1gios iniciais s\u00e3o dif\u00edceis de avaliar na RM. O espessamento e realce do nervo \u00f3ptico p\u00f3s laminar na RM, geralmente indica extens\u00e3o tumoral. O crit\u00e9rio mais confi\u00e1vel para excluir invas\u00e3o avan\u00e7ada no nervo \u00f3ptico na RM s\u00e3o tamanho normal do nervo \u00f3ptico, sinal normal do nervo \u00f3ptico em imagens T2 e realce do nervo \u00f3ptico de at\u00e9 3mm em imagens p\u00f3s contraste.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A quimioterapia intra arterial \u00e9 o tratamento de primeira linha padr\u00e3o, especialmente nos casos de tumores avan\u00e7ados e unilaterais e carrega um baixo risco de efeitos adversos como ototoxicidade, neurotoxicidade e os associados com quimioterapia sist\u00eamica.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em casos de retinoblastoma heredit\u00e1rio, a RM tamb\u00e9m \u00e9 \u00fatil na avalia\u00e7\u00e3o de outros tumores concomitantes (retinoblastoma trilateral\/ quadrilateral). Ap\u00f3s o tratamento, a RM \u00e9 \u00fatil no acompanhamento da doen\u00e7a e tamb\u00e9m na avalia\u00e7\u00e3o de longo prazo de desenvolvimento de tumores adicionais.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Correlatos cl\u00ednicos, de imagens e laboratoriais de leucoencefalopatia por COVID-19 grave<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\"> Rapalino, A. Pourvaziri, M. Maher, A. Jaramillo-Cardoso, B.L. Edlow, J. Conklin, S. Huang, B. Westover,<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J.M. Romero, E. Halpern, R. Gupta, S. Pomerantz, P. <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Schaefer<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, R.G. Gonzalez, S.S. Mukerji, and M.H. Lev<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/33414226\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Clinical, Imaging, and Lab Correlates of Severe COVID-19 Leukoencephalopathy &#8211; PubMed (nih.gov)<\/span><\/a><\/p>\n<p><b><i>Pergunta Cl\u00ednica:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Caracterizar os correlatos cl\u00ednicos, de imagem e laboratoriais de leucoencefalopatia por COVID-19.<\/span><\/p>\n<p><b><i>M\u00e9todos:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Estudo observacional retrospectivo de pacientes consecutivos admitidos no Hospital Geral de Massachusetts entre 1 de fevereiro de 2020 e 12 de maio de 2020. Foram identificados 47 pacientes adultos consecutivos positivos para SARS-CoV-2 que realizaram RM do cr\u00e2nio. Desses, 27 foram admitidos no CTI durante o estudo e foram inclu\u00eddos na an\u00e1lise.<\/span><\/p>\n<p><b><i>Achados e resultados:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dos 27 pacientes inclu\u00eddos nesse estudo, 7 tinham leucoencefalopatia com restri\u00e7\u00e3o \u00e0 difus\u00e3o e 20 n\u00e3o tinham. N\u00e3o foram observadas diferen\u00e7as raciais significativas entre os grupos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os pacientes com restri\u00e7\u00e3o \u00e0 difus\u00e3o apresentaram um IMC significativamente maior (p&lt; 0,1) quando comparados com o grupo controle. N\u00e3o foram observadas diferen\u00e7as significativas em outras caracter\u00edsticas de base como uso de tabaco, doen\u00e7as concomitantes, sintomas antes da admiss\u00e3o, parada card\u00edaca anterior e n\u00famero de dias com sintomas (incluindo dispneia).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Pacientes com restri\u00e7\u00e3o \u00e0 difus\u00e3o apresentaram a tend\u00eancia para insufici\u00eancia renal aguda mais frequente e taxa de filtra\u00e7\u00e3o glomerular mais baixa (p&lt; 0,6 em ambos). Pacientes com restri\u00e7\u00e3o \u00e0 difus\u00e3o tamb\u00e9m apresentaram menores valores do n\u00edvel de hemoglobina (p&lt; 0,5) e maiores n\u00edveis de s\u00f3dio s\u00e9rico (p&lt;0,4) dentro de 24 horas antes da RM. N\u00e3o foram observadas diferen\u00e7as significativas entre os dois grupos quanto a choque s\u00e9ptico, isquemia intestinal ou coagula\u00e7\u00e3o intravascular disseminada.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O grupo com restri\u00e7\u00e3o \u00e0 difus\u00e3o mostrou uma distribui\u00e7\u00e3o reprodut\u00edvel de les\u00f5es de subst\u00e2ncia branca\u00a0 confluentes, predominantemente sim\u00e9tricas, supratentoriais e de ped\u00fanculo cerebelar m\u00e9dio (P &lt;0,001).<\/span><\/p>\n<p><b><i>Conclus\u00e3o:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esses achados de imagem de les\u00e3o da subst\u00e2ncia branca se sobrep\u00f5em aos de v\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es que podem ajudar a elucidar a fisiopatologia da encefalopatia por COVID-19 grave. Esses incluem leucoencefalopatia p\u00f3s hip\u00f3xia tardia, leucoencefalopatia relacionada com sepse e encefalopatia metab\u00f3lica relacionada com dist\u00farbios eletrol\u00edticos.<\/span><\/p>\n<p><b><i>Implica\u00e7\u00f5es:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esse artigo aprofunda nosso entendimento da poss\u00edvel fisiopatologia dos padr\u00f5es de imagem encontrados em COVID-19 grave, que incluem altera\u00e7\u00f5es isqu\u00eamicas em zonas de fronteira, dist\u00farbios do transporte eletrol\u00edtico e hip\u00f3xia silenciosa no cen\u00e1rio de tempestade de citocinas associada \u00e0 doen\u00e7a.\u00a0<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Altera\u00e7\u00f5es de imagem e edema cerebral induzidos por radia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s radiocirurgia estereot\u00e1xica para MAVs cerebrais<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">B.J. Daou, G. Palmateer, D.A. Wilkinson, B.G. Thompson, C.O. Maher, N. Chaudhary, J.J. Gemmete, J.A. Hayman,<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\"> Lam, D.R. Wahl, M. Kim, and A.S. Pandey<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ajnr.org\/content\/early\/2020\/11\/19\/ajnr.A6880\"><span style=\"font-weight: 400;\">Radiation-Induced Imaging Changes and Cerebral Edema following Stereotactic Radiosurgery for Brain AVMs | American Journal of Neuroradiology (ajnr.org)<\/span><\/a><\/p>\n<p><b><i>Pergunta Cl\u00ednica:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esse estudo teve como objetivo investigar as caracter\u00edsticas e associa\u00e7\u00f5es da resposta de sinal em T2\/FLAIR em RM de acompanhamento em pacientes submetidos a radiocirurgia estereot\u00e1xica para malforma\u00e7\u00f5es arteriovenosas (MAVs) cerebrais.<\/span><\/p>\n<p><b><i>M\u00e9todos:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os dados do estudo foram obtidos seguindo uma revis\u00e3o retrospectiva de prontu\u00e1rios m\u00e9dicos durante um per\u00edodo de 28 anos (janeiro 1990 \u2013 dezembro de 2018). Pacientes consecutivos tratados com radiocirurgia estereot\u00e1xica para MAVs cerebrais que tiveram um acompanhamento com imagem por RM por pelo menos 1 ano foram identificados. Ao todo, 160 MAVs foram tratados em 148 pacientes que foram recrutados para esse estudo, 42 dos quais eram pacientes pedi\u00e1tricos (26,2%). Uma an\u00e1lise por regress\u00e3o log\u00edstica foi utilizada para avaliar os preditores de desfechos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b><i>Achados e resultados:\u00a0<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A mediana da classifica\u00e7\u00e3o de Spetzler-Martin foi grau 3. Treze MAVs (8,1%) foram classificados como Martin\u00a0 grau I; 42 (26,3%) como grau II; 71 (44,4%) como grau III; 29 (18,1%) como grau IV; e 5 (3,1%) como grau V. O m\u00e1ximo di\u00e2metro m\u00e9dio das MAVs foi de 2,8 cm. A m\u00e9dia do volume alvo da MAV foi de 7,4 mL, o volume de superf\u00edcie de isodose m\u00e9dio foi de 12,5 mL e a mediana da dose de radia\u00e7\u00e3o foi de 16,5 Gy.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Novos sinais hiperdensos em T2\/FLAIR foram observados em 40% dos MAVs. Volumes em FLAIR com 3, 6, 12, 18 e 14 meses foram, respectivamente, 4,04, 55,47, 56,42, 48,06, e 29,38 mL.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dos pacientes que apresentaram altera\u00e7\u00f5es induzidas por radia\u00e7\u00e3o, 45\/65 pacientes (69,2%) tiveram novos sinais ou sintomas ap\u00f3s radiocirurgia estereot\u00e1xica. Dos pacientes que n\u00e3o apresentaram altera\u00e7\u00f5es nas imagens, 9\/95 pacientes (9,5%) tiveram novos sinais ou sintomas neurol\u00f3gicos (p ,0001).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">122 pacientes tiveram acompanhamento de 2 anos para avaliar a\u00a0 oblitera\u00e7\u00e3o das MAVs. Nos pacientes que apresentaram altera\u00e7\u00f5es induzidas por radia\u00e7\u00e3o, 39\/46 pacientes (84,8%) tiveram completa oblitera\u00e7\u00e3o das suas MAVs; nos pacientes que n\u00e3o apresentaram altera\u00e7\u00f5es nas imagens, 55\/76 pacientes (72,4%) tiveram completa oblitera\u00e7\u00e3o de suas MAVs (p ,1).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fatores estatisticamente significativos associados a altera\u00e7\u00f5es na imagem induzidas por radia\u00e7\u00e3o foram grau de Spetzler-Martin IV, maior di\u00e2metro m\u00e1ximo e presen\u00e7a de m\u00faltiplas art\u00e9rias de nutri\u00e7\u00e3o. A ocorr\u00eancia de novos sinais e sintomas p\u00f3s radiocirurgia estereot\u00e1xica foi significativamente associada \u00e0 presen\u00e7a de altera\u00e7\u00f5es na imagem induzidas por radia\u00e7\u00e3o (P&lt;,001).<\/span><\/p>\n<p><b><i>Conclus\u00e3o:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Altera\u00e7\u00f5es na imagem induzidas por radia\u00e7\u00e3o s\u00e3o comuns no per\u00edodo p\u00f3s-tratamento para MAVs cerebrais com radiocirurgia estereot\u00e1xica baseada em acelarador de part\u00edculas linear, com pico em cerca de 12 meses e s\u00e3o significativamente associadas a sinais e sintomas neurol\u00f3gicos. Pacientes com MAVs maiores e MAVs com m\u00faltiplas art\u00e9rias de nutri\u00e7\u00e3o apresentam maiores chances de desenvolvimento de altera\u00e7\u00f5es de imagens induzidas por radia\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><b><i>Implica\u00e7\u00f5es<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esse estudo melhora nosso entendimento sobre anormalidades de sinal em T2\/FLAIR induzidas por radia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s radiocirurgia estereot\u00e1xica e seus fatores associados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">TC de cr\u00e2nio: Em rumo ao uso pleno das informa\u00e7\u00f5es fornecidas pelos Raios X<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">K.A. Cauley, Y. Hu, and S.W. Fielden<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ajnr.org\/content\/early\/2021\/06\/17\/ajnr.A7153\"><span style=\"font-weight: 400;\">Head CT: Toward Making Full Use of the Information the X-Rays Give | American Journal of Neuroradiology (ajnr.org)<\/span><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nessa revis\u00e3o, s\u00e3o discutidos m\u00e9todos atuais e poss\u00edveis aplica\u00e7\u00f5es de an\u00e1lise quantitativa de imagens de TC de cr\u00e2nio. Godfrey Hounsfield observou que a capacidade quantitativa da TC \u00e9 uma das maiores vantagens sobre a radiografia 2D, no entanto, as capacidades quantitativas da TC de cr\u00e2nio continuam pouco exploradas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar das TC de cr\u00e2nio serem comumente interpretadas de forma qualitativa, m\u00e9todos automatizados aplicados \u00e0 rotina cl\u00ednica de TC de cr\u00e2nio permitem a avalia\u00e7\u00e3o quantitativa do volume cerebral, fra\u00e7\u00e3o do par\u00eanquima cerebral, radio densidade cerebral e radio massa cerebral.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essas m\u00e9tricas ganham signific\u00e2ncia cl\u00ednica quando observadas em rela\u00e7\u00e3o com refer\u00eancias no banco de dados e expressadas como valores de quantidade de regress\u00e3o. Refer\u00eancias do banco de dados podem ser geradas de estudos radiogr\u00e1ficos com achados normais realizados em pacientes sem hist\u00f3ria m\u00e9dica significativa ou sem doen\u00e7a sist\u00eamica. Dessa forma, grandes bancos de dados podem estar sujeitos a an\u00e1lise estat\u00edstica para identifica\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros normativos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dados de imagem quantitativos podem auxiliar no relato objetivo e na identifica\u00e7\u00e3o de discrep\u00e2ncias, com poss\u00edveis implica\u00e7\u00f5es diagn\u00f3sticas. A compara\u00e7\u00e3o com um banco de dados de refer\u00eancia necessita de uma padroniza\u00e7\u00e3o dos par\u00e2metros e protocolos de imagens de TC de cr\u00e2nio. Novas pesquisas s\u00e3o necess\u00e1rias para aprendermos os efeitos da imagem monocrom\u00e1tica virtual nas caracter\u00edsticas quantitativas das imagens de TC de cr\u00e2nio.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Variabilidade nos biomarcadores de imagem na hidrocefalia de press\u00e3o normal em rela\u00e7\u00e3o ao plano de angula\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O qu\u00e3o errado um radiologista pode estar?<\/span><\/p>\n<ol>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\"> Ryska, O. Slezak, A. Eklund, J. Salzer, J. Malm, and J. Zizka<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ajnr.org\/content\/early\/2021\/04\/22\/ajnr.A7095\"><span style=\"font-weight: 400;\">Variability of Normal Pressure Hydrocephalus Imaging Biomarkers with Respect to Section Plane Angulation: How Wrong a Radiologist Can Be? | American Journal of Neuroradiology (ajnr.org)<\/span><\/a><\/p>\n<p><b><i>Pergunta Cl\u00ednica:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O objetivo desse estudo foi avaliar a variabilidade dos biomarcadores de imagens transversais de hidrocefalia de press\u00e3o normal idiop\u00e1tica (HPNi) (por exemplo, \u00edndice de Evans, \u00e2ngulo calosal,\u00a0 \u00e2ngulo calosal simplificado, di\u00e2metro do corno frontal etc) em rela\u00e7\u00e3o a imagens de diferentes planos de angula\u00e7\u00e3o (plano de imagem transversal, como a linha bicalosal, bicomissural, hip\u00f3fise-fastigium e linha vertical do tronco cerebral vertical).<\/span><\/p>\n<p><b><i>M\u00e9todos:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">80 indiv\u00edduos (35 com hidrocefalia de press\u00e3o normal idiop\u00e1tica clinicamente confirmada e 45 controles saud\u00e1veis pareados por idade e sexo) foram prospectivamente inclu\u00eddos no estudo de imagem de RM de cr\u00e2nio 3T. Dois leitores independentes avaliaram os biomarcadores radiol\u00f3gicos de hidrocefalia de press\u00e3o normal idiop\u00e1tica em se\u00e7\u00f5es paralelas ou perpendiculares \u00e0s linhas bicalosa, bicomissural, hip\u00f3fise-fastigium e tronco cerebral, respectivamente.<\/span><\/p>\n<p><b><i>Achados e Resultados:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hidrocefalia com espa\u00e7o subaracn\u00f3ideo desproporcionalmente aumentado, \u00e2ngulo do corpo caloso simplificado, di\u00e2metro do corno frontal, \u00edndice de Evans e largura vertical m\u00e9dia da sela n\u00e3o mostraram diferen\u00e7a sistem\u00e1tica significativa em nenhum dos 6 planos estudados. Os 7 biomarcadores restantes (incluindo o \u00edndice de Evans e o \u00e2ngulo do corpo caloso) demonstraram diferen\u00e7a significativa em at\u00e9 4 de 6 combina\u00e7\u00f5es de plano mutuamente comparadas. Os valores obtidos dos cortes alinhadas com a linha vertical do tronco cerebral (paralelo a margem posterior do tronco cerebral) mostraram os resultados mais divergentes de outras angula\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><b><i>Conclus\u00e3o:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">7 dos 12 biomarcadores para HPNi, incluindo o \u00edndice de Evans e o \u00e2ngulo do corpo caloso, frequentemente usados, demonstraram desvios estat\u00edsticos significativos quando medidos em cortes cujas angula\u00e7\u00f5es eram diferentes ou n\u00e3o estavam de acordo com a defini\u00e7\u00e3o do corte apropriado determinada na publica\u00e7\u00e3o original. A ades\u00e3o estrita \u00e0 metodologia na avalia\u00e7\u00e3o de biomarcadores para HPNi \u00e9 , assim, essencial para evitar um diagn\u00f3stico incorreto. Maior aten\u00e7\u00e3o radiol\u00f3gica e cl\u00ednica deve ser dada aos biomarcadores que mostram variabilidade relacionada a baixa angula\u00e7\u00e3o e alta especificidade para altera\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas relacionadas a HNPi, como o \u00edndice de Evans, di\u00e2metro do corno frontal ou hidrocefalia com espa\u00e7o subaracn\u00f3ideo desproporcionalmente aumentado.<\/span><\/p>\n<p><b><i>Implica\u00e7\u00f5es:<\/i><\/b><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como as diferentes institui\u00e7\u00f5es usam diversas defini\u00e7\u00f5es de cortes de imagem cerebral axial e coronal, a compara\u00e7\u00e3o entre cortes de imagens e biomarcadores de diferentes estudos pode ser imprecisa como demonstrado nesse estudo sobre HPNi. Esse estudo sugere que o esfor\u00e7o para padronizar e unificar as defini\u00e7\u00f5es de planos de imagem traria benef\u00edcios substanciais que se estendem muito al\u00e9m da comunidade radiol\u00f3gica.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Retinoblastoma: O que o neuroradiologista precisa saber V.M. Silvera, J.B. Guerin, W. Brinjikji, and L.A. 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