{"id":14078,"date":"2021-06-07T20:49:55","date_gmt":"2021-06-08T01:49:55","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=14078"},"modified":"2021-06-07T20:49:55","modified_gmt":"2021-06-08T01:49:55","slug":"whats-new-in-msk-imaging-portuguese-april-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-msk-imaging-portuguese-april-2021\/","title":{"rendered":"What&#8217;s new in MSK Imaging (Portuguese) &#8211; April 2021"},"content":{"rendered":"<p>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_krMuzupmx4[\/embedyt]<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Avalia\u00e7\u00e3o do \u201cPhantom\u201d de Tomografia Computadorizada (TC) de 67.392 exames de Acredita\u00e7\u00e3o \u00a0do Col\u00e9gio Americano de Radiologia (ACR): Implica\u00e7\u00f5es para o rastreio oportun\u00edstico de osteoporose usando TC<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Robert D. Boutin, MD, Andrew M. Hernandez, PhD, Leon Lenchik, MD, J. Anthony Seibert, PhD, Dustin A. Gress, MS e John M. Boone, PhD<\/p>\n<p>American Journal of Roentgenology<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.20.22943\">https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.20.22943<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong>: O uso da tomografia computadorizada para triagem de osteoporose \u00e9 poss\u00edvel devido \u00e0 maior disponibilidade de software para medidas automatizadas da atenua\u00e7\u00e3o \u00f3ssea e valores de atenua\u00e7\u00e3o \u00f3ssea padr\u00f5es de grandes coortes. O impacto da calibra\u00e7\u00e3o do tom\u00f3grafo e a inconsist\u00eancia das medidas de atenua\u00e7\u00e3o em diferentes fabricantes de tomografia dificultam a padroniza\u00e7\u00e3o dos par\u00e2metros t\u00e9cnicos utilizados para a avalia\u00e7\u00e3o \u00f3ssea por tomografia. Para estabelecer a validade t\u00e9cnica de um biomarcador quantitativo de imagem, \u00e9 crucial determinar como um teste se sai em condi\u00e7\u00f5es controladas, inclusive para determina\u00e7\u00e3o de vi\u00e9s (erro de medi\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica). Na pr\u00e1tica cl\u00ednica, o controle de qualidade da tomografia computadorizada \u00e9 comumente avaliado com um \u201cphantom\u201d de imagem padronizado contendo objetos de refer\u00eancia conhecidos. O \u201cphantom\u201d do ACR cont\u00e9m objetos de refer\u00eancia incorporados que permitem a avalia\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios recursos, incluindo atenua\u00e7\u00e3o. Este \u201cphantom\u201d\u00e9 amplamente utilizado, e os dados de acredita\u00e7\u00e3o s\u00e3o coletados pelo ACR de v\u00e1rios fabricantes de TC.<\/p>\n<p><strong>Perguntas<\/strong>: Existe um vi\u00e9s sistem\u00e1tico nas medi\u00e7\u00f5es de atenua\u00e7\u00e3o entre os scanners de tomografia computadorizadas feitos por diferentes fabricantes? Qual \u00e9 a relev\u00e2ncia desse vi\u00e9s no rastreamento oportun\u00edstico de osteoporose?<\/p>\n<p><strong>Design<\/strong>: Estudo retrospectivo<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: Os dados de acur\u00e1cia de atenua\u00e7\u00e3o (m\u00f3dulo 1) obtidos entre janeiro de 2011 e agosto de 2018 utilizando o \u201cphantom\u201d de credenciamento do ACR (modelo 464, Gammex) foram \u00a0retrospectivamente avaliados para apontar poss\u00edveis diferen\u00e7as nas medi\u00e7\u00f5es de atenua\u00e7\u00e3o entre quatro fabricantes de TC para o protocolo de tomografia abdominal adulto do ACR.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong>: Os dados sobre a acur\u00e1cia da medi\u00e7\u00e3o de atenua\u00e7\u00e3o foram adquiridos utilizando o phantom de credenciamento do ACR e foram avaliados de forma cega para quatro fabricantes de TC (8.500 submiss\u00f5es de credenciamento para o fabricante A; 18.575 para o fabricante B; 8278 para o fabricante C; e 32.039 para o fabricante D). O valor de atenua\u00e7\u00e3o para \u00e1gua, acr\u00edlico (substituto para osso trabecular) e materiais de Teflon (substituto para osso cortical; Chemours) para uma t\u00e9cnica de tomografia abdominal adulta (120 kV, 240 mA, algoritmo de reconstru\u00e7\u00e3o padr\u00e3o) foram utilizados na an\u00e1lise. As diferen\u00e7as no valor de atenua\u00e7\u00e3o entre todos os fabricantes foram avaliadas utilizando-se o teste kruskal-wallis seguido de um teste p\u00f3s-hoc para compara\u00e7\u00f5es pareadas.<\/p>\n<p>Principais Resultados: O valor m\u00e9dio de atenua\u00e7\u00e3o da \u00e1gua variou de \u22120,3 a 2,7 HU, com diferen\u00e7as altamente significativas entre todos os fabricantes (p &lt; 0,001). Para o substituto do osso trabecular, as diferen\u00e7as nos valores de atenua\u00e7\u00e3o entre todos os fabricantes tamb\u00e9m foram altamente significativas (p &lt; 0,001), com valores m\u00e9dios de 120,9 (SD, 3,5), 124,6 (3,3), 126,9 (4,4) e 123,9 (3,4) HU para os fabricantes A, B, C e D, respectivamente. Para o substituto do osso cortical, as diferen\u00e7as nos valores de atenua\u00e7\u00e3o entre todos os fabricantes tamb\u00e9m foram altamente significativas (p &lt; 0,001), com valores m\u00e9dios de 939,0 (14,2), 874,3 (13,3), 897,6 (11,3) e 912,7 (13,4) HU para os fabricantes A, B, C e D, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>: Os scanners de \u00a0TC feitos por diferentes fabricantes mostram vari\u00e2ncias sistem\u00e1ticas na medida da atenua\u00e7\u00e3o quando comparados entre si. O conhecimento dessas vari\u00e2ncias \u00e9 \u00fatil para otimizar a precis\u00e3o do diagn\u00f3stico oportun\u00edstico da osteoporose.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios dos editores seniores<\/strong>: Obrigado pelo trabalho \u00fatil. Os resultados auxiliar\u00e3o na melhor aten\u00e7\u00e3o aos controles de qualidade e podem ajudar no diagn\u00f3stico de \u00a0osteoporose durante a triagem oportun\u00edstica usando TC\u2019s.<\/p>\n<p><strong><em>Mensagens para os residentes<\/em><\/strong><em>:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>A tomografia computadorizada de v\u00e1rias partes do corpo pode ser usada para avalia\u00e7\u00e3o da osteoporose.<\/em><\/li>\n<li><em>Coeficientes de atenua\u00e7\u00e3o s\u00e3o usados para avaliar a osteoporose<\/em><\/li>\n<li><em>H\u00e1 diferen\u00e7as em v\u00e1rias medidas de atenua\u00e7\u00e3o entre diferentes fornecedores. O usu\u00e1rio deve estar ciente dessas vari\u00e2ncias, levando em conta os n\u00fameros da osteoporose.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Tomografia com Baixa Dose em Imagem P\u00e9lvica: Comparando dose e qualidade de imagem em rela\u00e7\u00e3o ao valor cl\u00ednico em um estudo com \u201cphantom\u201d<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Carsten Hackenbroch, MD, Marius Feilhuber, MD, Daniel Halt, MD, Hans-Joachim Riesner, MD, Meinrad Beer, MD e Arthur Wunderlich, PhD<\/p>\n<p>American Journal of Roentgenology<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.20.22907\">https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.20.22907<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong>: Com a radiografia convencional, \u00a0outras estruturas \u00f3sseas na imagem podem dificultar a avalia\u00e7\u00e3o das partes dorsais do anel p\u00e9lvico. Avalia\u00e7\u00f5es definitivas de consolida\u00e7\u00e3o de fraturas ou de soltura de dispositivos de fixa\u00e7\u00e3o interna s\u00e3o, portanto, dif\u00edceis de serem realizadas.\u00a0 Com a tomografia, o anel p\u00e9lvico dorsal pode ser visualizado sem ser obscurecido por estruturas \u00f3sseas. No entanto, a dose de radia\u00e7\u00e3o associada \u00e0 tomografia computadorizada de dose completa \u00e9 v\u00e1rias vezes maior do que a dose de at\u00e9 mesmo um exame radiogr\u00e1fico de tr\u00eas incid\u00eancias. Neste estudo com \u201cphantom\u201d, s\u00e3o comparadas as medidas de dose, a qualidade da imagem objetiva e subjetiva e os c\u00e1lculos de figura de m\u00e9rito (FOM) entre a radiografia convencional e a TC realizadas com e sem filtragem de metal, para determinar a t\u00e9cnica de imagem ideal para exames da pelve (avalia\u00e7\u00e3o do controle de consolida\u00e7\u00e3o e luxa\u00e7\u00e3o) e, assim, melhorar o manejo do paciente.<\/p>\n<p><strong>Perguntas<\/strong>: A tomografia de baixa dose da pelve pode ser realizada usando uma dose semelhante \u00e0 usada em um exame radiogr\u00e1fico padr\u00e3o? A tomografia tem maior valor cl\u00ednico do que a radiografia devido \u00e0 sua melhor delinea\u00e7\u00e3o de estruturas complexas?<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong>: Para compara\u00e7\u00e3o de doses, foi utilizado um \u201cphantom\u201d antropom\u00f3rfico com 20 dos\u00edmetros termoluminescentes, dois scanners de tomografia computadorizada diferentes e tr\u00eas dispositivos de radiografia convencional. Foram realizados sete protocolos de tomografia computadorizada (incluindo filtro de metal) e quatro diferentes exames radiogr\u00e1ficos. Foram comparados c\u00e1lculos de dose, avalia\u00e7\u00f5es objetivas e subjetivas de qualidade de imagem e c\u00e1lculos de FOM entre as t\u00e9cnicas. Al\u00e9m disso, as imagens obtidas foram avaliadas em um contexto cl\u00ednico. A correla\u00e7\u00e3o intraclasse foi determinada para os resultados subjetivos.<\/p>\n<p><strong>Principais Resultados<\/strong>: Os valores de dose dos protocolos de baixa dose testados, em particular aqueles que utilizam a t\u00e9cnica de filtro de metal, corresponderam ou foram apenas ligeiramente superiores aos valores de dose de imagens de radiografia p\u00e9lvica convencional obtidas em tr\u00eas incid\u00eancias. Os exames de tomografia de baixa dose foram classificados como suficientes para o controle de consolida\u00e7\u00e3o e tiveram um valor informativo significativamente superior ao da radiografia convencional. A filtragem de metal mostrou os melhores resultados para tomografias com baixa dose em termos de combina\u00e7\u00e3o de dose e qualidade de imagem clinicamente relevante.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>: Neste estudo com \u201cphantom\u201d, a tomografia de baixa dose foi superior \u00e0 radiografia para visualiza\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o do anel p\u00e9lvico dorsal, com exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o ligeriamente maior ocorrendo quando utilizados os sistemas de tomografia de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o. A filtragem de meta\u00e7 pode melhorar a qualidade da imagem, proporcionar redu\u00e7\u00e3o de dose ou fornecer ambos os benef\u00edcios.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios editoriais seniores<\/strong>: Este trabalho destaca que, usando novas t\u00e9cnicas de tomografia, a dose de radia\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 muito longe da radiografia convencional, mantendo as vantagens da imagem tridimensional. Entretanto, custo e disponibilidade do aparelho de TC \u00a0s\u00e3o \u00a0outras \u00a0considera\u00e7\u00f5es importantes, \u00a0\u00a0e a custo efici\u00eancia\u00a0 provavelmente melhorar\u00e1 no futuro para um melhor atendimento ao paciente.<\/p>\n<p><strong><em>Mensagem para os residentes<\/em><\/strong><em>:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>Visualiza\u00e7\u00e3o do anel p\u00e9lvico dorsal requer alta dose de radia\u00e7\u00e3o na tomografia de rotina<\/em><\/li>\n<li><em>Uma alternativa para radiografia \u00e9 a tomografia de baixa dose.<\/em><\/li>\n<li><em>A tomografia de baixa dose demonstra capacidade superior de avalia\u00e7\u00e3o do anel p\u00e9lvico dorsal.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Diferencia\u00e7\u00e3o de Met\u00e1stases Vertebrais de dep\u00f3sitos focais de medula \u00f3ssea vermelha na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (RM): Valor da Fra\u00e7\u00e3o de Gordura da Densidade de Pr\u00f3tons<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Yongjun Jung, MD, Seong Woo Jeon, MD, Kyu-Sung Kwack, MD, PhD, Jae Sung Yun, MD, Han-Dong Lee, M e Sunghoon Park, MD<\/p>\n<p>American Journal of Roentgenology<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.19.22698\">https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.19.22698<\/a><\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rico<\/strong>:\u00a0 Hiperplasia da medula \u00f3ssea vermelha pode produzir intensidade de sinal igual ou inferior \u00e0 do m\u00fasculo em imagens ponderadas em T1, o que dificulta a diferencia\u00e7\u00e3o de les\u00f5es malignas da medula \u00f3ssea. Al\u00e9m disso, a hiperplasia nodular focal da medula vermelha pode mostrar capta\u00e7\u00e3o no PET\/CT, mimetizando met\u00e1stase \u00f3ssea. A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica baseada e no desvio qu\u00edmico \u00e9 um m\u00e9todo emergente n\u00e3o invasivo de avalia\u00e7\u00e3o da fra\u00e7\u00e3o de gordura da densidade de pr\u00f3tons (PDFF), que \u00e9 um m\u00e9todo de imagem quantitativa promissor para estimar a concentra\u00e7\u00e3o de gordura da medula \u00f3ssea vertebral. Ele minimiza a influ\u00eancia de fatores de confus\u00e3o atrav\u00e9s de um \u00e2ngulo rota\u00e7\u00e3o baixo (para minimizar o vi\u00e9s T1) e t\u00e9cnicas multiecho para corrigir o decaimento T2*, e tem sido usado com um modelo de gordura multipico para quantificar a PDFF.<\/p>\n<p><strong>Perguntas<\/strong>: A PDFF ajudar\u00e1 a diferenciar met\u00e1stases vertebrais de dep\u00f3sitos focais de medula vermelha?<\/p>\n<p><strong>Design<\/strong>: Estudo retrospectivo<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong>: O estudo incluiu 44 pacientes com 30 met\u00e1stases vertebrais e 14 dep\u00f3sitos focais de medula vermelha submetidos \u00e0 RM da coluna.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o<\/strong>: Multiplicidade; les\u00e3o muito pequena para que um ROI seja colocado no mapa de fra\u00e7\u00e3o de gordura; uma les\u00e3o acompanhada de fraturas patol\u00f3gicas, destrui\u00e7\u00e3o cortical, massas peridurais ou de partes moles, ou uma combina\u00e7\u00e3o de qualquer um desses fatores; qualidade de imagem insatisfat\u00f3ria ou a presen\u00e7a de um artefato; \u00a0realiza\u00e7\u00e3o de quimioterapia ou radioterapia antes da resson\u00e2ncia magn\u00e9tica; ou qualquer combina\u00e7\u00e3o dos motivos acima mencionadas.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong>: Os diagn\u00f3sticos finais foram baseados na confirma\u00e7\u00e3o histol\u00f3gica, resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de seguimento ou PET\/CT. Dois radiologistas musculoesquel\u00e9ticos com 1 e 15 anos de experi\u00eancia interpretaram independentemente ambos os conjuntos de imagens (ou seja, imagens apenas de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica convencional versus imagens de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica convencional e PDFF combinadas). Usando uma escala de 5 pontos, os leitores pontuaram sua confian\u00e7a na malignidade das les\u00f5es vertebrais. O desempenho diagn\u00f3stico (AUC) dos dois conjuntos de imagens foi avaliado por meio de an\u00e1lises de curvas ROC. Sensibilidade, especificidade e acur\u00e1cia (para ambos os conjuntos de imagens) foram comparadas usando o teste McNemar. Os coeficientes kappa foram calculados para avaliar a concord\u00e2ncia interobservador.<\/p>\n<p><strong>Principais resultados<\/strong>: Ambos os leitores apresentaram melhor desempenho diagn\u00f3stico ap\u00f3s a adi\u00e7\u00e3o da PDFF (AUC, 0,840-0,912 e 0.805-0,895 para os leitores 1 e 2, respectivamente). No entanto, a adi\u00e7\u00e3o da PDFF n\u00e3o melhorou significativamente a sensibilidade e especificidade de nenhum dos leitores (p &gt; .05). A concord\u00e2ncia interobservador melhorou significativamente de moderado (\u03ba = 0,563) para excelente (\u03ba = 0,947) ap\u00f3s a adi\u00e7\u00e3o da PDFF.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>: A adi\u00e7\u00e3o da PDFF a um protocolo convencional de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica melhorou o desempenho diagn\u00f3stico para diferenciar met\u00e1stases vertebrais de dep\u00f3sitos focais de medula vermelha, mas sem resultar em melhora significativa na sensibilidade e especificidade.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios dos editores seniores<\/strong>:<\/p>\n<p>A imagem de desvio qu\u00edmico \u00e9 muito \u00fatil para melhorar a acur\u00e1cia na diferencia\u00e7\u00e3o de les\u00f5es de medula \u00f3ssea maligna de dep\u00f3sitos focais de medula vermelha com melhor confian\u00e7a do leitor, sendo que esse artigo destaca bem o valor da avalia\u00e7\u00e3o quantitativa desses dois processos.<\/p>\n<p><strong><em>Mensagens para os residentes<\/em><\/strong><em>:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>A hiperplasia focal da medula \u00f3ssea vermelha pode ser um fator confundidor ao avaliar les\u00f5es \u00f3sseas malignas.<\/em><\/li>\n<li><em>A PDFF da coluna vertebral ajuda na diferencia\u00e7\u00e3o da met\u00e1stase vertebral da medula hematopoi\u00e9tica.<\/em><\/li>\n<li><em>O desempenho diagn\u00f3stico melhora com a adi\u00e7\u00e3o da PDFF, mas sem melhora na sensibilidade e especificidade.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Tomografia de Baixa Dose de Corpo Inteiro no Mieloma M\u00faltiplo(MM): Valor diagn\u00f3stico dos padr\u00f5es de atenua\u00e7\u00e3o da medula apendicular<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Vassilis Koutoulidis, MD, Evangelos Terpos, MD, Ioanna Klapa, MD, George Cheliotis, MSc, Ioannis Ntanasis-Stathopoulos, MD, Andriani Boultadaki, MD, Maria Gavriatopoulou, MD, Efstathios Kastritis, MD, Meletios A. Dimopoulos, MD e Lia A. Moulopoulos, MD<\/p>\n<p>American Journal of Roentgenology<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.20.23204?mobileUi=0\">https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.20.23204?mobileUi=0<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong>: Comparado com as radiografias convencionais, a tomografia computadorizada de baixa dose do corpo inteiro \u00e9 muito mais sens\u00edvel para a detec\u00e7\u00e3o de osteolise em pacientes com MM, \u00e9 menos demorada e causa muito menos desconforto, especialmente para pacientes que apresentam dor devido les\u00f5es osteol\u00edticas, fraturas, impacto nas estruturas neurais ou uma combina\u00e7\u00e3o disso. E espa\u00e7os medulares especiais, como as cavidades medulares do esqueleto appendicular proximal, tecido mole hiperatenuante, seja na forma de n\u00f3dulos focais discretos ou infiltra\u00e7\u00e3o difusa, podem estar presentes. Presume-se que tal hiperatenua\u00e7\u00e3o pode muitas vezes representar dep\u00f3sitos de mieloma, embora seja muito dif\u00edcil testar essa hip\u00f3tese por bi\u00f3psia. As les\u00f5es medulares perif\u00e9ricas s\u00e3o consideradas positivas para mieloma por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica e PET\/CT se atenderem a certos crit\u00e9rios, como difus\u00e3o restrita e hipermetabolismo, respectivamente.<\/p>\n<p><strong>Perguntas<\/strong>: Quais s\u00e3o os padr\u00f5es de atenua\u00e7\u00e3o apendiculares na tomografia computadorizada de baixa dose em pacientes com mieloma m\u00faltiplo rec\u00e9m-diagnosticado? \u00a0Qual \u00e9 o desempenho diagn\u00f3stico da tomografia computadorizada de baixa dose do corpo inteiro na detec\u00e7\u00e3o de infiltra\u00e7\u00e3o difusa da medula?<\/p>\n<p><strong>Design<\/strong>: Estudo retrospectivo<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong>: Um total de 76 pacientes (idade m\u00e9dia, 63,1 anos; intervalo, 37 a 86 anos) incluindo 42 homens e 34 mulheres.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: Mieloma m\u00faltiplo rec\u00e9m-diagnosticado por crit\u00e9rios padr\u00e3o, imagem por tomografia computadorizada de baixa dose e resson\u00e2ncia magn\u00e9tica da coluna vertebral na avalia\u00e7\u00e3o inicial, e ambos os exames de imagem realizados no prazo de 21 dias um do outro e antes do in\u00edcio de qualquer tratamento.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong>: As cavidades medulares dos f\u00eamures e \u00fameros foram avaliadas qualitativa e quantitativamente em tomografia computadorizada e a raz\u00e3o de atenua\u00e7\u00e3o m\u00e9dia e desvio padr\u00e3o para cada osso longo foi calculada. O padr\u00e3o de envolvimento da medula na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica da coluna foi utilizado como refer\u00eancia. O teste qui-quadrado foi utilizado para avaliar a rela\u00e7\u00e3o entre o padr\u00e3o da cavidade medular apendicular baseado na TC e o padr\u00e3o na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica, e a an\u00e1lise ROC foi realizada para avaliar a acur\u00e1cia diagn\u00f3stica das medidas de atenua\u00e7\u00e3o na TC para a diferencia\u00e7\u00e3o entre padr\u00f5es difuso e misto na medula \u00f3ssea apendicular.<\/p>\n<p><strong>Principais resultados<\/strong>: A atenua\u00e7\u00e3o medular difere significativamente entre padr\u00f5es de cavidade medular appendicular mista, nodular e difusa baseada em tomografia nos f\u00eamures e \u00fameros. Para discriminar entre padr\u00f5es de cavidade medular appendicular difusa e mista com base na TC, os valores de atenua\u00e7\u00e3o de corte ideais foram de 63 HU para os f\u00eamures e 52 HU para os \u00fameros. Um total de 24 de 30 (80,0%) pacientes com padr\u00e3o difuso de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica apresentaram um padr\u00e3o difuso na an\u00e1lise baseada na TC de corpo inteiro de baixa dose, e todos os pacientes com padr\u00e3o \u00a0difuso na TC tamb\u00e9m apresentaram um padr\u00e3o difuso na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>: De acordo com a an\u00e1lise dos padr\u00f5es medulares perif\u00e9ricos de atenua\u00e7\u00e3o, a tomografia computadorizada de baixa dose do corpo inteiro pode identificar pacientes com mieloma m\u00faltiplo com envolvimento difuso de medula.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios dos editores seniores<\/strong>: O aumento da densidade na medula continua um desafio na tomografia de corpo inteiro na diferencia\u00e7\u00e3o entre reconvers\u00e3o medular e malignidade. Este trabalho \u00e9 valioso e no futuro a TC de dupla energia pode avan\u00e7ar ainda mais os conhecimentos neste dom\u00ednio. A compara\u00e7\u00e3o com a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica foi um ponto forte do estudo.<\/p>\n<p><strong><em>Mensagens para os residentes<\/em><\/strong><em>:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>Em compara\u00e7\u00e3o com as radiografias convencionais de corpo inteiro, a TC de corpo inteiro com baixa dose \u00e9 mais sens\u00edvel para detec\u00e7\u00e3o de osteolise em pacientes com mieloma m\u00faltiplo.<\/em><\/li>\n<li><em>Padr\u00f5es medulares de atenua\u00e7\u00e3o na TC de corpo inteiro com baixa dose podem ajudar a identificar o envolvimento difuso da medula em pacientes com mieloma m\u00faltiplo.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Crit\u00e9rios de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica para les\u00f5es de rampa meniscal do joelho em crian\u00e7as com roturas do ligamento cruzado anterior<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Jie C. Nguyen, MD, MS, Joshua T. Bram, BS, J. Todd R. Lawrence, MD, PhD, Shijie Hong, BS, Tomasina M. Leska, BS, Theodore J. Ganley, MD e Victor Ho-Fung, MD<\/p>\n<p>American Journal of Roentgenology<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.20.23389\">https:\/\/www.ajronline.org\/doi\/abs\/10.2214\/AJR.20.23389<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong>: As les\u00f5es da rampa meniscal foram definidas como roturas perif\u00e9ricas verticais longitudinais do menisco medial envolvendo o ligamento meniscocapsular posterior, ligamento meniscotibial e\/ou a zona vermelha-vermelha do corno posterior.<\/p>\n<p>Muitas s\u00e9ries de casos que inclu\u00edram a maioria dos pacientes adultos demonstram que uma variedade de achados de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica, incluindo separa\u00e7\u00e3o meniscocapsular com ou sem intensidade de sinal semelhante a fluido, irregularidade perif\u00e9rica ou uma ruptura envolvendo o corno posterior do menisco medial, e edema da medula \u00f3ssea do plat\u00f4 p\u00f3stero-medial tibial podem ser usados para identificar les\u00f5es de rampa. O \u00fanico relato publicado sobre crian\u00e7as com les\u00f5es de rampa constatou que a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica pr\u00e9-operat\u00f3ria \u00e9 23% sens\u00edvel para identificar les\u00f5es meniscocapsulares. Al\u00e9m disso, os achados da resson\u00e2ncia magn\u00e9tica n\u00e3o t\u00eam sido sistematicamente comparados entre crian\u00e7as com les\u00f5es de rampa artrosc\u00f3picas confirmadas e aquelas com jun\u00e7\u00f5es meniscocapsulares intactas.<\/p>\n<p>A primeira imagem mostra uma ruptura meniscal longitudinal perif\u00e9rica no T2 com supress\u00e3o de gordura em um garoto de 18 anos com les\u00e3o do ligamento cruzado anterior.\u00a0 A segunda imagem mostra uma jun\u00e7\u00e3o meniscocapsular normal em uma garota de 17 anos. \u00a0A seta aponta para um recesso meniscocapsular normal.<\/p>\n<p><strong>Perguntas<\/strong>: Quais s\u00e3o os achados da resson\u00e2ncia magn\u00e9tica associados a um diagn\u00f3stico artrosc\u00f3pico da les\u00e3o da rampa meniscal em crian\u00e7as com les\u00e3o do ligamento cruzado anterior (LCA) ?<\/p>\n<p><strong>Design<\/strong>: Estudo retrospectivo<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong>: 85 crian\u00e7as submetidas a exame de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica pr\u00e9-operat\u00f3ria e reconstru\u00e7\u00e3o do LCA prim\u00e1ria guiada artroscopicamente entre 1\u00ba de junho de 2017 e 31 de dezembro de 2019.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o<\/strong>: Os pacientes foram exclu\u00eddos se os relat\u00f3rios cir\u00fargicos n\u00e3o relatavam explicitamente a integridade da jun\u00e7\u00e3o meniscocapsular posteromedial, se os pacientes haviam sido submetidos \u00e0 reconstru\u00e7\u00e3o pr\u00e9via do LCA ou se os exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica pr\u00e9-operat\u00f3ria n\u00e3o haviam sido realizados no prazo de 120 dias antes da artroscopia. Tamb\u00e9m foram exclu\u00eddos pacientes com deformidade sindr\u00f4mica ou p\u00f3s-traum\u00e1tica, hist\u00f3rico de artropatia infecciosa ou inflamat\u00f3ria, idade superior a 20 anos ou exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica n\u00e3o diagn\u00f3sticos ou incompletos ou degradados por movimento. Tamb\u00e9m foram exclu\u00eddos os exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica que n\u00e3o inclu\u00edam pelo menos uma sequ\u00eancia de pulso sens\u00edvel a l\u00edquido em ambos os planos de imagem axial e sagital.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong>: Cegos aos achados artrosc\u00f3picos, dois radiologistas revisaram todos os exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica e chegaram a um consenso sobre a presen\u00e7a ou aus\u00eancia de um derrame e v\u00e1rios achados nas articula\u00e7\u00f5es tibiofemorais medial e lateral. Os testes de qui-quadrado, exato de Fisher, t independente e U de Mann-Whitney foram utilizados para comparar os achados de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica entre pacientes com e sem les\u00f5es meniscais confirmadas artroscopicamente.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong>: Na artroscopia, 35 crian\u00e7as tiveram les\u00f5es de rampa e 50 crian\u00e7as \u00a0tinham jun\u00e7\u00f5es meniscocapsulares intactas. Joelhos nos quais foi observada uma les\u00e3o de rampa foram significativamente mais propensos a ter les\u00f5es de menisco medial, irregularidade meniscal perif\u00e9rica, hipersinal juncional em t2 \u00a0e ruptura do ligamento meniscocapsular. N\u00e3o foi encontrada diferen\u00e7a significativa entre crian\u00e7as com e sem les\u00f5es de rampa no que diz respeito \u00e0 presen\u00e7a de derrame ou ruptura de menisco lateral ou a extens\u00e3o do edema ao plat\u00f4 tibial medial ou lateral.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>: Os achados da resson\u00e2ncia magn\u00e9tica associados a um diagn\u00f3stico artrosc\u00f3pico da les\u00e3o da rampa meniscal incluem ruptura do menisco medial, irregularidade meniscal perif\u00e9rica, sinal de fluido na jun\u00e7\u00e3o meniscocapsular \u00a0e ruptura do ligamento meniscocapsular.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios dos editores seniores<\/strong>: Obrigado pelo seu trabalho. Embora esses achados tenham sido reportadods anteriormente em imagens de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica 2D, \u00a0em nossa experi\u00eancia, a imagem 3D mostra muito bem a extens\u00e3o da les\u00e3o meniscocapsular e les\u00f5es meniscais. Usando imagens isotr\u00f3picos 3D \u00a0reconstru\u00eddas no plano axial meniscal, \u00a0o leitor tamb\u00e9m pode medir o comprimento da rotura meniscal, que pode ser significativamente subestimada em imagens 2D.<\/p>\n<p><strong><em>Mensagens para os residentes<\/em><\/strong><em>:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>As les\u00f5es de rampa est\u00e3o associadas a les\u00f5es do LCA. S\u00e3o les\u00f5es meniscocapsulares envolvendo o corno posterior do menisco medial.<\/em><\/li>\n<li><em>Les\u00f5es de rampa tamb\u00e9m podem ser vistas em crian\u00e7as.<\/em><\/li>\n<li><em>Cuidado com as les\u00f5es de rampa nos joelhos demonstrando les\u00f5es associadas:ruptura do menisco medial, irregularidade perif\u00e9rica do menisco e ruptura do ligamento meniscocapsular.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Desenvolvimento de danos estruturais definidos pela resson\u00e2ncia magn\u00e9tica ap\u00f3s les\u00e3o do ligamento cruzado anterior ao longo de 5 anos: O estudo KANON<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Frank W. Roemer , \u00a0L. Stefan Lohmander, Martin Englund, Ali Guermazi, Anna \u00c5kesson, Richard Frobell<\/p>\n<p>Radiology<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pubs.rsna.org\/doi\/full\/10.1148\/radiol.2021202954\">https:\/\/pubs.rsna.org\/doi\/full\/10.1148\/radiol.2021202954<\/a><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong>: A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica \u00e9 usada para avaliar altera\u00e7\u00f5es estruturais nas articula\u00e7\u00f5es ap\u00f3s a les\u00e3o do ligamento cruzado anterior (LCA), mas n\u00e3o h\u00e1 dados de longo prazo dispon\u00edveis para comparar diferentes abordagens de tratamento.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong>: Qual \u00e9 a frequ\u00eancia de danos estruturais nos exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica aos 2 e 5 anos para uma estrat\u00e9gia de tratamento n\u00e3o cir\u00fargico versus cirurgia do LCA no estudo KANON ?<\/p>\n<p><strong>Design<\/strong>: An\u00e1lise secund\u00e1ria de um estudo prospectivo<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong>: foram inclu\u00eddos 119 participantes com les\u00e3o aguda do LCA. Os participantes foram inscritos de 2002 a 2006, o seguimento de 2 anos come\u00e7ou em 2008 e o seguimento de 5 anos foi iniciado em 2011.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong>: \u00a0Foi realizado um exame de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de 1,5 T base e no seguimento de 2 e 5 anos. As resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas foram lidas de acordo com um instrumento de pontua\u00e7\u00e3o validado. Foram utilizados testes de Kruskal-Wallis para avaliar se as frequ\u00eancias de danos estruturais diferem entre os tr\u00eas grupos tratados.<\/p>\n<p><strong>Principais Resultados<\/strong>: Dos 119 participantes, 91 homens foram avaliados. No seguimento de 2 e 5 anos, respectivamente, 13% e 13% dos joelhos apresentaram \u00a0incid\u00eancia de danos condrais tibiofemorais mediais, 11% e 17% de danos condrais na articula\u00e7\u00e3o tibiofemoral lateral, e 4% e 8% dos joelhos apresentaram les\u00f5es nas cartilagens da articula\u00e7\u00e3o patelar. O desenvolvimento de oste\u00f3fitos foi observado em 23% e 29% dos joelhos na articula\u00e7\u00e3o tibiofemoral medial, em 36% \u00a0e 43% dos joelhos na articula\u00e7\u00e3o tibiofemoral lateral, e em 35% \u00a0e 37% dos joelhos na articula\u00e7\u00e3o patelofemoral. N\u00e3o foram encontradas grandes diferen\u00e7as entre os grupos para incid\u00eancia de les\u00e3o ou agravamento de les\u00f5es condrais, les\u00f5es de medula \u00f3ssea e oste\u00f3fitos aos 2 ou 5 anos. O grupo de reabilita\u00e7\u00e3o apresentou menos \u00a0sinovite de Hoffa em 2 (P = 0,02) e 5 (P = 0,008) anos.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>: \u00a0Adultos jovens com les\u00e3o do ligamento cruzado anterior n\u00e3o apresentaram grande diferen\u00e7a na frequ\u00eancia de danos estruturais nos exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica aos 2 e 5 anos, independentemente do tratamento. No entanto, o grupo de reabilita\u00e7\u00e3o teve menos inflama\u00e7\u00e3o aos 2 e 5 anos.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios dos editores seniores<\/strong>: Obrigado por um trabalho interessante. O seguimento at\u00e9 parece de curto a moderado, mas mesmo assim \u00a0\u00e9 um bom trabalho para mostrar que a\u00a0 reconstru\u00e7\u00e3o da LCA pode preservar a integridade da \u00a0cartilagem \u00a0do joelho.<\/p>\n<p><strong><em>Mensagens para os residentes<\/em><\/strong><em>:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>Les\u00f5es do LCA levam a anormalidades subsequentes de tecido mole no joelho ao longo do tempo.<\/em><\/li>\n<li><em>Pacientes com les\u00f5es p\u00f3s-LCA, aten\u00e7\u00e3o especial deve ser prestada ao aspecto da cartilagem no compartimento patelofemoral e nas \u00e1reas de carga, bem como sinovite e edema do coxim adiposo.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Tomografia Sint\u00e9tica baseada em resson\u00e2ncia magn\u00e9tica na detec\u00e7\u00e3o de les\u00f5es estruturais em pacientes com suspeita de sacroilite: Compara\u00e7\u00e3o com resson\u00e2ncia magn\u00e9tica<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Lennart B. O. Jans, \u00a0Min Chen, \u00a0Dirk Elewaut, Filip Van den Bosch, \u00a0Philippe Carron, \u00a0Peggy Jacques,Ruth Wittoek, \u00a0Jacob L. Jaremko, \u00a0Nele Herregods<\/p>\n<p>Radiologia<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/pubs.rsna.org\/doi\/pdf\/10.1148\/radiol.2020201537\">https:\/\/pubs.rsna.org\/doi\/pdf\/10.1148\/radiol.2020201537<\/a><\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rico<\/strong>: A avalia\u00e7\u00e3o das les\u00f5es estruturais nas articula\u00e7\u00f5es sacroil\u00edacas (SI) pode melhorar a acur\u00e1cia no diagn\u00f3stico de espondiloartrite. No entanto, les\u00f5es estruturais, como eros\u00f5es, s\u00e3o dif\u00edceis de avaliar em resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas de rotina ponderadas em T1. A tomografia sint\u00e9tica baseado em resson\u00e2ncia magn\u00e9tica(sTC) \u00e9 uma tecnologia baseada em \u201cdeep learning\u201d, realizando resson\u00e2ncia magn\u00e9tica tridimensional (3D) para mapeamento de TC e gerando imagens semelhantes a TC a partir de uma sequ\u00eancia gradiente-eco ponderada em 3D T1.<\/p>\n<p><strong>Perguntas<\/strong>: Qual \u00e9 o desempenho diagn\u00f3stico da Tomografia Sint\u00e9tica (sTC)\u00a0 na representa\u00e7\u00e3o de eros\u00f5es, esclerose e anquilose das articula\u00e7\u00f5es SI em compara\u00e7\u00e3o com a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica ponderada em T1, tendo a TC como padr\u00e3o de refer\u00eancia?<\/p>\n<p><strong>Projeto<\/strong>: Estudo prospectivo realizado de fevereiro de 2019 a novembro de 2019.<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong>: Foram inclu\u00eddos 30 participantes (16 homens, 14 mulheres; m\u00e9dia de idade, 40 anos \u00b1 10 [desvio padr\u00e3o]).<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o<\/strong>: Os crit\u00e9rios de exclus\u00e3o foram gravidez, implantes met\u00e1licos, contraindica\u00e7\u00f5es \u00e0 Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica e n\u00e3o conclus\u00e3o do exame de imagem.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong>: Os adultos foram encaminhados de um ambulat\u00f3rio de reumatologia de um hospital terci\u00e1rio com suspeita cl\u00ednica de sacroilite inflamat\u00f3ria. A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica e a tomografia das articula\u00e7\u00f5es SI foram realizadas no mesmo dia. As imagens sTC foram geradas a partir de resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas usando um m\u00e9todo de s\u00edntese de imagem baseado em \u201cdeep learning\u201d comercialmente dispon\u00edvel. Dois leitores registraram independentemente se les\u00f5es estruturais (eros\u00f5es, esclerose e anquilose) estavam presentes em resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas, sTC e TC\u2019s em diferentes momentos, com leitores cegos a informa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e outras imagens. O desempenho diagn\u00f3stico das resson\u00e2ncias magn\u00e9ticas ponderadas por sTC e T1 foi analisado utilizando-se modelos de equa\u00e7\u00e3o estimadas generalizadas, com os resultados de consenso da TC como padr\u00e3o de refer\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Resultados principais<\/strong>: A acur\u00e1cia diagn\u00f3stica da sTC foi maior que a da resson\u00e2ncia magn\u00e9tica ponderada por T1 para eros\u00e3o, esclerose e \u00a0anquilose. \u00a0\u00a0Com a sTC, melhoraram a especificidade para detec\u00e7\u00e3o de eros\u00e3o e sensibilidade para detec\u00e7\u00e3o de esclerose e anquilose.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>: \u00a0Com a TC como padr\u00e3o de refer\u00eancia, a sTC das articula\u00e7\u00f5es sacroi\u00e1licas apresenta melhor desempenho diagn\u00f3stico na detec\u00e7\u00e3o de les\u00f5es estruturais em indiv\u00edduos com suspeita de sacroilite em compara\u00e7\u00e3o com a resson\u00e2ncia magn\u00e9tica ponderada de T1 de rotina.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios dos editores seniores<\/strong>: Obrigado por esse novo trabalho. Ela valida a utilidade crescente da tomografia sint\u00e9tica. Embora as eros\u00f5es podem estabelecer ou auxiliar no diagn\u00f3stico de espondiloartrite axial, deve-se ainda procurar edema de medula \u00f3ssea ou realce para identificar atividade de doen\u00e7a para o manejo adequado do paciente.<\/p>\n<p><strong><em>Mensagens para os residentes<\/em><\/strong><em>:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>Altera\u00e7\u00f5es<\/em><em>s estruturais (eros\u00f5es) identificadas nas articula\u00e7\u00f5es sacroilicas s\u00e3o um componente importante no diagn\u00f3stico de suspeita de sacroilite<\/em><\/li>\n<li><em>A tomografia sint\u00e9tica re-constru\u00edda a partir da resson\u00e2ncia magn\u00e9tica melhora o diagn\u00f3stico de eros\u00f5es estruturais nas articula\u00e7\u00f5es sacroil\u00edacas em pacientes com sacroileite.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Les\u00f5es no ligamento colateral ulnar da primeira articula\u00e7\u00e3o metacarpofalangeana: preval\u00eancia de les\u00f5es associadas em radiografias e resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (MR)<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Sebastian Manneck, Filippo Del Grande \u00a0&amp; Anna Hirschmann<\/p>\n<p>Skeletal Radiology<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007%2Fs00256-020-03575-w\">https:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007%2Fs00256-020-03575-w<\/a><\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rico<\/strong>: O ligamento colateral ulnar (LCU) \u00e9 o estabilizador prim\u00e1rio da primeira articula\u00e7\u00e3o metacarpofalangeana (MCF) durante o estresse valgo. Les\u00f5es do LCU normalmente ocorrem como resultado da hiperabdu\u00e7\u00e3o. As les\u00f5es do LCU ocorrem mais comumente na inser\u00e7\u00e3o distal e o coto tend\u00edneo pode estar deslocado. Recomenda-se a terapia cir\u00fargica se o deslocamento for superior a 3 mm e necess\u00e1rio se o deslocamento for proximal \u00e0 aponeurose adutora, tamb\u00e9m conhecida como les\u00e3o de Stener.\u00a0 Uma les\u00e3o mal diagnosticada ou mal tratada pode resultar em instabilidade articular, levando a incapacidade e dor significativas e pode provocar osteoartrite precoce da primeira articula\u00e7\u00e3o MCF. Os ligamentos volares da primeira articula\u00e7\u00e3o MCF refor\u00e7am a c\u00e1psula volar profundamente ao tend\u00e3o flexor. Tr\u00eas componentes compreendem os ligamentos volares: os ligamentos \u00a0\u201cem r\u00e9dea\u201d ulnar e radial, os ligamentos falangoglenoide ulnar e radial, e as fibras intersesamoides transversais; este \u00faltimo tamb\u00e9m \u00e9 conhecido como a placa volar.<\/p>\n<p>A seta branca na imagem (a) aponta para a les\u00e3o de Stener\u00a0 \u2013 o coto distal deslocado que est\u00e1 retra\u00eddo proximalmente e fixado em torno da aponeurose adutora ( sinal do ioi\u00f4). A imagem sagital demonstra a ruptura completa concomitante dos ligamentos volares, \u201cem r\u00e9dea\u2019 (seta preta) e\u00a0 os ligamentos falangoglenoides (seta branca).<\/p>\n<p><strong>Perguntas<\/strong>: No seguimento das les\u00f5es agudas do LCU, qual \u00e9 a preval\u00eancia de achados associados na primeira MCF na radiografia e RM?<\/p>\n<p><strong>Design<\/strong>: Estudo retrospectivo<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong>: Foram inclu\u00eddos neste estudo os pacientes com ind\u00edcios de estiramento ou ruptura do LCU em imagens de RM, intervalo de tempo de at\u00e9 6 semanas entre radiografias e RM, e imagens no prazo de 2 meses ap\u00f3s o trauma.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o<\/strong>: Tr\u00eas pacientes foram exclu\u00eddos pelos seguintes motivos: dois por terem intervalo de tempo superior a 2 meses entre imagem e trauma e um por qualidade de imagem insuficiente na RM<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong>: 25 pacientes com les\u00e3o da LCU na RM.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong>: A presen\u00e7a de les\u00f5es associadas aos ligamentos volares (ligamentos \u201cem r\u00e9dea\u201d, falangolgenoides \u00a0e placa volar) foi avaliada de forma independente em radiografias e RM por dois radiologistas musculoesquel\u00e9ticos. O teste de Wilcoxon foi utilizado para comparar frequ\u00eancias de les\u00f5es entre ambas as modalidades (p &lt; 0,05). A variabilidade interobservador foi calculada.<\/p>\n<p><strong>Principais Resultados<\/strong>: Roturas completas do LCU (48%\/60%, leitor 1\/2) foram mais comuns do que roturas parciais (24%\/16%) na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica. O deslocamento do LCU \u2265 3 mm foi detectada em 40%\/56% na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica. As fraturas por avuls\u00e3o do LCU foram mais frequentemente observadas na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (28%) em compara\u00e7\u00e3o com as radiografias (12%) para leitor 1. As les\u00f5es associadas por avuls\u00e3o do ligamento falangoglenoide foram evidentes em 12%\/8% nas radiografias e em 80%\/76% na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica. Quase todos os pacientes (100%\/79%) com uma ruptura deslocada do LCU mostrou uma les\u00e3o ligamentar volar concomitante; e at\u00e9 dois ter\u00e7os (66%\/72%) das roturas n\u00e3o deslocadas do LCU teve uma les\u00e3o nos ligamentos volares. A concord\u00e2ncia interobservador foi moderada a excelente (\u03ba = 0,60-1.0).<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong>: As les\u00f5es do LCU s\u00e3o frequentemente associadas a les\u00f5es dos ligamentos volares, mesmo em graus menores.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios dos editores seniores<\/strong>: Obrigado pelo trabalho interessante. Seria \u00a0mais \u00a0interessante no \u00a0futuro \u00a0correlacionar \u00a0tais \u00a0les\u00f5es com a instabilidade articular, \u00a0desenvolvimento da les\u00e3o de Stener, achados cir\u00fargicos \u00a0ou seu impacto no progn\u00f3stico dos pacientes.<\/p>\n<p><strong><em>Mensagens para os residentes<\/em><\/strong><em>:<\/em><\/p>\n<ul>\n<li><em>O ligamento colateral ulnar \u00e9 o estabilizador prim\u00e1rio da for\u00e7a em valgo na primeira articula\u00e7\u00e3o MCF.<\/em><\/li>\n<li><em>Um grupo complexo de ligamentos volares mant\u00eam a estabilidade do LCU &#8211; ligamentos \u201cem r\u00e9dea\u201d, falangoglenoides e ligamentos da placa volar<\/em><\/li>\n<li><em>As les\u00f5es do LCU tamb\u00e9m envolvem o complexo dos ligamentos volares, por isso avalie o complexo volar.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_krMuzupmx4[\/embedyt] &nbsp; Avalia\u00e7\u00e3o do \u201cPhantom\u201d de Tomografia Computadorizada (TC) de 67.392 exames de Acredita\u00e7\u00e3o [&hellip;]","protected":false},"author":3,"featured_media":7172,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-14078","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>What&#039;s new in MSK Imaging (Portuguese) - April 2021 - ACORE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-msk-imaging-april-2021\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"What&#039;s new in MSK Imaging (Portuguese) - April 2021 - ACORE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=_krMuzupmx4[\/embedyt] &nbsp; 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