{"id":13867,"date":"2021-05-14T05:32:01","date_gmt":"2021-05-14T10:32:01","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=13867"},"modified":"2021-05-14T05:32:01","modified_gmt":"2021-05-14T10:32:01","slug":"whats-new-in-neuroimaging-portuguese-march-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-neuroimaging-portuguese-march-2021\/","title":{"rendered":"What&#8217;s new in Neuroimaging (Portuguese) &#8211; March 2021"},"content":{"rendered":"<p>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Kc2oQrcFKxQ[\/embedyt]<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Recomenda\u00e7\u00f5es para Treinamento em Neurorradiologia durante a Resid\u00eancia em Radiologia pelo Grupo de Lideran\u00e7a dos Chefes de Se\u00e7\u00e3o da Sociedade Americana de Neurorradiologia (ASNR)<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Wintermark, J. Anderson, V. Gupta, T.A. Kennedy, L.A. Loevner, R.F. Riascos, C. Robson, G. Saigal and C. Glastonbury<\/p>\n<p>American Journal of Neuroradiology Fevereiro de 2021,<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3174\/ajnr.A6968\">https:\/\/doi.org\/10.3174\/ajnr.A6968<\/a><\/p>\n<p><strong>Recomenda\u00e7\u00f5es:\u00a0\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 altamente recomend\u00e1vel que residentes e especializandos de radiologia tenham pelo menos 16\u201324 semanas de treinamento em neurorradiologia sob a orienta\u00e7\u00e3o de um neurorradiologista. Al\u00e9m disso, \u00e9 recomendado que pelo menos metade dessas semanas ocorra durante os \u00faltimos 3 anos de seu treinamento antes de come\u00e7arem a praticar independentemente.<\/p>\n<p>A interpreta\u00e7\u00e3o cont\u00ednua e a educa\u00e7\u00e3o sobre o c\u00e9rebro, coluna, cabe\u00e7a e pesco\u00e7o e neurovascular devem ocorrer durante a resid\u00eancia. Embora um n\u00famero espec\u00edfico de casos n\u00e3o seja indicativo de capacita\u00e7\u00e3o, uma orienta\u00e7\u00e3o a ser considerada \u00e9 que um residente\/especializando de radiologia interprete pelo menos 300 tomografias de neuroimagem, 150 exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de neuroimagem e 50 estudos de imagem neurovascular (angio TC e RM) sob a orienta\u00e7\u00e3o e supervis\u00e3o de um neurorradiologista durante os \u00faltimos 3 anos de seu treinamento, antes de come\u00e7ar a dar laudos por conta pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>\u00c9 altamente recomend\u00e1vel que o conhecimento e capacita\u00e7\u00e3o em Neuroimagem sejam testados. Os recursos para avalia\u00e7\u00e3o podem incluir testes de compet\u00eancia estabelecidos pela institui\u00e7\u00e3o de origem, desempenho no RadExam (https:\/\/www.acr.org\/Lifelong-Learning-and-CME\/Learning-Activities\/RadExam) ou formatos de teste semelhantes.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Pensando na seguran\u00e7a do paciente, os residentes e especializandos de radiologia que se formarem em junho de 2021 ou ap\u00f3s e ingressarem na pr\u00e1tica, que n\u00e3o atenderam \u00e0s recomenda\u00e7\u00f5es listadas acima, devem considerar seriamente n\u00e3o interpretar nem mesmo estudos de neurorradiologia mais simples.<\/p>\n<p>Para a pr\u00e1tica independente e interpreta\u00e7\u00e3o de neurorradiologia avan\u00e7ada (incluindo neurorradiologia pedi\u00e1trica, radiologia de cabe\u00e7a e pesco\u00e7o e neuroimagem avan\u00e7ada), um fellowship formal em neurorradiologia aprovado pela ACGME \u00e9 altamente recomendado. Um fellowship de neurorradiologia garantir\u00e1 exposi\u00e7\u00e3o, experi\u00eancia e compet\u00eancia para neurorradiologia de rotina e avan\u00e7ada.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Curvas de complac\u00eancia cr\u00e2nioespinhal: experi\u00eancia preliminar com uma nova ferramenta para avaliar suspeitas de f\u00edstulas venosas no LCR na mielografia por TC em pacientes com hipotens\u00e3o intracraniana espont\u00e2nea<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>M.T. Caton, B. Laguna, K.A. Soderlund, W.P. Dillon and V.N. Shah<\/p>\n<p>American Journal of Neuroradiology Fevereiro de 2021<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3174\/ajnr.A7018\">https:\/\/doi.org\/10.3174\/ajnr.A7018<\/a><\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o cl\u00ednica:<\/strong><\/p>\n<p>Este estudo descreve um m\u00e9todo para estimar a complac\u00eancia cr\u00e2nioespinhal utilizando infus\u00e3o de solu\u00e7\u00e3o salina durante a mielografia por TC e explora o uso da complac\u00eancia cr\u00e2nioespinhal e curvas de press\u00e3o-volume em pacientes com suspeita de f\u00edstula venosa-cerebrospinal.<\/p>\n<p><strong>O que foi feito:<\/strong><\/p>\n<p>Pacientes com suspeita de f\u00edstula venosa cefalorraquidiana foram submetidos \u00e0 mielografia por TC din\u00e2mica. Durante o procedimento, um bolus de 1 a 5 mL de solu\u00e7\u00e3o salina foi infundido e as mudan\u00e7as incrementais na press\u00e3o do LCR foram registradas. Esses dados foram usados para tra\u00e7ar curvas de complac\u00eancia do espa\u00e7o cranioespinhal.<\/p>\n<p><strong>Constata\u00e7\u00f5es e resultados:\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Foram analisados 34 mielogramas por TC em 22 pacientes. Oito de 22 (36,4%) pacientes tinham f\u00edstulas venosas cefalorraquidianas confirmadas. A infus\u00e3o do bolus foi bem tolerada, sem complica\u00e7\u00f5es e cefaleia transit\u00f3ria em 2\/34 (5,8%). Pacientes com f\u00edstulas venosas cefalorraquidianas confirmadas apresentaram maior complac\u00eancia na press\u00e3o de abertura e complac\u00eancia geral (2,6 versus 1,8 mL \/ cm H20, P &lt;0,01). N\u00e3o houve diferen\u00e7a no \u00edndice de volume de press\u00e3o (77,5 versus 54,3 mL, P = 0,13) entre os grupos.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Um m\u00e9todo para derivar curvas de complac\u00eancia do espa\u00e7o cranioespinhal usando infus\u00e3o intratecal de solu\u00e7\u00e3o salina \u00e9 descrito. A an\u00e1lise preliminar das curvas de complac\u00eancia do espa\u00e7o cranioespinhal fornece informa\u00e7\u00f5es qualitativas e quantitativas sobre a din\u00e2mica press\u00e3o-volume e pode servir como uma ferramenta diagn\u00f3stica em pacientes com f\u00edstulas venosas cerebroespinhais conhecidas ou suspeitas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Predi\u00e7\u00e3o de desfecho cl\u00ednico em pacientes com AVC isqu\u00eamico agudo de grandes vasos: Desempenho de Machine Learning versus SPAN-100<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Jiang, G. Zhu, Y. Xie, J.J. Heit, H. Chen, Y. Li, V. Ding, A. Eskandari, P. Michel, G. Zaharchuk and M. Wintermark<\/p>\n<p>American Journal of Neuroradiology Fevereiro de 2021, 42 (2) 240-246<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3174\/ajnr.A6918\">https:\/\/doi.org\/10.3174\/ajnr.A6918<\/a><\/p>\n<p><strong>O que foi feito:<\/strong><\/p>\n<p>Uma coorte multic\u00eantrica retrospectiva de 1431 pacientes com AVC isqu\u00eamico agudo foi subdividida em pacientes recanalizados e n\u00e3o recanalizados. Modelos de Extreme Gradient Boosting Machine Learning foram constru\u00eddos para prever a pontua\u00e7\u00e3o o mRS em 90 dias usando recursos cl\u00ednicos, de imagem, combinados e de melhor desempenho.<\/p>\n<p>Constata\u00e7\u00f5es e resultados:<\/p>\n<p>Em 3 grupos de pacientes, o NIHSS basal foi o preditor de resultado mais significativo entre todos os par\u00e2metros, com pesos relativos de 0,36 \u00b1 0,69; o volume central isqu\u00eamico no CTP classificado como o biomarcador de imagem mais importante com pesos relativos de 0,29 \u00b1 0,47. O modelo com os recursos de melhor desempenho teve uma performance melhor do que os outros modelos de machine learning. A \u00e1rea sob a curva do modelo com as caracter\u00edsticas de melhor desempenho foi maior do que o modelo SPAN-100 e atingiu signific\u00e2ncia estat\u00edstica para o total (P &lt;0,05) e para os pacientes n\u00e3o recanalizados (P &lt;0,001).<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>A sele\u00e7\u00e3o de recursos baseada em machine learning pode identificar par\u00e2metros com melhor desempenho na previs\u00e3o de resultados. Modelos de machine learning com os recursos de melhor desempenho, especialmente dados de CTP avan\u00e7ados, tiveram desempenho superior na previs\u00e3o do resultado de recupera\u00e7\u00e3o para pacientes com AVC na admiss\u00e3o em compara\u00e7\u00e3o com o SPAN-100.<\/p>\n<p>SPAN: Progn\u00f3stico de AVC usando a escala de idade e do National Institutes of Health Stroke<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>F\u00edstulas liqu\u00f3ricas em pacientes com siderose superficial infratentorial do sistema nervoso central &#8211; Refinamento de um algoritmo de diagn\u00f3stico<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Lucie Friedauer, Beata Rezny\u2010Kasprzak, Helmuth Steinmetz, Richard du Mesnil de Rochemont, Christian Foerch<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1111\/ene.14611\">https:\/\/doi.org\/10.1111\/ene.14611<\/a><\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o cl\u00ednica<\/strong><\/p>\n<p>Este estudo baseia-se no trabalho de Wilson et al, onde os pacientes com siderose superficial foram classificados em quatro subtipos diferentes:<\/p>\n<p>(i) Siderose isolada envolvendo o c\u00e9rebro supratentorial;<\/p>\n<p>(ii) Siderose infratentorial sim\u00e9trica sem um evento causador de sangramento intracraniano na hist\u00f3ria (SSI tipo 1 &#8211; idiop\u00e1tica);<\/p>\n<p>(iii) Siderose infratentorial sim\u00e9trica com um evento causador de sangramento intracraniano na hist\u00f3ria (SSI tipo 2 &#8211; inclui uma causa identificada e n\u00e3o identificada de hemorragia);<\/p>\n<p>(iv) Siderose infratentorial limitada (n\u00e3o sim\u00e9trica)<\/p>\n<p>O objetivo deste estudo foi determinar a frequ\u00eancia de f\u00edstulas liqu\u00f3ricas entre pacientes com padr\u00e3o de SSI sim\u00e9trico em exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica (RMN). Isso incluiu pacientes com SSI tipo 1 e tamb\u00e9m pacientes com SSI tipo 2 com causa n\u00e3o identificada de hemorragia.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>Este foi um estudo unic\u00eantrico realizado com uma parte retrospectiva e outra prospectiva. A parte retrospectiva foi a identifica\u00e7\u00e3o do paciente; todos os pacientes com siderose superficial foram identificados no banco de dados de imagem entre 2007 e 2018.<\/p>\n<p>Na segunda parte, todos os pacientes com SSI sim\u00e9trica (siderose superficial infratentorial) sem um evento de sangramento intracraniano causador na hist\u00f3ria (SSI tipo 1) foram avaliados quanto \u00e0 presen\u00e7a de cole\u00e7\u00f5es de fluido epidural espinhal com imagens de RM da medula espinhal para uma potencial f\u00edstula liqu\u00f3rica.<\/p>\n<p>Pacientes com SSI tipo 2 (ou seja, com um evento causador de sangramento intracraniano na hist\u00f3ria) tamb\u00e9m foram selecionados para vazamentos de LCR dural se a etiologia do evento de sangramento n\u00e3o pudesse ser determinada (hemorragia intracerebral\/subaracnoide de etiologia desconhecida).<\/p>\n<p>Frequ\u00eancias relativas para grupos de siderose para o conjunto de dados de Wilson et al e nosso conjunto de dados foram calculados e comparados por estat\u00edsticas de teste de qui-quadrado para diferen\u00e7as significativas<\/p>\n<p><strong>Constata\u00e7\u00f5es e resultados:<\/strong><\/p>\n<p>Havia 97.733 RM de enc\u00e9falo no per\u00edodo do estudo, dos quais 93 pacientes com siderose superficial foram recrutados. Dos 93 casos inclu\u00eddos de siderose, 42 tinham siderose supratentorial isolada, 4 tinham SSI tipo 1 (ou seja, SSI sem hist\u00f3ria de um evento causador de sangramento intracraniano), 26 tinham SSI tipo 2 (ou seja, ISS com hist\u00f3rico de um evento causador de sangramento intracraniano), e outros 21 pacientes tinham siderose infratentorial limitada.<\/p>\n<p>Isso corresponde a frequ\u00eancias relativas de 0,4 por 1.000 varreduras de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica do enc\u00e9falo para SSI sim\u00e9trico (ou seja, SSI tipos 1 e 2) (IC 95% 0,256\u20130,541) e de 0,05 por 1.000 varreduras para SSI tipo 1 (IC 95% 0,014\u20130,129) .<\/p>\n<p>As causas predominantes em pacientes com SSI tipo 2 foram hemorragia subaracnoide aneurism\u00e1tica e tumores cerebrais.<\/p>\n<p>Na etapa seguinte, os 4 pacientes com SSI tipo 1 foram avaliados prospectivamente quanto \u00e0 presen\u00e7a de f\u00edstula liqu\u00f3rica que foi positiva em todos os casos (100%).<\/p>\n<p>Todos os pacientes classificados como SSI tipo 2 que tinham uma etiologia desconhecida do evento hemorr\u00e1gico, apesar da investiga\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica de rotina (n = 4) foram reclassificados como SSI tipo 1. Um foi perdido para acompanhamento e em 1 paciente uma f\u00edstula liqu\u00f3rica foi identificada. Assim, em cinco de sete (71%) pacientes com SSI tipo 1 modificado foram identificadas f\u00edstulas liqu\u00f3ricas.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>As f\u00edstulas liqu\u00f3ricas podem ser frequentemente identificadas em pacientes com padr\u00e3o de siderose superficial infratentorial sim\u00e9trico. A investiga\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica nesses casos deve incluir imagens de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica do neuroeixo.<\/p>\n<p><strong>Implica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Em casos de padr\u00e3o de siderose superficial infratentorial sim\u00e9trico sem sangramento\/causa identific\u00e1vel para sangramento, a investiga\u00e7\u00e3o diagn\u00f3stica deve incluir resson\u00e2ncia magn\u00e9tica do neuroeixo.<\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios do editor s\u00eanior:<\/strong> Este estudo destaca a import\u00e2ncia de considerar fistulas liquoricas (e n\u00e3o apenas malforma\u00e7\u00f5es vasculares) como causa de siderose superficial. Notavelmente, as estimativas de frequ\u00eancia de siderose foram bastante baixas neste estudo, no entanto, o n\u00famero de estudos com T2* vs SWI n\u00e3o foi diferenciado, e a preval\u00eancia provavelmente ser\u00e1 maior se a sequ\u00eancia SWI for rotineiramente incorporado em protocolos de neuroimagem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Achados de RMN do c\u00e9rebro em COVID-19 grave: um estudo observacional retrospectivo<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>St\u00e9phane Kremer , Fran\u00e7ois Lersy, J\u00e9rome de S\u00e8ze, Jean-Christophe Ferr\u00e9, Adel Maamar, B\u00e9atrice Carsin-Nicol, Olivier Collange, \u2026 et al.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1148\/radiol.2020202222\">https:\/\/doi.org\/10.1148\/radiol.2020202222<\/a><\/p>\n<p><strong>Quest\u00e3o cl\u00ednica<\/strong><\/p>\n<p>Este estudo teve como objetivo descrever os achados de neuroimagem observados em infec\u00e7\u00f5es graves por COVID-19 (excluindo infartos isqu\u00eamicos, trombose venosa)<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>Este foi um estudo multic\u00eantrico retrospectivo envolvendo 16 hospitais.<\/p>\n<p>Pacientes consecutivos com infec\u00e7\u00e3o por COVID-19 e manifesta\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas que foram submetidos a RMN cerebral foram inclu\u00eddos de 23 de mar\u00e7o de 2020 a 27 de abril de 2020.<\/p>\n<p>Os crit\u00e9rios de inclus\u00e3o foram (a) ensaios positivos da rea\u00e7\u00e3o em cadeia da polimerase da transcriptase reversa (PCR) nasofar\u00edngea ou do trato respirat\u00f3rio inferior, (b) infec\u00e7\u00e3o grave por COVID-19 definida por necessidade de hospitaliza\u00e7\u00e3o e oxigenoterapia, (c) manifesta\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas e (d) achados anormais em RM cerebral. Os crit\u00e9rios de exclus\u00e3o foram pacientes com dados ausentes ou n\u00e3o contributivos na RM cerebral ou RM cerebral mostrando infartos isqu\u00eamicos, trombose venosa cerebral ou les\u00f5es cr\u00f4nicas n\u00e3o relacionadas ao evento atual.<\/p>\n<p><strong>Constata\u00e7\u00f5es e resultados<\/strong><\/p>\n<p>De 190 pacientes consecutivos atendidos no per\u00edodo do estudo, 30 homens (81%) e 7 mulheres (19%) foram recrutados. As manifesta\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas mais comuns foram altera\u00e7\u00e3o de consci\u00eancia (27 de 37, 73%), despertar anormal quando a seda\u00e7\u00e3o foi interrompida (15 de 37, 41%), confus\u00e3o mental (12 de 37, 32%) e agita\u00e7\u00e3o (sete de 37, 19%).<\/p>\n<p>Os achados de neuroimagem foram;<\/p>\n<ol>\n<li>16 (43%) pacientes apresentando \u00e1reas hiperintensas nas sequ\u00eancias FLAIR e\/ou difus\u00e3o, localizadas no lobo mesial temporal unilateral;<\/li>\n<li>11 (30%) pacientes apresentando les\u00f5es multifocais n\u00e3o confluentes, hiperintensas nas sequ\u00eancias FLAIR \/ difus\u00e3o, localizadas na subst\u00e2ncia branca, com impregna\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel pelo meio de contraste, associadas a les\u00f5es hemorr\u00e1gicas;<\/li>\n<li>9 (24%) pacientes apresentando micro hemorragias extensas e isoladas na subst\u00e2ncia branca;<\/li>\n<li>(11%) pacientes apresentando extensas e confluentes hiperintensidades na sequ\u00eancia FLAIR, localizadas na subst\u00e2ncia branca supratentorial;<\/li>\n<li>2 (5%) pacientes apresentando les\u00f5es ovaladas hiperintensas nas sequ\u00eancias FLAIR e difus\u00e3o localizadas na regi\u00e3o central do espl\u00eanio do corpo caloso;<\/li>\n<li>2 (5%) pacientes apresentando les\u00f5es multifocais n\u00e3o confluentes, hiperintensas nas sequ\u00eancias FLAIR e\/ou difus\u00e3o, com realce vari\u00e1vel;<\/li>\n<li>2 (5%) pacientes apresentaram encefalopatia necrotizante aguda;<\/li>\n<li>2 (5%) pacientes apresentaram les\u00f5es hiperintensas nas sequ\u00eancias FLAIR ou difus\u00e3o envolvendo os ped\u00fanculos cerebelares m\u00e9dios bilateralmente;<\/li>\n<\/ol>\n<p>28 (76%) pacientes tinham um padr\u00e3o, 7 (19%) com dois padr\u00f5es e 2 (5%) tr\u00eas padr\u00f5es.<\/p>\n<p>A compara\u00e7\u00e3o entre os pacientes com e sem les\u00f5es hemorr\u00e1gicas intracerebrais mostrou que as complica\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas foram mais frequentemente associadas \u00e0 doen\u00e7a grave, conforme demonstrado por maiores taxas de admiss\u00e3o na UTI (20 de 20 [100%] vs 12 de 17 [71%], P = 0,01), ARDS (20 de 20 [100%] vs 11 de 17 [65%], P = 0,005) e com despertar patol\u00f3gico quando as terapias sedativas foram interrompidas (13 de 20 [65%] vs dois de 17 [ 12%], P = 0,002).<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Oito padr\u00f5es neurorradiol\u00f3gicos distintos foram descritos. Alguns desses achados mimetizam aqueles observados na neuroencefalite aguda disseminada (ADEM) e na leucoencefalopatia p\u00f3s-hip\u00f3xia tardia. A fisiopatologia desses achados permanece obscura.<\/p>\n<p><strong>Implica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Este estudo amplia nossa compreens\u00e3o dos diversos achados de imagem neurorradiol\u00f3gicos vistos na COVID-19. Al\u00e9m disso, demonstra correla\u00e7\u00e3o entre achados hemorr\u00e1gicos e doen\u00e7a mais grave.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Kc2oQrcFKxQ[\/embedyt] &nbsp; Recomenda\u00e7\u00f5es para Treinamento em Neurorradiologia durante a Resid\u00eancia em Radiologia pelo Grupo [&hellip;]","protected":false},"author":3,"featured_media":2619,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-13867","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>What&#039;s new in Neuroimaging (Portuguese) - March 2021 - ACORE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-neuroimaging-march-2021\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"What&#039;s new in Neuroimaging (Portuguese) - March 2021 - ACORE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Kc2oQrcFKxQ[\/embedyt] &nbsp; 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