{"id":13136,"date":"2021-03-01T15:34:55","date_gmt":"2021-03-01T20:34:55","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=13136"},"modified":"2021-03-02T03:46:32","modified_gmt":"2021-03-02T08:46:32","slug":"whats-new-in-pediatric-imaging-portuguese-february-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-pediatric-imaging-portuguese-february-2021\/","title":{"rendered":"What\u2019s new in Pediatric Imaging (Portuguese) \u2013 February 2021"},"content":{"rendered":"<p>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bP86qVhYqFU[\/embedyt]<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Pneumatose intestinal ap\u00f3s transplante de c\u00e9lulas tronco hematopoi\u00e9ticas: quando n\u00e3o fazer nada \u00e9 suficiente<\/strong>.\u00a0<\/span><\/h5>\n<p>Wallace G, Rosen N, Towbin AJ et al. Pneumatosis intestinalis after hematopoietic stem cell transplantation: when not doing anything is good enough.<\/p>\n<p><em>J Ped Surg <\/em>2021. <em>Journal Pre-Proof.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jpedsurg.2020.12.020\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jpedsurg.2020.12.020<\/a><\/p>\n<p>Hip\u00f3tese: Qual \u00e9 a import\u00e2ncia e manejo cl\u00ednico da pneumatose intestinal (PI) em \u00a0pacientes receptores de transplante de c\u00e9lula tronco hematopoi\u00e9tica (HSCT)<\/p>\n<p>Design: estudo retrospectivo de janeiro de 2008 at\u00e9 novembro 2019.<\/p>\n<p>Estudo em \u00fanico centro.<\/p>\n<p>Participantes: 53 recipientes de HSCT com evid\u00eancia radiol\u00f3gica de PI.<\/p>\n<p>Achados: Apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica de PI (caracter\u00edsticas da doen\u00e7a, tempo de diagn\u00f3stico ap\u00f3s transplante, sintomas, tempo de resolu\u00e7\u00e3o de PI), manejo cl\u00ednico e achados.<\/p>\n<p>Resultados: O tempo m\u00e9dio de diagn\u00f3stico foi de 113 dias (IQR 34-136 dias) ap\u00f3s transplante. Seis pacientes (11%) eram assintom\u00e1ticos quando PI foi identificado em estudos radiol\u00f3gicos realizados por causa de outras indica\u00e7\u00f5es, como coloca\u00e7\u00e3o de cateteres para alimenta\u00e7\u00e3o ou procedimentos p\u00f3s-operat\u00f3rios (endoscopia, intuba\u00e7\u00e3o e etc). 47 pacientes (89%) apresentaram dor abdominal, distens\u00e3o ou diarreia. 43 pacientes (81%) n\u00e3o tiveram uma interven\u00e7\u00e3o cl\u00ednica por conta de PI; eles foram monitorados de perto. Os 10 pacientes restantes receberam manejo cl\u00ednico conservador para pacientes internados, que consistia em monitoramento di\u00e1rio e, pelo menos duas vezes por semana, consultas cl\u00ednicas para pacientes n\u00e3o-internados. Esses pacientes receberam hidrata\u00e7\u00e3o intravenosa se necess\u00e1rio. Nenhum paciente recebeu tratamento cir\u00fargico. O tempo m\u00e9dio para resolver PI foi de 15 dias (IQR 3-61 dias). Oito pacientes morreram at\u00e9 100 dias com o diagn\u00f3stico de PI, mas isquemia de intestino n\u00e3o foi causa de morte em nenhum paciente.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Pneumatose intestinal pode ser vista em pacientes receptores de HSCT que recebem terapia sist\u00eamica de esteroides. Esse estudo descreve suas caracter\u00edsticas cl\u00ednicas e demonstra que manejo cl\u00ednico conservador tem obtido muito sucesso nesses pacientes. Dessa forma, decis\u00f5es devem ser guiadas pelos sintomas cl\u00ednicos relevantes, em vez da presen\u00e7a ou aus\u00eancia de PI. \u00c9 importante reconhecer que embora PI em pacientes receptores de HSCT podem raramente resultar em complica\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas, avalia\u00e7\u00e3o cir\u00fargica \u00e9 necess\u00e1rio em casos de mudan\u00e7as cl\u00ednicas agudas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Uso da ultrassonografia de intestino delgado para predizer resposta a indu\u00e7\u00e3o por infliximab em pacientes pedi\u00e1tricos com Doen\u00e7a de Crohn.\u00a0<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Dolinger MT, Choi JJ, Phan BL et al. Use of small bowel ultrasound to predict response to infliximab induction in pediatric Crohn\u2019s disease.<\/p>\n<p><em>J Clin Gastroenterol <\/em>2020;00:1-4.<\/p>\n<p>DOI: 10.1097\/MCG.0000000000001367<\/p>\n<p>Hip\u00f3tese: Qual a utilidade da ultrassonografia (US) de intestino delgado como uma ferramenta n\u00e3o invasiva para avaliar a resposta indutora do infliximab (IFX) em pacientes pedi\u00e1tricos com Doen\u00e7a de Crohn (DC)?<\/p>\n<p>Design: estudo prospectivo<\/p>\n<p>Estudo em centro \u00fanico.<\/p>\n<p>Participantes: 15 pacientes no estudo, 13 pacientes inclu\u00eddos na an\u00e1lise (2 pacientes foram exclu\u00eddos devido a recusa de manuten\u00e7\u00e3o da cobertura do seguro de sa\u00fade e inabilidade de completar a terapia).<\/p>\n<p>Interven\u00e7\u00e3o: US de intestino delgado no in\u00edcio (T0) e na semana 14 (T14)<\/p>\n<p>Achados: O achado prim\u00e1rio descreve altera\u00e7\u00f5es em par\u00e2metros do US de intestino delgado antes e ap\u00f3s indu\u00e7\u00e3o e como estes est\u00e3o associados com respostas cl\u00ednicas e de biomarcadores: comprimento m\u00e1ximo do segmento envolvido (comprimento do segmento do intestino e sua mensura\u00e7\u00e3o em cent\u00edmetros), hiperemia da parede do intestino, espessamento da parede intestinal &gt; 3 cm, estenoses, aumento da ecogenicidade e espessamento dos planos adiposos, l\u00edquido livre, abscesso, e\/ou obstru\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o qualitativa da dilata\u00e7\u00e3o intestinal (nula, leve, moderada, ou grave), grau do peristaltismo (diminu\u00eddo, normal, levemente aumentado, moderadamente aumentado, ou gravemente aumentado) e a quantidade de fezes evacuadas (normal, levemente aumentado, moderadamente aumentado, ou gravemente aumentado). A resposta cl\u00ednica mensurada foi a obten\u00e7\u00e3o de remiss\u00e3o livre de ester\u00f3ides. Biomarcadores analisados foram a raz\u00e3o de sedimenta\u00e7\u00e3o dos eritr\u00f3citos (ESR), prote\u00edna C-reativa (PCR), calprote\u00edna fecal (CF) e weighted Pediatric Crohn\u2019s Disease Activity Index (xPCDAI).<\/p>\n<p>Resultados: houve uma redu\u00e7\u00e3o na hiperemia da parede intestinal e a extens\u00e3o de segmento intestinal acometido ap\u00f3s a indu\u00e7\u00e3o. Redu\u00e7\u00e3o da CF na semana 1 (T1) moderadamente correlacionado com a diminui\u00e7\u00e3o do segmento intestinal acometido (r=0,57, p=0,04). Nenhuma correla\u00e7\u00e3o foi vista com espessamento parietal, hiperemia da parede intestinal, ESR, PCR ou atividade da doen\u00e7a ap\u00f3s indu\u00e7\u00e3o. Sob o aspecto cl\u00ednico, todos os 13 pacientes que foram submetidos \u00e0 terapia de indu\u00e7\u00e3o alcan\u00e7aram remiss\u00e3o livre de esteroides e obteviveram redu\u00e7\u00e3o significativa em wPCDAI (p&lt;0,001), ESR (p=0,001), e PCR (p=0,01). Dos 13 pacientes, 9 mostraram redu\u00e7\u00e3o da CF ap\u00f3s indu\u00e7\u00e3o (p=0,06).<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Os autores conclu\u00edram que hiperemia da parede intestinal \u00e9 o primeiro par\u00e2metro na US de intestino delgado a mudar, como resposta a indu\u00e7\u00e3o pelo infliximab. Maiores limita\u00e7\u00f5es incluem tamanho de amostra pequeno e curto per\u00edodo de acompanhamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>BREAST IMAGING<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Classifica\u00e7\u00e3o de ultrassonografia de mama pelo Sistema BI-RADS em pacientes pedi\u00e1tricos e adolescentes superestima probabilidade de malignidade.\u00a0<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Davis J, Liang J, Roh A et al.<\/p>\n<p>Use of Breast Imaging-Reporting and Data System (BI-RADS) ultrasound classification in pediatric and adolescent patients overestimates likelihood of malignancy.<\/p>\n<p><em>J Ped Surg <\/em>2021. <em>Journal Pre-proof.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jpedsurg.2020.12.025\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jpedsurg.2020.12.025<\/a><\/p>\n<p>Hip\u00f3tese: Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da classifica\u00e7\u00e3o de les\u00f5es mam\u00e1rias malignas pela classifica\u00e7\u00e3o BI-RADS na ultrassonografia?<\/p>\n<p>Design: estudo retrospectivo.<\/p>\n<p>Estudo multic\u00eantrico (3 centros): exames foram interpretados independentemente por radiologistas especializados em mama.<\/p>\n<p>Participantes: 227 pacientes com ultrassonografia dispon\u00edvel, menores que 21 anos com patologia de mama (com exce\u00e7\u00e3o de ginecomastia, abscesso, ou mastite aguda) foram inclu\u00eddos desde janeiro de 2003 at\u00e9 novembro de 2016. Tumores filoides foram inclu\u00eddos como benignos ou malignos baseado na documenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica.<\/p>\n<p>Interven\u00e7\u00e3o: Classifica\u00e7\u00e3o por BI-RADS comparado com diagn\u00f3stico histopatol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Achados: propor\u00e7\u00e3o da avalia\u00e7\u00e3o por BI-RADS aplicado na ultrassonografia, propor\u00e7\u00e3o de cada categoria BI-RADS (1, 2, 3, 4 ou 5), raz\u00e3o falso-positivo.<\/p>\n<p>Resultados: avalia\u00e7\u00e3o por BI-RADS foi aplicada em 84,1%. 4 pacientes (1,8%) foram classificados como BI-RADS 1 (negativo ou sem achados), 38 pacientes (16,7%) foram classificados como BI-RADS 2 (benigno, 0% de malignidade), 24 pacientes (10,6%) receberam categoria BI-RADS 3 (provavelmente benigno, &lt;2% maligno), 124 pacientes (54,6%) receberam categoria BI-RADS 4 (suspeita para malignidade, 2-94% malignidade), e um paciente (0,4%) foi classificado como BI-RADS 5 (alta suspeita para malignidade, &gt; 95% para malignidade). Pacientes classificados nas categorias BI-RADS 4 e 5 foram submetidos \u00e0 bi\u00f3psia e a raz\u00e3o de malignidade nessas categorias foi de 0%. Assim, houve uma raz\u00e3o de 100% de falso-positivo para BI-RADS 4 e 5. Inclusive, o \u00fanico paciente classificado com BI-RADS 5, na verdade, apresentava necrose gordurosa.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: os autores conclu\u00edram que o uso de BI-RADS em pacientes pedi\u00e1tricos e adolescentes superestima o risco de malignidade. Assim, o BI-RADS n\u00e3o \u00e9 v\u00e1lido para essa popula\u00e7\u00e3o. Isso n\u00e3o \u00e9 uma surpresa, visto que a classifica\u00e7\u00e3o BI-RADS foi desenvolvida para pacientes adultos. \u00c9 importante avaliar porque a maioria desses relatos de ultrassonografia de mama usam o BI-RADS em pacientes pedi\u00e1tricos e adolescentes. N\u00e3o est\u00e1 claro porque somente 84,1% dos pacientes tiveram avalia\u00e7\u00e3o pelo BI-RADS. Os autores listaram patologias benignas dos 15,9% restantes que n\u00e3o receberam avalia\u00e7\u00e3o BI-RADS. Seria bom esclarecer as raz\u00f5es, por exemplo, se isso foi devido a inconsist\u00eancia da pr\u00e1tica cl\u00ednica. Al\u00e9m disso, os autores sugeriram que se a classifica\u00e7\u00e3o BI-RADS for usada em pacientes pedi\u00e1tricos e adolescentes, ent\u00e3o a recomenda\u00e7\u00e3o de bi\u00f3psia associada deveria ser descartada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>CARDIAC IMAGING<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Achados no ecocardiograma em pacientes pedi\u00e1tricos com s\u00edndrome inflamat\u00f3ria multissist\u00eamica associada ao COVID-19 nos Estados Unidos.\u00a0<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Matsubara D, Kauffman HL, Wang Y et al.<\/p>\n<p>Echocardiographic findings in pediatric multisystem inflammatory syndrome associated with COVID-19 in the United States.<\/p>\n<p><em>JACC<\/em> 2020;76(17):1947-61.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jacc.2020.08.056\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jacc.2020.08.056<\/a><\/p>\n<p>Hip\u00f3tese: Quais s\u00e3o as manifesta\u00e7\u00f5es anat\u00f4micas e funcionais do ecocardiograma na s\u00edndrome inflamat\u00f3ria multissist\u00eamica pedi\u00e1trica (SIM-P)? A MIS-C est\u00e1 associada com fun\u00e7\u00e3o sist\u00f3lica e diast\u00f3lica reduzida, similar a outras miocardites virais?<\/p>\n<p>Design: estudo retrospectivo de abril at\u00e9 junho de 2020.<\/p>\n<p>\u00danico centro (The Children\u2019s Hospital of Philadelphia, Philadelphia, PA).<\/p>\n<p>Participantes: 28 pacientes com SIM-P, 20 pacientes com S\u00edndrome de Kawasaki (DK) e 20 pacientes saud\u00e1veis como grupo controle.<\/p>\n<p>Interven\u00e7\u00e3o: par\u00e2metros ecocardiogr\u00e1ficos na fase aguda da doen\u00e7a (SIM-P e DK) e durante o per\u00edodo subjugado do grupo SIM-P (5.2+-3 dias).<\/p>\n<p>Achados: dilata\u00e7\u00e3o da art\u00e9ria coron\u00e1ria, fun\u00e7\u00e3o sist\u00f3lica e diast\u00f3lica ventricular esquerda por par\u00e2metros de deforma\u00e7\u00e3o (incluindo tens\u00e3o longitudinal, raz\u00e3o de tens\u00e3o longitudinal, raz\u00e3o da tens\u00e3o diast\u00f3lica longitudinal precoce e pico de tens\u00e3o do \u00e1trio esquerdo), e les\u00e3o mioc\u00e1rdica.<\/p>\n<p>Resultados: 1 dos 28 pacientes com SIM-C-P manifestaram dilata\u00e7\u00e3o\/ectasia da art\u00e9ria coron\u00e1ria. A fun\u00e7\u00e3o sist\u00f3lica ventricular esquerda foi pior nos pacientes com SIM-P comparado tanto com pacientes saud\u00e1veis do grupo controle, quanto dos pacientes com DK (LVEF 5% vs 64% vs. 66%, p&lt;0,001 e p=0,003). A fun\u00e7\u00e3o diast\u00f3lica ventricular esquerda, em rela\u00e7\u00e3o a todos os par\u00e2metros de deforma\u00e7\u00e3o foi pior em pacientes com SIM-P. Em pacientes com SIM-P, os preditores mais importantes associados com les\u00e3o mioc\u00e1rdica, definido pela eleva\u00e7\u00e3o de biomarcadores de BNP e\/ou troponina-I, foram tens\u00e3o longitudinal, tens\u00e3o global em circunfer\u00eancia, tens\u00e3o do \u00e1trio esquerdo e pico de tens\u00e3o longitudinal da parte livre do ventr\u00edculo direito.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: O estudo conclui que as art\u00e9rias coron\u00e1rias podem ser poupadas em pacientes com SIM-P, mas a disfun\u00e7\u00e3o card\u00edaca \u00e9 mais comum do que em pacientes com DK. No entanto, a pequena amostra e pouca disponibilidade de acompanhamento longitudinal prolongado s\u00e3o limita\u00e7\u00f5es grandes desse estudo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>CHEST IMAGING<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Met\u00e1stase pulmonar at\u00edpica em crian\u00e7as: revis\u00e3o de padr\u00f5es de imagem.\u00a0<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Gagnon MH, Wallace AB, Yedururi S et al.<\/p>\n<p>Atypical pulmonary metastases in children: pictorial review of imaging patterns.<\/p>\n<p><em>Pediatric Radiology<\/em> 2021;51:131-139.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00247-020-04821-y\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00247-020-04821-y<\/a><\/p>\n<p>Hip\u00f3tese: Quais s\u00e3o os achados de imagem na met\u00e1stase pulmonar at\u00edpica em crian\u00e7as?<\/p>\n<p>Design: revis\u00e3o pict\u00f3rica<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Met\u00e1stase pulmonar t\u00edpica em crian\u00e7as em geral se apresentam sob forma de n\u00f3dulos s\u00f3lidos, circunscritos, em geral nas bases do pulm\u00e3o. Esse artigo demonstra as apresenta\u00e7\u00f5es at\u00edpicas: n\u00f3dulos calcificados ou escavados, halo peritumoral, embolia tumoral, n\u00f3dulos miliares, linfangite carcinomatosa, met\u00e1stase pleural, pneumot\u00f3rax espont\u00e2neo, e atelectasia\/colapso lobar \u2014 de met\u00e1stase pulmonar de tumores prim\u00e1rios pedi\u00e1tricos. \u00c9 importante para os radiologistas reconhecerem essas apresenta\u00e7\u00f5es at\u00edpicas para evitar subdiagn\u00f3stico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Utiliza\u00e7\u00e3o do angiotomografia computadorizada para avalia\u00e7\u00e3o de suspeita de embolia pulmonar no departamento de emerg\u00eancia pedi\u00e1trica terci\u00e1ria.\u00a0<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Barrera CA, Otero HJ, Fenlon E et al. CTA utilization for evaluation of suspected pulmonary embolism in a tertiary pediatric emergency department.<\/p>\n<p><em>Clinical Imaging<\/em> 2020;0(00). <em>Journal Pre-Proof.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.clinimag.2020.12.024\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.clinimag.2020.12.024<\/a><\/p>\n<p>Hip\u00f3tese: Quais s\u00e3o as altera\u00e7\u00f5es no uso de angiotomografia de t\u00f3rax (CTA) para avaliar suspeitas de embolia pulmonar (EP)? Qual a raz\u00e3o positiva de achados auxiliares para estudos negativos para EP?<\/p>\n<p>Design: Estudo retrospectivo de 2005 a 2007.<\/p>\n<p>Centro \u00fanico<\/p>\n<p>Participantes: 307 CTAs de t\u00f3rax para suspeita de EP foram inclu\u00eddos.<\/p>\n<p>Achados: raz\u00e3o de positividade para EP em CTAs de t\u00f3rax, raz\u00e3o de negatividade em CTA de t\u00f3rax, raz\u00e3o de negatividade em CTA de t\u00f3rax, mas positividade nos achados auxiliares.<\/p>\n<p>Resultados: 50 casos (16%) foram classificados como positivos, 91 casos (30%) foram negativos, mas positivos nos exames auxiliares, cujos principais foram efus\u00f5es pleurais e pneumonia. O n\u00famero de CTAs de t\u00f3rax para EP aumentou em 3,2 estudos por ano, mas a raz\u00e3o de CTAs de t\u00f3rax positivo para exames auxiliares e positivo para EP foi est\u00e1vel com o passar do per\u00edodo de tempo do estudo (1.5 e 0.3, respectivamente).<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: O estudo afirma que a taxa de CTAs para avalia\u00e7\u00e3o de EP aumentou com o tempo mas a taxa geral de diagn\u00f3stico de EP permaneceu est\u00e1vel. Isso ocorre de forma similar nos adultos. O estudo descreve achados auxiliares comuns para o diagn\u00f3stico de EP. Limita\u00e7\u00f5es incluem uma natureza retrospectiva do design de estudo e dados limitados (como a falta de revis\u00e3o de imagem e exclus\u00e3o de exames CTA externos).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>INTERVENCIONAL RADIOLOGY<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Abla\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica endovenosa de varizes nos \u00a0pacientes pedi\u00e1tricos com S\u00edndrome de Klippel- Trenaunay: viabilidade, seguran\u00e7a, e resultados iniciais.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Lambert G, Teplisky D, Cabezas M et al.<\/p>\n<p>Mechanical endovenous ablation of varicose veins in pediatric patients with Klippel-Trenaunay Syndrome: feasibility, safety, and initial results.<\/p>\n<p><em>J Vasc Interv Radiol <\/em>2021;32:80-86.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jvir.2020.08.019\">https:\/\/doi.org\/10.1016\/j.jvir.2020.08.019<\/a><\/p>\n<p>Hip\u00f3tese: Qual a viabilidade, seguran\u00e7a e resultados da abla\u00e7\u00e3o endovenosa para tratamento de veias ectasiadas nos pacientes com S\u00edndrome Klippel- Trenaunay (SKT)?<\/p>\n<p>Design: Estudo retrospectivo<\/p>\n<p>Centro \u00fanico.<\/p>\n<p>Participantes: 11 pacientes pedi\u00e1tricos (13 procedimentos) foram inclu\u00eddos (idade m\u00e9dia de 11,9 anos, entre 4 e 16 anos).<\/p>\n<p>Achados: Raz\u00e3o de sucesso, raz\u00e3o de oclus\u00e3o prim\u00e1ria, efeitos colaterais, e raz\u00e3o de recanaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Resultados: Todos os 13 pacientes alcan\u00e7aram sucesso t\u00e9cnico e oclus\u00e3o prim\u00e1ria, que durou por um ano. No acompanhamento, 2 dos 13 pacientes (18%) mostrou recanaliza\u00e7\u00e3o parcial com recorr\u00eancia de sintomas. Um procedimento MOCA refeito obteve sucesso em ambos os pacientes. Sem eventos adversos.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Tratamento cir\u00fargico da SKT foi feito com sucesso com t\u00e9cnicas radiol\u00f3gicas minimamente invasivas, incluindo escleroterapia, emboliza\u00e7\u00e3o, e mais recentemente, remo\u00e7\u00e3o endovenosa termal, como a radiofrequ\u00eancia e a remo\u00e7\u00e3o por laser. MOCA \u00e9 uma t\u00e9cnica mais recente que combina dano mec\u00e2nico e dano qu\u00edmico via agente esclerosante sob o endot\u00e9lio venoso. Diferente das t\u00e9cnicas \u00a0anteriores de remo\u00e7\u00e3o, MOCA n\u00e3o requer anestesia e n\u00e3o est\u00e1 associada com complica\u00e7\u00f5es termais. Esse estudo mostra que MOCA \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o de tratamento segura e eficiente para a popula\u00e7\u00e3o. As principais limita\u00e7\u00f5es do estudo incluem um tamanho de amostra pequeno e que n\u00e3o definiu precisamente a viabilidade do procedimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>NEURORADIOLOGY<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Manejo da hidrocefalia nas crian\u00e7as: imagem anat\u00f4mica de deriva\u00e7\u00e3o ventriculoperitoneal e suas complica\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Khalatbari H and Parisi MT.<\/p>\n<p>Management of hydrocephalus in children: anatomic imaging appearances of CSF shunts and their complications.<\/p>\n<p><em>AJR <\/em>2021;216:187-199.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.20.22888\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/AJR.20.22888<\/a><\/p>\n<p>Hip\u00f3tese: Como \u00e9 o manejo das hidrocefalias e a avalia\u00e7\u00e3o de deriva\u00e7\u00e3o ventriculoperitoneal (DVP)?<\/p>\n<p>Design: revis\u00e3o<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: Esse \u00e9 uma revis\u00e3o detalhada, educacional da hidrocefalia na popula\u00e7\u00e3o pedi\u00e1trica com o foco prim\u00e1rio no seu manejo. Os autores descreveram a anatomia e mecanismos das variadas DVP. Amostras de protocolos de TC e RM foram oferecidas durante a discuss\u00e3o das diferentes modalidades usadas para avaliar hidrocefalia e shunts. O artigo conclui com complica\u00e7\u00f5es do shunt e uma breve revis\u00e3o sobre o assunto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #800080;\"><strong>AI &amp; MACHINE LEARNING<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Desenvolvendo qualidade de imagem e reduzindo dose de radia\u00e7\u00e3o da tomografia computadorizada pedi\u00e1trica utilizando reconstru\u00e7\u00e3o deep learning.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Brady SL, Trout AT, Somasundaram E et al.<\/p>\n<p>Improving image quality and reducing radiation dose for pediatric CT by using deep learning reconstruction.<\/p>\n<p><em>Radiology <\/em>2021;298:180-188.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1148\/radiol.2020202317\">https:\/\/doi.org\/10.1148\/radiol.2020202317<\/a><\/p>\n<p>Hip\u00f3tese: como o algoritmo de reconstru\u00e7\u00e3o deep learning (DLR) afeta a qualidade da imagem e dose de radia\u00e7\u00e3o da tomografia computadorizada (TC) pedi\u00e1trica?<\/p>\n<p>Design: estudo retrospectivo usando dados randomizados de TCs realizadas de fevereiro a dezembro de 2018.<\/p>\n<p>\u00danico centro (Cincinnati Children\u2019s Hospital Medical Center).<\/p>\n<p>Participantes: 4 estruturas anat\u00f4micas foram selecionadas para revis\u00e3o: veia \u00e1zigos, veia hep\u00e1tica direita, ducto biliar comum e art\u00e9ria mesent\u00e9rica superior de 19 pacientes (total de 152 s\u00e9ries).<\/p>\n<p>Interven\u00e7\u00e3o: compara\u00e7\u00e3o objetiva do Advanced Intelligent Clear-IQ Engine, o algoritmo DLR (desenvolvido pelo Canon Medical Systems) versus filtered back projection (FBP) existente, statistical-based iterative reconstruction (SBIR), e model-based iterative reconstruction (MBIR). Uma compara\u00e7\u00e3o subjetiva realizada por 3 radiologistas pedi\u00e1tricos foi realizada para valida\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Achados: achados objetivos inclu\u00edram qualidade da imagem (como detec\u00e7\u00e3o do objeto e diferen\u00e7a de contraste) e estima\u00e7\u00e3o de redu\u00e7\u00e3o de dose. Al\u00e9m disso, achados observacionais inclu\u00edram gradua\u00e7\u00f5es (escala de 1-10) de defini\u00e7\u00e3o, quantum noise level, e conspicuidade do objeto.<\/p>\n<p>Resultados: DLR demonstrou detec\u00e7\u00e3o de objeto melhorada comparado com FBR (em 51%), SBIR (em 18%) e MBIR (em 11%). DLR tamb\u00e9m mostrou ter redu\u00e7\u00e3o de dose 52% maior que SBIR. DLR foi preferido em rela\u00e7\u00e3o a FBR, SBIR ou MBIR pelos radiologistas.<\/p>\n<p>Coment\u00e1rio: O estudo demonstra que esse algoritmo DLR conseguiu melhorar a qualidade da imagem e obteve maior redu\u00e7\u00e3o de dose de radia\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos outros algoritmos. Os autores est\u00e3o cientes das maiores limita\u00e7\u00f5es incluindo pequeno tamanho de amostra, estudo retrospectivo, e falta de avalia\u00e7\u00e3o patol\u00f3gica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bP86qVhYqFU[\/embedyt] &nbsp; Pneumatose intestinal ap\u00f3s transplante de c\u00e9lulas tronco hematopoi\u00e9ticas: quando n\u00e3o fazer nada [&hellip;]","protected":false},"author":3,"featured_media":3054,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-13136","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>What\u2019s new in Pediatric Imaging (Portuguese) \u2013 February 2021 - ACORE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-february-2021\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"What\u2019s new in Pediatric Imaging (Portuguese) \u2013 February 2021 - ACORE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=bP86qVhYqFU[\/embedyt] &nbsp; Pneumatose intestinal ap\u00f3s transplante de c\u00e9lulas tronco hematopoi\u00e9ticas: quando n\u00e3o fazer nada [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-february-2021\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"ACORE\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-03-01T20:34:55+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2021-03-02T08:46:32+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/broken-leg-x-ray-scanning-PWB9QTL-1-scaled.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"2560\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"1678\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Abdelrahman\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Abdelrahman\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"12 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-february-2021\/\",\"url\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-february-2021\/\",\"name\":\"What\u2019s new in Pediatric Imaging (Portuguese) \u2013 February 2021 - ACORE\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-february-2021\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-february-2021\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/broken-leg-x-ray-scanning-PWB9QTL-1-scaled.jpg\",\"datePublished\":\"2021-03-01T20:34:55+00:00\",\"dateModified\":\"2021-03-02T08:46:32+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/#\/schema\/person\/75293c6e4870f3aa293e1394c53df6b7\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-february-2021\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-february-2021\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-pediatric-imaging-february-2021\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/broken-leg-x-ray-scanning-PWB9QTL-1-scaled.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/broken-leg-x-ray-scanning-PWB9QTL-1-scaled.jpg\",\"width\":2560,\"height\":1678,\"caption\":\"Broken Leg of Little Children X Ray Scanning. 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