{"id":13129,"date":"2021-03-01T14:22:09","date_gmt":"2021-03-01T19:22:09","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=13129"},"modified":"2021-03-02T03:44:55","modified_gmt":"2021-03-02T08:44:55","slug":"whats-new-in-msk-imaging-portuguese-february-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-msk-imaging-portuguese-february-2021\/","title":{"rendered":"What&#8217;s new in MSK Imaging (Portuguese) &#8211; February 2021"},"content":{"rendered":"<p>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=hxFr_jz9Qt8[\/embedyt]<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Imagem avan\u00e7ada de RM d<\/strong><strong>a medula \u00f3ssea: quantifica\u00e7\u00e3o das altera\u00e7\u00f5es de sinal em imagens ponderadas nas sequ\u00eancias Dixon T1 e T2 nas les\u00f5es da medula vermelha, medula amarela e medula patol\u00f3gica.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Chayanit Sasiponganan, Kevin Yan, Parham Pezeshk, Yin Xi, Avneesh Chhabra<\/p>\n<p><em>Skeletal Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>Os radiologistas que interpretam imagens de RM de les\u00f5es do esqueleto (ou les\u00f5es incidentais do esqueleto) devem avaliar as altera\u00e7\u00f5es de sinal para fazer um diagn\u00f3stico, no entanto, os dados sobre altera\u00e7\u00e3o quantitativa de sinal s\u00e3o limitados na literatura. Esse artigo avalia a intensidade do sinal na medula gordurosa, medula hematopoi\u00e9tica e les\u00f5es da medula \u00f3ssea na imagem de RM.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>As les\u00f5es de medula amarela, medula vermelha e \u00f3sseas podem ser distinguidas pela intensidade do sinal em imagens Dixon T1 e T2?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Estudo retrospectivo.<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong><\/p>\n<p>141 pacientes (77 controles e 64 com les\u00f5es \u00f3sseas \u2013 33 benignas e 31 malignas) com imagem realizada entre janeiro de 2016 e dezembro de 2017 em um \u00fanico local.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>As regi\u00f5es de interesse (ROI) foram desenhadas dentro do corpo da v\u00e9rtebra L5, nos ossos il\u00edacos e nos f\u00eamures em imagens T1 e T2 em fase e fora de fase. ROIs de melhor ajuste foram desenhados sobre as les\u00f5es nas mesmas sequ\u00eancias. As mudan\u00e7as na intensidade de sinal (IS) em cada grupo foram comparadas.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>Altera\u00e7\u00f5es menores de IS foram observadas na medula gordurosa quando comparadas \u00e0 medula hematopoi\u00e9tica tanto em imagens Dixon T1 quanto Dixon T2 em todos os locais (p&lt;0,0001), exceto em L5 nas imagens Dixon T2. Ambas as les\u00f5es malignas e benignas mostraram altera\u00e7\u00f5es significativamente menores em compara\u00e7\u00e3o com a medula amarela e medula vermelha nas imagens Dixon T2. Les\u00f5es malignas tamb\u00e9m exibiram menor altera\u00e7\u00e3o de IS em compara\u00e7\u00e3o com les\u00f5es benignas nas imagens Dixon T2. A perda da intensidade de sinal na medula vermelha e amarela foi menor nas imagens Dixon T1 do que nas imagens Dixon T2.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 diferen\u00e7as significativas nas mudan\u00e7as de intensidade do sinal em imagens Dixon em fase e fora de fase ao comparar les\u00f5es de medula gordurosa, medula hematopoi\u00e9tica e \u00f3ssea. Essas diferen\u00e7as s\u00e3o mais evidentes nas imagens Dixon T2, sugerindo utilidade significativa das imagens em fase e fora de fase para a caracteriza\u00e7\u00e3o de les\u00f5es medulares\/\u00f3sseas em exames de RM.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-019-03303-z\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-019-03303-z<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Esse \u00e9 um trabalho importante estabelecendo a utilidade de Dixon T2 para les\u00f5es medulares. Como resultado, Dixon T2 serve como um m\u00e9todo multifuncional para desarranjos internos e caracteriza\u00e7\u00e3o de les\u00f5es medulares. \u00c9 usado de forma rotineira em nossa pr\u00e1tica e n\u00f3s n\u00e3o utilizamos imagem T1 para desarranjos internos para economizar tempo, mantendo alta precis\u00e3o diagn\u00f3stica. Al\u00e9m disso, uma sequ\u00eancia Dixon T2 ou Dixon DP de 3-4 minutos substitui Dixon DP ou DPFS para avalia\u00e7\u00e3o de desarranjo interno.<\/p>\n<p>Avalia\u00e7\u00e3o de anormalidades da medula pode ser um desafio e muitas t\u00e9cnicas diferentes foram usadas no passado. Os autores demonstraram muito bem a utilidade da sequ\u00eancia\u00a0 Dixon para acentuar as diferen\u00e7as entre medula normal e patol\u00f3gica.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes<\/strong><\/p>\n<p>A sequ\u00eancia Dixon em fase e fora de fase pode ser \u00fatil para se caracterizar uma les\u00e3o \u00f3ssea na RM, uma vez que ocorre queda de sinal relativamente menor dentro da les\u00e3o comparado \u00e0 medula \u00f3ssea normal, servindo como um de muitos recursos de imagem que ajudam a diferenciar les\u00f5es benignas de malignas.<\/p>\n<p>T2 Dixon \u00e9 a sequ\u00eancia mais \u00fatil na avalia\u00e7\u00e3o da maioria das les\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Vers\u00e3o femoral na artroscopia do quadril: isso importa?<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Robert W. Westermann and Michael C. Willey<\/p>\n<p><em>Sports Medicine and Arthroscopy Reviews<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>O manejo artrosc\u00f3pico do impacto femoro acetabular (IFA) vem aumentando substancialmente nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas. A vers\u00e3o femoral \u00e9 um componente vari\u00e1vel da anatomia do paciente com IFA que pode ser menos conhecido. Baixos graus de vers\u00e3o podem contribuir para o impacto anterior, enquanto altos graus podem ser vistos na displasia e podem contribuir com a instabilidade do quadril ou impacto posterior.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>A medi\u00e7\u00e3o cuidadosa da vers\u00e3o femoral auxilia no tratamento de pacientes com IFA ou displasia do quadril? Quais s\u00e3o os m\u00e9todos de obter essa medi\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Artigo de revis\u00e3o\/coment\u00e1rio<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>A vers\u00e3o femoral \u00e9 definida como o \u00e2ngulo entre a cabe\u00e7a\/colo do f\u00eamur e o c\u00f4ndilo femoral distal. A varia\u00e7\u00e3o normal \u00e9 definida como entre 10-14 graus com um desvio padr\u00e3o de 12 graus.<\/p>\n<p>V\u00e1rios m\u00e9todos radiol\u00f3gicos de medida existem e a vers\u00e3o \u00e9 mais comumente avaliada na TC (veja a figura 1 do artigo).<\/p>\n<p>Como a vers\u00e3o descreve o \u00e2ngulo entre a cabe\u00e7a\/colo do f\u00eamur e o c\u00f4ndilo femoral, as imagens devem incluir tanto o f\u00eamur proximal quanto distal (sem interven\u00e7\u00e3o do movimento do paciente) para fornecer uma medi\u00e7\u00e3o precisa.<\/p>\n<p>O exame f\u00edsico tamb\u00e9m pode ser \u00fatil na avalia\u00e7\u00e3o da vers\u00e3o, com o dedo do p\u00e9 internalizado sugerindo a possibilidade de antevers\u00e3o excessiva e o dedo do p\u00e9 externalizado sugerindo retrovers\u00e3o relativa. Um teste de proemin\u00eancia trocant\u00e9rica (teste de Craig) pode ser realizado na posi\u00e7\u00e3o prona com palpa\u00e7\u00e3o do trocanter maior conforme a perna \u00e9 girada e medi\u00e7\u00e3o da t\u00edbia em rela\u00e7\u00e3o ao eixo vertical quando o trocanter parece mais proeminente.<\/p>\n<p>A retrovers\u00e3o femoral relativa aumenta a possibilidade de impacto do colo femoral anterior (com ou sem deformidade do tipo cam) e pode influenciar a t\u00e9cnica artrosc\u00f3pica necess\u00e1ria para o al\u00edvio da dor. Baixos graus de vers\u00e3o femoral tamb\u00e9m predisp\u00f5em ao impacto subespinhal. Altos graus de antevers\u00e3o podem contribuir para o impacto isquiofemoral e podem indicar a necessidade de cirurgia mais agressiva (n\u00e3o artrosc\u00f3pica) na displasia do quadril para resultados duradouros.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A vers\u00e3o femoral \u00e9 um componente importante da anatomia do quadril que pode contribuir para a sintomatologia e planejamento cir\u00fargico. A medi\u00e7\u00e3o precisa \u00e9 importante para a avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-cir\u00fargica da patologia do paciente.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi-org\/10.1097\/jsa.0000000000000299\">https:\/\/doi-org\/10.1097\/jsa.0000000000000299<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Obrigada por uma boa revis\u00e3o. Antevers\u00e3o femoral excessiva no cen\u00e1rio de displasia do quadril requer osteotomia de-rotacional femoral. A associa\u00e7\u00e3o da antevers\u00e3o reduzida com a inser\u00e7\u00e3o isquiofemoral n\u00e3o \u00e9 clara. Eu, pessoalmente, n\u00e3o acredito nesse diagn\u00f3stico e, na minha pr\u00e1tica, v\u00e1rios pacientes apresentam altera\u00e7\u00e3o gordurosa ou aumento do sinal do m\u00fasculo quadrado femoral sem nenhum sintoma. Tentei injetar no espa\u00e7o isquiofemoral com bom sucesso t\u00e9cnico, mas sem sucesso cl\u00ednico.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/radiology.wisc.edu\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/Femoral_Anteversion.pdf\">https:\/\/radiology.wisc.edu\/wp-content\/uploads\/2017\/11\/Femoral_Anteversion.pdf<\/a><\/p>\n<p>Uma maneira muito bem explicada de medir a vers\u00e3o femoral.- KJ<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes<\/strong><\/p>\n<p>A vers\u00e3o femoral \u00e9 o angulo entre a cabe\u00e7a e colo do f\u00eamur e os c\u00f4ndilos femorais distais (normal entre 5-15 graus).<\/p>\n<p>Isso \u00e9 comumente medido na TC em nossa pr\u00e1tica de preserva\u00e7\u00e3o do quadril, que deve incluir o f\u00eamur proximal e distal para fornecer um valor.<\/p>\n<p>Os m\u00e9todos comumente usados para medi\u00e7\u00e3o do \u00e2ngulo da cabe\u00e7a\/colo femoral em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 linha ao longo dos c\u00f4ndilos femorais distais posteriores est\u00e3o inclu\u00eddos na figura 1 deste artigo.<\/p>\n<p>Os \u00e2ngulos da antevers\u00e3o podem ser medidos com cortes limitados no quadril, joelho e tornozelo. Eles tamb\u00e9m podem ser medidos em imagens de RM. A avalia\u00e7\u00e3o de todo o membro \u00e9 feita com a avalia\u00e7\u00e3o das rota\u00e7\u00f5es do quadril, joelho e tornozelo para fazer as corre\u00e7\u00f5es rotacionais adequadas, seja no n\u00edvel femoral ou tibial.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>A protrus\u00e3o do segundo metatarso est\u00e1 relacionada \u00e0 ruptura da placa plantar metatarsofalangeana?<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Tania S. Mann, Caio Nery, Daniel Baumfeld, Eloy A. Fernandes<\/p>\n<p><em>American Journal of Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>Degenera\u00e7\u00e3o e les\u00f5es da placa plantar (PP) s\u00e3o causas comuns de dor no antep\u00e9, com a segunda articula\u00e7\u00e3o metatarsofalangeana sendo a mais comumente envolvida devido \u00e0 amplitude de movimento e carga durante a marcha. O comprimento relativo da protrus\u00e3o do segundo metatarso foi sugerido como um fator de predisposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>A protrus\u00e3o do segundo metatarso aumenta a probabilidade de degenera\u00e7\u00e3o e les\u00e3o da PP? Se sim, existe um grau de protrus\u00e3o que aumente significativamente essa possibilidade?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Estudo retrospectivo.<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong><\/p>\n<p>166 pacientes &gt; 18 anos de idade (incluindo 211 p\u00e9s) que apresentaram dor no antep\u00e9 entre mar\u00e7o de 2015 e dezembro de 2017.<\/p>\n<p>A m\u00e9dia de idade foi de 47 anos e 79% s\u00e3o mulheres.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pacientes com neuropatia, artrite, diabetes, infec\u00e7\u00f5es ou hist\u00f3ria de cirurgia no antep\u00e9 foram exclu\u00eddos.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>Foi realizada uma revis\u00e3o retrospectiva das imagens dos pacientes inclu\u00eddos. Radiografias com carga e imagens de RM foram inclu\u00eddas para revis\u00e3o por um radiologista e um cirurgi\u00e3o ortop\u00e9dico de p\u00e9 e tornozelo. O comprimento da protrus\u00e3o do segundo metatarso foi medido (em imagens de RM em corte axial e em radiografias AP). A medida da protrus\u00e3o do segundo metatarso foi a dist\u00e2ncia perpendicular entre o \u00e1pice da cabe\u00e7a do segundo metatarso e uma linha desenhada entre as cabe\u00e7as distais dos primeiro e terceiro metatarsos. As imagens tamb\u00e9m foram revisadas para ruptura da PP. Um sinal direto de ruptura completa \u00e9 o sinal de fluido na inser\u00e7\u00e3o da PP. Fibrose, retra\u00e7\u00e3o e ruptura parcial\/degenerativa tamb\u00e9m foram observadas. Os achados cl\u00ednicos foram revisados e an\u00e1lise estat\u00edstica foi realizada.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>Foi observada excelente concord\u00e2ncia entre leitores. A medi\u00e7\u00e3o de protrus\u00e3o por RM foi altamente correlacionada com a medi\u00e7\u00e3o radiogr\u00e1fica do p\u00e9; entretanto, os valores absolutos foram menores na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica do que na radiografia (medida de RM = 0,656 x medida radiogr\u00e1fica ou medida radiogr\u00e1fica = 1,44 x medida RM (em mil\u00edmetros)). A curva ROC revelou um valor de corte para ruptura da PP, com valores de 5,5 mm nas radiografias e 3,2 mm na RM, com uma sensibilidade de 36-53% e especificidade de 68-89%.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Esse estudo encontrou uma correla\u00e7\u00e3o significativa entre o grau de protrus\u00e3o da cabe\u00e7a do segundo metatarso e a taxa de ruptura da placa plantar, com uma protrus\u00e3o de 5,5 mm em radiografias com carga (ou 3,2 mm na RM) relacionada com ruptura de PP.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi-org\/10.2214\/ajr.19.22563\">https:\/\/doi-org\/10.2214\/ajr.19.22563<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Obrigado por seu trabalho. Baixa sensibilidade e especificidade s\u00e3o esperadas dados os m\u00e9todos utilizados. Em primeiro lugar, as medi\u00e7\u00f5es de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica s\u00e3o menores do que nas radiografias, provavelmente devido aos efeitos da falta de carga. Em segundo lugar, as cabe\u00e7as metatarsais s\u00e3o limitadas pela curvatura de uma par\u00e1bola. Se os autores procurarem por par\u00e1bola interrompida devido ao segundo metatarso mais longo, poderia ter sido uma avalia\u00e7\u00e3o mais \u00fatil do que a medi\u00e7\u00e3o conectando o primeiro e o terceiro metatarsos. Por \u00faltimo, sem boa correla\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, pode ser um fen\u00f4meno do ovo ou da galinha, se a ruptura da placa plantar leva \u00e0 altera\u00e7\u00e3o do alinhamento do segundo metatarso ou se a primeira predisp\u00f5e \u00e0 ruptura da placa plantar. Ainda assim, um bom trabalho explorat\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes<\/strong><\/p>\n<p>Pacientes com aumento de comprimento da protrus\u00e3o do segundo metatarso tem maior risco de ruptura da placa plantar. A protrus\u00e3o foi medida como a dist\u00e2ncia entre o a cabe\u00e7a distal do segundo metatarso a uma linha desenhada entre a primeira e terceira cabe\u00e7a do metatarso distal.<\/p>\n<p>A biomec\u00e2nica do p\u00e9 \u00e9 significativamente regulada pelo segundo metatarso, uma vez que este osso que suporta a carga.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>RM do t\u00fanel do carpo 3 e 12 meses ap\u00f3s libera\u00e7\u00e3o endosc\u00f3pica do t\u00fanel do carpo.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Alex Wing Hung Ng, James Francis Griffith, MD1 Chris Siu Chun Tsai, Wing Lim Tse, Michael Mak, Pak Cheong Ho<\/p>\n<p><em>American Journal of Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>Embora existam descri\u00e7\u00f5es detalhadas dos achados da s\u00edndrome do t\u00fanel do carpo, o curso natural das altera\u00e7\u00f5es de sinal no nervo mediano e os achados de imagem na RM do t\u00fanel do carpo ap\u00f3s a libera\u00e7\u00e3o cir\u00fargica n\u00e3o foram t\u00e3o bem caracterizados. Compreender os aspectos de imagem esperados \u00e9 importante, uma vez que sintomas residuais ou recorrentes est\u00e3o presentes em at\u00e9 20% dos pacientes ap\u00f3s a alta e at\u00e9 10% precisar\u00e3o de nova cirurgia.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>Qual \u00e9 o aspecto p\u00f3s-operat\u00f3rio esperado do t\u00fanel do carpo ap\u00f3s a libera\u00e7\u00e3o? Como as mudan\u00e7as de sinal do nervo mediano evoluem com o tempo?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Estudo prospectivo.<\/p>\n<p><strong>Participantes<\/strong><\/p>\n<p>Foram inclu\u00eddos 32 pacientes (35 punhos) com s\u00edndrome do t\u00fanel do carpo (STC) diagnosticados clinicamente e por estudos de condu\u00e7\u00e3o nervosa (27 mulheres; idade m\u00e9dia = 57 anos).<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>RM basais e p\u00f3s operat\u00f3rias em 3 e 12 meses foram obtidas em um aparelho 3T. As imagens de RM foras analisadas com medidas feitas por dois radiologistas. Foram medidos a \u00e1rea de sec\u00e7\u00e3o do nervo mediano, a rela\u00e7\u00e3o de mudan\u00e7a do calibre (proximal e distal), o achatamento e a intensidade de sinal. A curvatura do retin\u00e1culo e o tamanho da sua fenda, bem como a \u00e1rea de sec\u00e7\u00e3o transversal do t\u00fanel do carpo tamb\u00e9m foram medidos. A an\u00e1lise estat\u00edstica foi realizada. Avalia\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas dos sintomas da STC tamb\u00e9m foram acessadas.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>Todos os pacientes tiveram algum al\u00edvio nos sintomas com 3 e 12 meses. A \u00e1rea da sec\u00e7\u00e3o transversa do nervo mediano proximal ao t\u00fanel do carpo, a altera\u00e7\u00e3o do calibre deste nervo e a raz\u00e3o de achatamento na entrada do t\u00fanel melhoraram no p\u00f3s-operat\u00f3rio. A intensidade do sinal do nervo mediano tamb\u00e9m diminuiu ap\u00f3s 12 meses. A curvatura retinacular e a \u00e1rea da se\u00e7\u00e3o transversal do t\u00fanel do carpo tamb\u00e9m melhoraram com o tempo. Lacuna retinacular foi observada em 94% dos pacientes em 3 meses, mas apenas 12% em 12 meses. Nenhum desses par\u00e2metros foi associado \u00e0 melhora cl\u00ednica, exceto a rela\u00e7\u00e3o da intensidade de sinal do nervo mediano distal ao t\u00fanel do carpo em 12 meses.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Espera-se que os achados nas imagens de RM da s\u00edndrome do t\u00fanel do carpo melhorem no p\u00f3s operat\u00f3rio, no entanto, esses achados n\u00e3o se correlacionam significativamente com os sintomas\/melhora cl\u00ednica. Os nervos medianos tamb\u00e9m permaneceram aumentados (apesar da melhora) em 12 meses p\u00f3s opera\u00e7\u00e3o, mesmo com boa resposta cl\u00ednica). Assim, embora o curso natural da imagem ap\u00f3s a libera\u00e7\u00e3o do t\u00fanel do carpo agora seja descrito, eles devem ser correlacionados com os achados\/sintomas cl\u00ednicos para serem \u00fateis.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/ajr.20.23066\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/ajr.20.23066<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Esse \u00e9 um \u00f3timo trabalho e estabelece um atraso entre os achados de RM e a melhora cl\u00ednica. Pela minha experi\u00eancia, o papel da RM no acompanhamento de tais casos \u00e9 detectar a piora dos achados do nervo devido ao reencapsulamento e determina\u00e7\u00e3o da les\u00e3o do nervo e anatomia neurovascular em pacientes que n\u00e3o apresentam melhora cl\u00ednica ou apresentam piora ap\u00f3s cirurgia mal sucedida. O estudo tamb\u00e9m estabelece que o retin\u00e1culo flexor ou ligamento transverso do carpo pode se reformar ap\u00f3s a cirurgia devido \u00e0 cicatriza\u00e7\u00e3o e religamenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes<\/strong><\/p>\n<p>Os achados de imagem t\u00edpicos que sugerem s\u00edndrome do t\u00fanel do carpo incluem achatamento, mudan\u00e7a no calibre, edema e hiperintensidade do nervo mediano, espessamento\/ arqueamento do retin\u00e1culo flexor e diminui\u00e7\u00e3o da gordura do t\u00fanel do carpo. No paciente p\u00f3s-operat\u00f3rio, muitos desses achados podem estar presentes por pelo menos 1 ano ap\u00f3s a cirurgia, apesar da melhora dos sintomas, sugerindo que os crit\u00e9rios de imagem pr\u00e9-operat\u00f3rios para neuropatia mediana s\u00e3o menos \u00fateis nesta popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Compreender a apar\u00eancia normal p\u00f3s operat\u00f3ria da libera\u00e7\u00e3o do t\u00fanel do carpo ajuda a limitar o sobrediagn\u00f3stico de anormalidades. Sempre correlacione os achados de imagem com a cl\u00ednica do paciente.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Melhor pr\u00e1tica: melhor modalidade de imagem para vigil\u00e2ncia da artroplasia de quadril metal\/metal<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Jonelle M. Petscavage-Thomas, Alice Ha<\/p>\n<p><em>American Journal of Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>A artroplastia de quadril metal\/metal pode resultar em complica\u00e7\u00f5es nos tecidos moles. A imagem \u00e9 essencial na detec\u00e7\u00e3o e vigil\u00e2ncia dessas rea\u00e7\u00f5es adversas a res\u00edduos de metal (RARM) e rea\u00e7\u00f5es adversas nos tecidos locais; no entanto, uma revis\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria para avaliar a modalidade de imagem ideal para monitorar essas rea\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>Quais s\u00e3o as vantagens e desvantagens da ultrassonografia, TC e RM para detectar\/monitorar RARM? Qual \u00e9 mais \u00fatil clinicamente?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Revis\u00e3o<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>83 artigos publicados entre dezembro de 2014 e setembro de 2019 foram revisados para estudos de n\u00edvel I-IV (incluindo estudos randomizados e observacionais), com exclus\u00e3o de duplicatas e estudos sem padr\u00e3o de refer\u00eancia ou dado de sensibilidade\/especificidade\/precis\u00e3o. A RM foi a mais comumente mencionada (54\/83), enquanto apenas 4 artigos sobre a utilidade da TC foram inclu\u00eddos.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>A RM (particularmente usando o protocolo MARS com maior largura de banda, voxels menores, magnetos de 1,5T, sequ\u00eancias de spin-eco r\u00e1pidas e STIR em vez de sequ\u00eancias com supress\u00e3o de gordura em T2) \u00e9 bem descrita na literatura. A imagem multiespectral 3D (MSI) tamb\u00e9m tem sido aplicada para reduzir artefatos de suscetibilidade magn\u00e9tica, particularmente ao avaliar o osso adjacente. A RM tem um bom desempenho na detec\u00e7\u00e3o\/monitoramento de pseudotumores, sinovite e cole\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A ultrassonografia tem a vantagem de ter baixo custo, ampla disponibilidade e curto tempo de execu\u00e7\u00e3o e visualiza\u00e7\u00e3o de tecidos moles diretamente adjacentes ao metal, no entanto, a depend\u00eancia do operador e dificuldade de visualiza\u00e7\u00e3o de estruturas profundas s\u00e3o pontos negativos dessa modalidade neste cen\u00e1rio. Em estudos de compara\u00e7\u00e3o, US e RM tiveram bom desempenho com &gt;90% sensibilidade, especificidade e concord\u00e2ncia para pseudotumores.<\/p>\n<p>Finalmente, h\u00e1 menos literatura dispon\u00edvel sobre TC nesse cen\u00e1rio. Os exames de TC incluem exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o, mas geralmente s\u00e3o mais baratos e mais r\u00e1pidos de realizar do que a RM. Em alguns estudos, a TC parece encontrar mais oste\u00f3lise e taxas semelhantes de pseudotumor em compara\u00e7\u00e3o com a RM.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No cen\u00e1rio de artroplasia de quadril de metal e poss\u00edvel RARM, os autores recomendam RM MARS ou RM 3D MSI como primeira linha de imagem. A US oferece um exame barato focado nos tecidos moles, enquanto a TC \u00e9 mais sens\u00edvel \u00e0 oste\u00f3lise, mas inclui a exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi-org\/10.2214\/ajr.19.22344\">https:\/\/doi-org\/10.2214\/ajr.19.22344<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Obrigada por seu trabalho. A RM \u00e9 o padr\u00e3o de cuidado para complica\u00e7\u00f5es relacionadas ao metal ap\u00f3s uma radiografia de triagem. A US \u00e9, entretanto, uma ferramenta essencial e excelente para interven\u00e7\u00f5es nesses casos, como por exemplo, para a localiza\u00e7\u00e3o e drenagem de cole\u00e7\u00f5es, para o tratamento de bursite dolorosa e para a coleta de amostras articulares em casos de suspeita de infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes<\/strong><\/p>\n<p>Nos casos de artroplastia de quadril com pr\u00f3tese de metal, a RM \u00e9 provavelmente a melhor modalidade de imagem a ser utilizada (com o uso de redu\u00e7\u00e3o de artefato de metal, como protocolos MARS). A TC tamb\u00e9m pode ser \u00fatil, especialmente se houver a suspeita de oste\u00f3lise. A ultrassonografia \u00e9 mais \u00fatil para avalia\u00e7\u00e3o de tecidos moles relativamente superficiais.<\/p>\n<p>Pense tamb\u00e9m nas mudan\u00e7as biomec\u00e2nicas e nas causas de dor n\u00e3o relacionadas ao quadril em pacientes que apresentam complica\u00e7\u00f5es ap\u00f3s as artroplastias totais do quadril.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Uma atualiza\u00e7\u00e3o sobre imagens do sarcoma de Paget<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>William Tilden and Asif Saifuddin<\/p>\n<p><em>Skeletal Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>A doen\u00e7a \u00f3ssea de Paget \u00e9 caracterizada por renova\u00e7\u00e3o \u00f3ssea anormal. A doen\u00e7a \u00e9 geralmente observada em pacientes &gt; 60 anos de idade e mais comumente naqueles de heran\u00e7a caucasiana e idiop\u00e1ticos. A doen\u00e7a tamb\u00e9m carrega um risco de malignidade dentro do osso anormal, incluindo osteosarcoma, condrossarcoma e histiocitoma fibroso maligno, com aproximadamente 1% dos pacientes com doen\u00e7a de Paget afetados por malignidade.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>Quais os achados de imagem e o curso cl\u00ednico do sarcoma de Paget na literatura?<\/p>\n<p>Quais mimetizadores do sarcoma de Paget devem chamar a aten\u00e7\u00e3o do radiologista?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Revis\u00e3o da literatura.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>A histologia mais comum do sarcoma que surge na doen\u00e7a de Paget \u00e9 o osteossarcoma. Os sarcomas secund\u00e1rios surgem mais comumente na pelve, seguidos pelo f\u00eamur e \u00famero. Os achados de imagem incluem achados t\u00edpicos de uma les\u00e3o \u00f3ssea agressiva, incluindo destrui\u00e7\u00e3o cortical e massa de tecido mole. A fratura patol\u00f3gica \u00e9 vista em at\u00e9 1\/3 dos casos. A RM permite o estadiamento local, incluindo a extens\u00e3o da massa de tecido mole, bem como a extens\u00e3o do componente de substitui\u00e7\u00e3o da medula da massa. O sarcoma de Paget tamb\u00e9m pode ser observado primeiro como uma \u00e1rea &#8220;fria&#8221; na cintilografia \u00f3ssea. PET \/ TC n\u00e3o \u00e9 sugerido devido a pelo menos um resultado falso negativo relatado na literatura. Outras malignidades e a fase l\u00edtica inicial da doen\u00e7a de Paget podem mimetizar o sarcoma.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O sarcoma de Paget \u00e9 uma neoplasia maligna rara e agressiva, geralmente apresentando uma les\u00e3o destrutiva e massa de tecidos moles. A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica \u00e9 \u00fatil no estadiamento local, bem como na diferencia\u00e7\u00e3o do sarcoma de Paget de seus \u201cmimetizadores\u201d.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03682-8\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03682-8<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Obrigado pelo bom trabalho e ilustra\u00e7\u00f5es dos casos. Nos dias de hoje, raramente encontramos casos da doen\u00e7a de Paget; no entanto, o conhecimento dos sinais radiol\u00f3gicos de transforma\u00e7\u00e3o para sarcoma \u00e9 importante. Curiosamente, no Texas, estamos observando osteossarcoma prim\u00e1rio adulto com mais frequ\u00eancia do que os secund\u00e1rios devido \u00e0 doen\u00e7a de Paget subjacente ou radia\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes<\/strong><\/p>\n<p>Este artigo \u00e9 um lembrete importante de que os sarcomas secund\u00e1rios podem ocorrer na doen\u00e7a de Paget.<\/p>\n<p>Os \u201cmimetizadores\u201d s\u00e3o especialmente \u00fateis para residentes. O sarcoma de Paget geralmente se apresenta na radiografia \/ TC como les\u00e3o expansiva de partes moles, com sinais de agressividade, determinando substitui\u00e7\u00e3o da medula \u00f3ssea em T1. Os \u201cmimetizadores\u201d normalmente n\u00e3o possuem essas caracter\u00edsticas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Unidades Hounsfield (UH) pr\u00e9-operat\u00f3rias no planejamento da instrumenta\u00e7\u00e3o vertebral superior podem prever cifose juncional proximal na deformidade da coluna vertebral em adultos<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Yu-Cheng Yao, Jonathan Elysee, Renaud Lafage, Michael McCarthy, Philip K. Louie, Basel Sheikh Alshabab, Karen Weissmann\u2020 Virginie Lafage, Frank Schwab, Han Jo Kim<\/p>\n<p><em>Spine<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>A cifose juncional proximal \u00e9 uma complica\u00e7\u00e3o comum ap\u00f3s a cirurgia para deformidade espinhal em adultos e a osteopenia \u00e9 um fator de risco. As TC geralmente s\u00e3o feitas no pr\u00e9-operat\u00f3rio, e ter uma medida prontamente dispon\u00edvel para medir o risco dessa deformidade seria \u00fatil clinicamente.<strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong>Question<\/strong><\/p>\n<p>Existe uma correla\u00e7\u00e3o entre as unidades Hounsfield (UH) da\u00a0 instrumenta\u00e7\u00e3o vertebral superior e o risco de cifose juncional proximal no p\u00f3s-operat\u00f3rio?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Coorte retrospectivo.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rio de inclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Foi realizada revis\u00e3o retrospectiva de pacientes submetidos \u00e0 cirurgia para deformidade espinhal adulta entre maio de 2013 e julho de 2018, incluindo cirurgias prim\u00e1rias e de revis\u00e3o. Foram inclu\u00eddos pacientes &gt; 18 anos de idade, com fus\u00e3o posterior por mais de 5 n\u00edveis, TC pr\u00e9-operat\u00f3ria em 6 meses antes da cirurgia inicial e com acompanhamento m\u00ednimo de um ano.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rio de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pacientes com prontu\u00e1rio incompleto e \/ ou perda de acompanhamento foram exclu\u00eddos.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>108 pacientes foram revisados e 63 cumpriram os crit\u00e9rios de inclus\u00e3o no estudo. Dados cl\u00ednicos incluindo IMC e sexo foram coletados. Os pacientes foram classificados em grupos com cifose juncional proximal (CJP) \u00f3ssea (causada por falha \u00f3ssea), cifose juncional proximal n\u00e3o \u00f3ssea (causada por problemas ligamentares \/ discais) e sem cifose juncional proximal.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>Demograficamente CJP e n\u00e3o-CJP foram similares, com o grupo geral sendo aproximadamente 75% do sexo feminino e aproximadamente 43% das cirurgias inclu\u00eddas sendo revis\u00f5es. No entanto, os valores m\u00e9dios de UH para o grupo CJP \u00f3sseo foram significativamente menores do que no grupo n\u00e3o-CJP. O UH m\u00e9dio no grupo CJP n\u00e3o \u00f3sseo n\u00e3o foi significativamente diferente de nenhum dos outros grupos. Em particular, os pacientes com um valor de UH &lt;120 tiveram 5,74 vezes o risco de CJP \u00f3sseo em compara\u00e7\u00e3o com aqueles com valores &gt; 120.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>As UH de v\u00e9rtebras fornecem uma vis\u00e3o simples e valiosa do grau de desmineraliza\u00e7\u00e3o do paciente e, portanto, do risco p\u00f3s-operat\u00f3rio de desenvolver CJP \u00f3sseo. Este \u00e9 um dado valioso que pode ser obtido a partir de imagens pr\u00e9-operat\u00f3rias de rotina em pacientes que s\u00e3o submetidos \u00e0 cirurgia para corre\u00e7\u00e3o de deformidade da coluna vertebral.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1097\/brs.0000000000003798\">https:\/\/doi.org\/10.1097\/brs.0000000000003798<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p>Bom trabalho! Embora a osteoporose tenha um limiar inferior de UH na TC, a demonstra\u00e7\u00e3o de risco aumentado de cifose com densidade \u00f3ssea &lt;120 UH \u00e9 um achado \u00fatil. A correla\u00e7\u00e3o com o n\u00edvel de atividade do paciente e os n\u00edveis de vitamina D, embora dif\u00edcil de avaliar em estudos retrospectivos, teria sido \u00fatil para encontrar seus efeitos no desenvolvimento da cifose.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes<\/strong><\/p>\n<p>A desmineraliza\u00e7\u00e3o \u00f3ssea aumenta o risco do desenvolvimento de cifose ap\u00f3s a cirurgia de fus\u00e3o. As UH fornecem uma medida simples que pode ajudar os m\u00e9dicos a determinar o risco dessa deformidade para planejamento pr\u00e9-operat\u00f3rio e aconselhamento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Uma compara\u00e7\u00e3o da rota\u00e7\u00e3o do componente femoral ap\u00f3s artroplastia total do joelho na t\u00e9cnica de Kanekasu, cortes axiais de TC e imagens reconstru\u00eddas em 3D<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Emma L. Robertson, Martin Hengherr, Felix Amsler, Michael T. Hirschmann, Dominic T. Mathis<\/p>\n<p><em>Skeletal Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o relativa do componente na artroplastia total do joelho (ATJ) \u00e9 um fator importante para o resultado cl\u00ednico e afeta significativamente as for\u00e7as que atuam nesta articula\u00e7\u00e3o. A rota\u00e7\u00e3o do componente femoral \u00e9 definida pelo eixo condilar posterior (ECP) em rela\u00e7\u00e3o ao eixo transepicondilar cir\u00fargico ou anat\u00f4mico \u2013 que \u00e9 definido como o \u00e2ngulo condilar posterior. Existem v\u00e1rios m\u00e9todos para medir este \u00e2ngulo e algumas controv\u00e9rsias sobre o uso do eixo anat\u00f4mico ou eixo cir\u00fargico como refer\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>As medidas radiogr\u00e1ficas de Kanekasu para alinhamento rotacional se comparam \u00e0 confiabilidade da TC 2D ou TC 3D?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Coorte retrospectivo<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de inclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>82 joelhos consecutivos de 78 pacientes submetidos \u00e0 ATJ prim\u00e1ria de 2004 a 2019 em um \u00fanico centro foram inclu\u00eddos.<\/p>\n<p><strong>Crit\u00e9rios de exclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Hist\u00f3ria de trauma no joelho ou cirurgia de revis\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos<\/strong><\/p>\n<p>Todos os pacientes foram submetidos \u00e0 radiografia de Kanekasu, TC 2D em corte axial, e TC 3D completa. Dois avaliadores independentes mediram a rota\u00e7\u00e3o da ATJ femoral com base nos \u00e2ngulos condilares posteriores nas radiografias de Kanekasu e cortes de TC 2D em corte axial. As medidas da TC 3D foram previamente registradas por um radiologista especialista em musculoesquel\u00e9tico e foram consideradas o padr\u00e3o ouro.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>A confiabilidade inter e intra-examinador para as radiografias com t\u00e9cnica de Kanekasu e as medidas de TC 2D foram excelentes, no entanto, uma diferen\u00e7a foi encontrada entre a t\u00e9cnica de Kanekasu e as medidas de TC em 2D e a TC 3D padr\u00e3o ouro. A radiografia de Kanekasu prev\u00ea o \u00e2ngulo real em 66% dos casos, enquanto a TC 2D pode medir o \u00e2ngulo com 83% de precis\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A TC 2D mostrou uma correla\u00e7\u00e3o maior com TC 3D (o padr\u00e3o ouro) do que as medidas de Kanekasu. Se a TC 3D estiver dispon\u00edvel, deve ser prefer\u00edvel em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 TC 2D e radiografias para medi\u00e7\u00e3o de rota\u00e7\u00e3o do componente femoral.<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03702-7\">https:\/\/doi.org\/10.1007\/s00256-020-03702-7<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Bom trabalho definindo a anatomia da pr\u00f3tese femoral em radiografias e imagens de TC! No entanto, n\u00e3o est\u00e1 claro quanta varia\u00e7\u00e3o angular \u00e9 clinicamente aceit\u00e1vel e qual \u00e9 o limite de rota\u00e7\u00e3o anormal que impacta os sintomas do paciente ou a falha de ATJ.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes<\/strong><\/p>\n<p>A rota\u00e7\u00e3o do componente femoral \u00e9 um fator importante e pouco reconhecido que pode contribuir para a dor do paciente ap\u00f3s ATJ. Os residentes de radiologia devem estar cientes de como medir isso a fim de fornecer informa\u00e7\u00f5es importantes ao ortopedista. Orthobullets tem uma explica\u00e7\u00e3o completa, mas simples, do posicionamento ideal. <a href=\"https:\/\/www.orthobullets.com\/recon\/5017\/tka-patellofemoral-alignment\">https:\/\/www.orthobullets.com\/recon\/5017\/tka-patellofemoral-alignment<\/a><\/p>\n<p>Tente identificar a regi\u00e3o transepicondilar no f\u00eamur distal em todas as tomografias p\u00f3s-operat\u00f3rias do joelho para avaliar uma ATJ. \u00c9 isso que a equipe ortop\u00e9dica est\u00e1 medindo ao tentar avaliar o ATJ para qualquer rota\u00e7\u00e3o femoral. Isso tamb\u00e9m \u00e9 importante para quaisquer procedimentos de revis\u00e3o de ATJ.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>S\u00edndrome de Li-Fraumeni e triagem de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de corpo inteiro: diretrizes de triagem, recursos de imagem e impacto no tratamento do paciente<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Nikita Consul, Behrang Amini, Juan Jose Ibarra-Rovira, Katherine J. Blair, Tanya W. Moseley, Ahmed Taher, Komal B. Shah, Khaled M. Elsayes<\/p>\n<p><em>American Journal of Radiology<\/em><\/p>\n<p><strong>Contexto<\/strong><\/p>\n<p>A s\u00edndrome de Li-Fraumeni (SLF) \u00e9 uma s\u00edndrome heredit\u00e1ria autoss\u00f4mica dominante rara contendo uma muta\u00e7\u00e3o germinativa no gene TP53, que predisp\u00f5e \u00e0 oncog\u00eanese, com 41% dos pacientes desenvolvendo tumores at\u00e9 os 18 anos de idade. Leucemia e tumores cerebrais, tecidos moles, mamas, gl\u00e2ndulas adrenais e ossos s\u00e3o os c\u00e2nceres mais comuns associados a essa s\u00edndrome. Pacientes com SLF s\u00e3o muito suscet\u00edveis \u00e0 radia\u00e7\u00e3o, portanto, o uso de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de corpo inteiro \u00e9 recomendado para o rastreamento regular do c\u00e2ncer. \u00c9 importante reconhecer os tumores comuns associados ao SLF na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica, e tamb\u00e9m \u00e9 importante estar ciente da alta taxa de les\u00f5es falso-positivas.<\/p>\n<p><strong>Pergunta<\/strong><\/p>\n<p>Quais s\u00e3o os tumores mais comuns de SLF e seus aspectos na imagem?<\/p>\n<p><strong>Estudo<\/strong><\/p>\n<p>Artigo de revis\u00e3o<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><\/p>\n<p>Os pacientes com SLF t\u00eam uma variedade de tumores. Aproximadamente 13% desenvolvem tumores cerebrais, como carcinomas do plexo coroide e gliomas, incluindo astrocitomas, oligodendrogliomas e glioblastoma multiforme. Todos esses s\u00e3o melhor avaliados com resson\u00e2ncia magn\u00e9tica. Aproximadamente 27% dos pacientes com SLF desenvolver\u00e3o sarcomas de tecidos moles, mais comumente rabdomiossarcomas seguidos por lipossarcomas e sarcomas pleom\u00f3rficos. Todos s\u00e3o heterog\u00eaneos ou homogeneamente hiperintensos em T2 e demonstram realce \u00e1vido, prontamente aparente na resson\u00e2ncia magn\u00e9tica. 60% das pacientes com SLF tamb\u00e9m desenvolver\u00e3o c\u00e2ncer de mama, que \u00e9 mais comum antes da menopausa e mais comumente bilateral nesta popula\u00e7\u00e3o. Eles tamb\u00e9m apresentam uma taxa mais alta de malignidades p\u00f3s-radia\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o tratamento. O c\u00e2ncer de mama pode se apresentar como realce n\u00e3o nodular ou semelhante a n\u00f3dulo nas imagens ponderadas em T1 p\u00f3s-contraste. 13% desses pacientes tamb\u00e9m desenvolver\u00e3o carcinoma adrenocortical, mais comumente em crian\u00e7as, um tumor que demonstra realce heterog\u00eaneo e hiperintensidade em T1 e T2 com necrose intratumoral, hemorragia e calcifica\u00e7\u00f5es. O osteossarcoma tamb\u00e9m \u00e9 visto em 16% dos portadores de TP53 e frequentemente demonstra heterogeneidade em imagens ponderadas em T1 e T2 com restri\u00e7\u00e3o \u00e0 difus\u00e3o. A leucemia \u00e9 encontrada em aproximadamente 4% desta popula\u00e7\u00e3o e freq\u00fcentemente demonstra leve hiperintensidade em T2 e hipointensidade em T1 na medula \u00f3ssea. Les\u00f5es na pele, bra\u00e7os, c\u00f3lon ou pequenos linfonodos anormais podem levar a exames de RM de corpo inteiro falso-negativos. Os falso-positivos mais comuns s\u00e3o a medula \u00f3ssea vermelha ou les\u00f5es incidentais, como as do f\u00edgado, rim ou tireoide. Imagens em fase e fora de\u00a0 fase auxiliam para minimizar a interpreta\u00e7\u00e3o err\u00f4nea dos casos de medula hemapo\u00e9tica e as les\u00f5es incidentais podem ser seguidas \/ caracterizadas por imagens adicionais dedicadas a esse fim.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os pacientes com SLF s\u00e3o a popula\u00e7\u00e3o ideal de pacientes para se beneficiar da resson\u00e2ncia magn\u00e9tica, dada sua alta incid\u00eancia de ocorr\u00eancia de tumor e maiores riscos de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 radia\u00e7\u00e3o. A resson\u00e2ncia magn\u00e9tica pode detectar leucemia precoce, sarcomas, tumores intracranianos e c\u00e2ncer de mama, no entanto, \u00e9 importante para o radiologista interpretar as condi\u00e7\u00f5es que ela pode subestimar \/ n\u00e3o detectar (doen\u00e7as malignas da pele ou do c\u00f3lon).<\/p>\n<p><strong>Link<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/doi.org\/10.2214\/ajr.20.23008\">https:\/\/doi.org\/10.2214\/ajr.20.23008<\/a><\/p>\n<p><strong>Coment\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Belas imagens e uma \u00f3tima cr\u00edtica! SLF est\u00e1 se tornando uma indica\u00e7\u00e3o comum para resson\u00e2ncia de corpo inteiro, al\u00e9m de seu uso para mieloma m\u00faltiplo e s\u00edndromes neurocut\u00e2neas, como neurofibromatose e schwannomatose. No entanto, deve-se observar que o c\u00e2ncer de mama e as massas cerebrais identificadas em exames de rastreamento por resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de corpo inteiro, s\u00e3o mais bem avaliados com imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o direcionada para esses \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p><strong>Mensagem para estudantes<\/strong><\/p>\n<p>A SLF \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica que predisp\u00f5e a uma variedade de doen\u00e7as malignas. Este artigo fornece uma excelente revis\u00e3o das les\u00f5es que os radiologistas devem monitorar ao avaliar esses pacientes por meio de exames de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica de corpo inteiro, incluindo sarcomas, les\u00f5es intracranianas, c\u00e2ncer de mama e leucemia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=hxFr_jz9Qt8[\/embedyt] &nbsp; Imagem avan\u00e7ada de RM da medula \u00f3ssea: quantifica\u00e7\u00e3o das altera\u00e7\u00f5es de sinal [&hellip;]","protected":false},"author":3,"featured_media":7172,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-13129","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>What&#039;s new in MSK Imaging (Portuguese) - February 2021 - ACORE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-msk-imaging-february-2021\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"What&#039;s new in MSK Imaging (Portuguese) - February 2021 - ACORE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=hxFr_jz9Qt8[\/embedyt] &nbsp; 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