{"id":11499,"date":"2021-01-29T19:35:04","date_gmt":"2021-01-30T00:35:04","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=11499"},"modified":"2021-01-29T20:01:52","modified_gmt":"2021-01-30T01:01:52","slug":"whats-new-in-nuclear-medicine-portuguese-january-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-nuclear-medicine-portuguese-january-2021\/","title":{"rendered":"What&#8217;s new in Nuclear Medicine (Portuguese) &#8211; January 2021"},"content":{"rendered":"<p>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=eA9-VJ8PdVg[\/embedyt]<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Abla\u00e7\u00e3o com iodo radioativo do lobo remanescente da tireoide em pacientes com c\u00e2ncer de tireoide diferenciado tratado por lobectomia: Uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica e metan\u00e1lise<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Arnoldo Piccardo, Pierpaolo Trimboli, Gianluca Bottoni, Luca Giovanella<\/p>\n<p>J Nucl Med 2020; 61(12): 1730-5.<\/p>\n<p><strong>Contexto:<\/strong> As diretrizes de 2015 da Associa\u00e7\u00e3o Americana de Tireoide sugerem hemitireoidectomia (lobectomia) como o primeiro tratamento para carcinomas diferenciados de tireoide (CDT) de baixo risco. Se essa for a \u00fanica interven\u00e7\u00e3o cir\u00fargica necess\u00e1ria, o risco de complica\u00e7\u00f5es \u00e9 minimizado. O problema com essa abordagem \u00e9 que, caso uma segunda tireoidectomia completa seja necess\u00e1ria posteriormente, o risco de hipoparatireoidismo e paralisia transit\u00f3ria das cordas vocais \u00e9 maior, apesar de similar, ao de uma tireoidectomia total. A abla\u00e7\u00e3o com <sup>131<\/sup>I radioativo \u00e9 tipicamente usada somente para tecidos de tireoide remanescentes ap\u00f3s a tireoidectomia total e, se o plano de tratamento incluir <sup>131<\/sup>I radioativo,\u00a0 tireoidectomia total \u00e9 recomendada como plano cir\u00fargico inicial. A abla\u00e7\u00e3o com <sup>131<\/sup>I radioativo ao inv\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o de cirurgia n\u00e3o \u00e9 recomenda\u00e7\u00e3o de rotina pela Associa\u00e7\u00e3o Americana de Tireoide; no entanto, essa abordagem tem sido usada em pacientes com CDT de baixo risco em que a tireoidectomia tem alto risco de complica\u00e7\u00f5es ou em que o CDT\u00a0 \u00e9 diagnosticado inesperadamente ap\u00f3s a lobectomia cir\u00fargica inicial. As evid\u00eancias para isso ainda n\u00e3o est\u00e3o bem estabelecidas.<\/p>\n<p><strong>Objetivo:<\/strong> Os autores se propuseram a realizar uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica e metan\u00e1lise atualizada de todos os estudos que avaliaram o uso de <sup>131<\/sup>I radioativo em CDT p\u00f3s lobectomia.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todo: <\/strong>Revis\u00e3o sistem\u00e1tica foi realizada usando as bases de dados PubMed, Embase, Web of Science e Scopus com literatura em todas as l\u00ednguas publicadas at\u00e9 31 de janeiro de 2020. As refer\u00eancias dos manuscritos identificados tamb\u00e9m foram selecionadas. Dois autores revisaram independentemente cada artigo para os dados demogr\u00e1ficos dos pacientes, a atividade de <sup>131<\/sup>I administrada e taxa de sucesso da abla\u00e7\u00e3o assim como fizeram avalia\u00e7\u00e3o da qualidade do estudo.<\/p>\n<p><strong>Resultados:<\/strong> Os autores inicialmente identificaram 93 artigos, avaliaram 11 textos em sua integridade e, por fim, inclu\u00edram cinco na metan\u00e1lise. Quatro dos onze foram exclu\u00eddos devido a falta de dados cruciais, um devido a realiza\u00e7\u00e3o de mais de uma administra\u00e7\u00e3o de <sup>131<\/sup>I e um por ser uma s\u00e9rie de casos. Os cinco artigos inclu\u00eddos analisaram um total de 695 pacientes entre 2002 e 2013. Cada estudo incluiu entre 50 e 364 pacientes. Tr\u00eas eram estudos retrospectivos enquanto dois eram estudos prospectivos. Os crit\u00e9rios de sele\u00e7\u00e3o de todos os estudos inclu\u00edram confirma\u00e7\u00e3o de c\u00e2ncer de tireoide ap\u00f3s lobectomia cir\u00fargica. A atividade de <sup>131<\/sup>I radioativo variou entre 1,1 a 3,7 GBq. Um estudo n\u00e3o teve informa\u00e7\u00e3o suficiente para determinar o resultado um ano ap\u00f3s a abla\u00e7\u00e3o; dois estudos n\u00e3o reportaram efeitos colaterais.<\/p>\n<p>Os autores identificaram um sucesso de 69% (com IC 95%) da abla\u00e7\u00e3o entre os cinco estudos, com heterogeneidade alta relacionada a uma alta taxa de sucesso com uma maior atividade administrada (p=0,02): estudos usando aproximadamente 1 GBq tiveram uma taxa de sucesso de 60%, enquanto os estudos com 3,5-3,7 GBq tiveram uma taxa de sucesso de 75-90%. Efeitos colaterais foram relatados em tr\u00eas estudos, incluindo dor no pesco\u00e7o em 15% a 66% dos pacientes. Em geral, os autores determinaram que quatro dos estudos tinham alto risco de vi\u00e9s. Quatro estudos demonstraram problemas com a sele\u00e7\u00e3o de pacientes e qualidade do padr\u00e3o de refer\u00eancia, e tr\u00eas demonstraram resultados mal descritos incluindo, mas n\u00e3o se limitando a incapacidade de determinar o est\u00e1gio ou TSH antes do tratamento ou para avaliar o n\u00famero de pacientes que tiveram resposta completa ou incompleta. Nenhum vi\u00e9s de publica\u00e7\u00e3o foi identificado pelo teste de Egger.<\/p>\n<p><strong>Discuss\u00e3o:<\/strong> Os autores apresentaram a primeira revis\u00e3o sistem\u00e1tica e metan\u00e1lise focando na realiza\u00e7\u00e3o de abla\u00e7\u00e3o p\u00f3s-lobectomia com <sup>131<\/sup>I radioativo em pacientes com CDT. Com base nos cinco artigos inclu\u00eddos, o tratamento \u00e9 seguro com m\u00ednimos efeitos colaterais aparentemente limitados a dores no pesco\u00e7o. A gravidade da dor no pesco\u00e7o era dependente da atividade administrada, mas amplamente controlada com acetaminofeno. \u00c9 eficiente especialmente quando usada uma dose \u00fanica com alta atividade. As taxas de resposta incompleta foram mais baixas em estudos que usaram maior atividade administrada; essas taxas foram ligeiramente maiores que aquelas de tireoidectomia total tradicional com abla\u00e7\u00e3o com <sup>131<\/sup>I do tecido remanescente. Os autores n\u00e3o conseguiram avaliar resultados a longo prazo ou concluir recomenda\u00e7\u00f5es sobre valores de pr\u00e9-tratamento com TSH ou tamanho dos lobos a partir desses estudos.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o:<\/strong> Em pacientes com CDT de baixo risco que requerem terapia ap\u00f3s lobectomia cir\u00fargica, a abla\u00e7\u00e3o com <sup>131<\/sup>I radioativo pode ser uma abordagem razo\u00e1vel em pacientes para os quais uma segunda cirurgia n\u00e3o \u00e9 desej\u00e1vel, uma vez que \u00e9 segura e tem uma taxa de sucesso de 69%.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>NEMESIS: meta-an\u00e1lise de n\u00e3o-inferioridade em pacientes individuais da terapia de radia\u00e7\u00e3o interna seletiva com microesferas de resina com <sup>90<\/sup>Y versus sorafenibe em carcinoma hepatocelular avan\u00e7ado<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Marino Venerito, Maciej Pech, Ali Canbay, Rossella Donghia, Vito Guerra, Gilles Chatellier, Helena Pereira, Mihir Gandhi, Peter Malfertheiner, Pierce K.H. Chow, Val\u00e9rie Vilgrain, Jens Ricke e Gioacchino Leandro<\/p>\n<p>J Nucl Med 2020; 61(12): 1736-42.<\/p>\n<p><strong>Contexto:<\/strong> No carcinoma hepatocelular avan\u00e7ado com fun\u00e7\u00e3o do f\u00edgado preservada, tratamento com terapia sist\u00eamica com sorafenib \u00e9 utilizado. O uso de radioterapia interna seletiva com radioemboliza\u00e7\u00e3o com microesferas com <sup>90<\/sup>Y (SIRT) para esses pacientes foram estudados em ensaios cl\u00ednicos randomizados que mostraram efic\u00e1cia e sobrevida similar com menos efeitos adversos. A n\u00e3o inferioridade ainda n\u00e3o foi testada.<\/p>\n<p><strong>Objetivo:<\/strong> Os autores buscaram realizar uma metan\u00e1lise de estudos randomizados controlados para avaliar a n\u00e3o inferioridade e perfil de seguran\u00e7a do SIRT, do SIRT seguido por sorafenib e do tratamento com sorafenib para carcinoma hepatocelular avan\u00e7ado.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todo: <\/strong>Os autores buscaram nas bases de dados Medline, Embase, Cochrane e ClinicalTrials.gov por ensaios cl\u00ednicos at\u00e9 fevereiro de 2019, assim como livros de resumos de quatro confer\u00eancias de hepatologia e oncologia realizadas em 2018, por resultados incluindo sorafenib, \u00edtrio e carcinoma hepatocelular. Foram inclu\u00eddos ensaios cl\u00ednicos randomizados totalmente conclu\u00eddos de adultos com carcinoma hepatocelular avan\u00e7ado nos quais o ramo terap\u00eautico era monoterapia com SIRT ou SIRT seguida por sorafenib comparado com monoterapia com sorafenib. Foram coletadas informa\u00e7\u00f5es sobre a publica\u00e7\u00e3o, al\u00e9m do regime de tratamento, tamanho da amostra e n\u00famero de eventos adversos. A n\u00e3o inferioridade da sobrevida foi testada com uma margem de 1,08 com base em estudos cl\u00ednicos pr\u00e9vios de sorafenib.<\/p>\n<p><strong>Resultados:<\/strong> Tr\u00eas ensaios cl\u00ednicos randomizados (33 resultados da literatura) foram inclu\u00eddos na an\u00e1lise, dois dos quais (SIRveNIB e SARAH) foram publicados na \u00edntegra e outro (SORAMIC) foi apresentado em um resumo de congresso e o autor do resumo disponibilizou o manuscrito inicial. Ao todo, 1.243 pacientes com carcinoma hepatocelular avan\u00e7ado foram inclu\u00eddos no ensaio cl\u00ednico randomizado; 23% dos pacientes no ramo SIRT e 7% dos pacientes no sorafenib n\u00e3o foram submetidos a tratamento, deixando 933 pacientes que receberam tratamento de acordo com os protocolos do estudo.<\/p>\n<p>As taxas de sobrevida variaram entre 9,9 e 14,0 (mediana 10,2) meses para o SIRT e entre 9,9 e 11,1 (mediana 9,2) meses para sorafenib, o que n\u00e3o foi significativamente diferente. N\u00e3o inferioridade do SIRT foi encontrada na maioria dos subgrupos, com superioridade sendo demonstrada nos outros (especialmente em pacientes sem cirrose ou com hepatite B).<\/p>\n<p>Os perfis de seguran\u00e7a foram baseados em 1.090 pacientes. Em dois ensaios foram observados estatisticamente menos eventos adversos totais e de alto grau com SIRT; no restante dos ensaios, as taxas de eventos adversos totais e de alto grau foram equivalentes.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o:<\/strong> A metan\u00e1lise dos tr\u00eas ensaios cl\u00ednicos randomizados mostraram que SIRT com ou sem sorafenib subsequente n\u00e3o \u00e9 inferior ao sorafenib sozinho e demonstrou um melhor perfil de seguran\u00e7a. A an\u00e1lise dos subgrupos mostrou superioridade de SIRT para carcinoma hepatocelular avan\u00e7ado por hepatite B e para pacientes sem cirrose.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Acur\u00e1cia diagn\u00f3stica de bi\u00f3psia guiada por tomografia por emiss\u00e3o de p\u00f3sitrons\/tomografia computadorizada para o diagn\u00f3stico de linfoma.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Alessandro Broccoli, Cristina Nanni, Alberta Cappelli, Francesco Bacci, Alessandro Gasbarrini, Elena Tabacchi, Carlo Piovani, Lisa Argnani, Riccardo Ghermandi, Elena Sabattini, Rita Golfieri, Stefano Fanti, Pier Luigi Zinzani<\/p>\n<p>EJNMMI 2020; 47(13): 3058-65.<\/p>\n<p><strong>Contexto:<\/strong> A bi\u00f3psia \u00e9 necess\u00e1ria para diagnosticar suspeita de novo linfoma. A bi\u00f3psia incisional aberta \u00e9 a mais indicada: \u00e9 quase 100% precisa e geralmente n\u00e3o apresenta complica\u00e7\u00f5es; no entanto, requer hospitaliza\u00e7\u00e3o, disponibilidade de sala cir\u00fargica e anestesia geral. Assim, t\u00e9cnicas minimamente invasivas como bi\u00f3psia guiada por US e TC vem se destacando. Para bi\u00f3psia guiada por US e TC, geralmente h\u00e1 um tecido adequado para realizar o diagn\u00f3stico sem necessidade de novas bi\u00f3psias com baixo \u00edndice de complica\u00e7\u00f5es; a precis\u00e3o, no entanto, \u00e9 de 85-90% para linfonodos e aparentemente muito menor em locais extra nodais uma vez que pode ser dif\u00edcil identificar \u00e1reas de doen\u00e7a na TC. Por essa raz\u00e3o, o PET \u00e9 utilizado para identificar \u00e1reas de linfoma ativo precocemente e com maior clareza comparado com a TC: portanto, as bi\u00f3psias guiadas por PET\/TC podem mostrar maior precis\u00e3o diagn\u00f3stica.<\/p>\n<p><strong>Objetivo:<\/strong> Os autores buscaram avaliar a precis\u00e3o diagn\u00f3stica de bi\u00f3psia por agulha minimamente invasiva guiada por PET em suspeita de linfoma.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todo: <\/strong>Pacientes com achados \u00e1vidos para FDG e suspeitos de linfoma ou outra doen\u00e7a de prolifera\u00e7\u00e3o linf\u00e1tica que necessitaram de bi\u00f3psia entre mar\u00e7o de 2016 e dezembro de 2018 foram submetidos a PET\/TC de corpo inteiro at\u00e9 30 dias antes do procedimento para identificar o local alvo e trajet\u00f3ria da bi\u00f3psia. A les\u00e3o mais metabolicamente ativa (maior SUV<sub>max<\/sub>) acess\u00edvel foi escolhida. Durante o procedimento, imagens de PET\/TC foram repetidas para observar a agulha da bi\u00f3psia. Um patologista avaliou a amostra durante o procedimento para determinar se mais amostras eram necess\u00e1rias e o relat\u00f3rio final foi entregue uma semana ap\u00f3s o procedimento. Os crit\u00e9rios de exclus\u00e3o inclu\u00edram adenopatia superficial metabolicamente ativa que poderia ser excisada cirurgicamente ou qualquer motivo para que a bi\u00f3psia fosse de alto risco ou contra indicada, como risco de sangramento. A precis\u00e3o diagn\u00f3stica foi definida como o rendimento diagn\u00f3stico, calculado como a raz\u00e3o de todas as amostras diagn\u00f3sticas em rela\u00e7\u00e3o ao total de procedimentos conclu\u00eddos, assim como sensibilidade e especificidade do procedimento. Nenhum dos pacientes precisou de bi\u00f3psia incisional aberta, ent\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Resultados:<\/strong> Um total de 96 bi\u00f3psias guiadas por PET\/TC foram realizadas: 62,5% visando um linfonodo e 37,5% visando um local extra nodal, a maioria \u00f3ssea. Outros locais inclu\u00edram partes moles, f\u00edgado, rins e gl\u00e2ndulas adrenais. O SUV<sub>max <\/sub>do alvo escolhido variou entre 1,6 e 67,9.<\/p>\n<p>84 das 96 amostras processadas foram adequadas para fornecer um diagn\u00f3stico definitivo, incluindo 30 das 36 bi\u00f3psias extra nodais: o rendimento diagn\u00f3stico foi de 87,3% no geral e 83,3% em locais extra nodais, identificando 62 casos de linfoma ativo, um caso de leucemia linfoide cr\u00f4nica, um caso de leucemia linf\u00f3ide aguda e oito casos de met\u00e1stase de adenocarcinoma. A amostra foi adequada para descartar malignidade em 12 casos: nos seis meses seguintes, tr\u00eas foram submetidos a nova bi\u00f3psia, duas das quais confirmaram novo diagn\u00f3stico de linfoma; os outros permaneceram livres de malignidade durante o tempo de acompanhamento. O comprimento m\u00e9dio das amostras foi de 10 mm, variando entre 3 e 30 mm. O infiltrado patol\u00f3gico m\u00e9dio das amostras foi de 70%, variando entre 0 e 100%: doze amostras n\u00e3o eram diagn\u00f3sticas. A sensibilidade da bi\u00f3psia por agulha guiada por PET\/TC foi de 96% (IC de 95%: 0,886-0,989) com uma especificidade de 100% (0,946-1,000).<\/p>\n<p>Os eventos adversos consistiram em dor apenas durante o procedimento (4,0%), hematoma assintom\u00e1tico no local da bi\u00f3psia (3,0%), extravasamento de contraste (1,0%) e erup\u00e7\u00e3o cut\u00e2nea leve e transit\u00f3ria pelo contraste (1,0%).<\/p>\n<p><strong>Discuss\u00e3o:<\/strong> FDG-PET\/CT \u00e9 a melhor ferramenta diagn\u00f3stica para o linfoma e se mostrou promissora como meio de guiar a bi\u00f3psia. A literatura anterior que utilizava a t\u00e9cnica n\u00e3o focava em dist\u00farbios linfoproliferativos, em vez disso, inclu\u00eda pacientes com uma variedade de patologias. No entanto, esses estudos confirmaram o benef\u00edcio da combina\u00e7\u00e3o de PET\/TC para a bi\u00f3psia, com acur\u00e1cia diagn\u00f3stica maior que 90%. Os autores apresentaram o maior estudo prospectivo de bi\u00f3psia PET\/TC para suspeita de linfoma. Eles encontraram uma acur\u00e1cia diagn\u00f3stica de 96% no contexto da an\u00e1lise patol\u00f3gica das amostras durante o procedimento com poucos eventos adversos menores.\u00a0 Embora seja dif\u00edcil comparar com estudos anteriores sobre bi\u00f3psia guiada por TC, o trabalho sugere que para pacientes com suspeita de doen\u00e7a linfoproliferativa, o PET\/TC oferece maior capacidade de acur\u00e1cia da bi\u00f3psia.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o:<\/strong> Bi\u00f3psia guiada por PET\/TC no contexto de suspeita de doen\u00e7a linfoproliferativa \u00e9 uma t\u00e9cnica segura e eficaz no diagn\u00f3stico final de ambos os s\u00edtios nodal e extranodal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>PET\/TC integrada com colonoscopia por TC no pr\u00e9-operat\u00f3rio de c\u00e2ncer colorretal obstrutivo por colonoscopia \u00f3ptica incompleta: Um estudo prospectivo.<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Nuria Sanchez-Izquierdo, Mario Pages, Maria Mayoral, Domenico Rubello, Patrick M. Colletti, Francisco Campos, Inmaculada Romero, Sebastian Casanueva, Andrea Fritsch, David Fuster<\/p>\n<p>Clin Nucl Med 2020; 45(12): 943-7.<\/p>\n<p><strong>Contexto:<\/strong> Colonoscopia \u00f3ptica \u00e9 a modalidade diagn\u00f3stica de escolha para o c\u00e2ncer colorretal (CCR) uma vez que permite que a bi\u00f3psia seja feita de forma simult\u00e2nea com a identifica\u00e7\u00e3o visual das les\u00f5es. H\u00e1 uma s\u00e9rie de raz\u00f5es pelas quais a colonoscopia pode n\u00e3o ser conclu\u00edda, como obstru\u00e7\u00e3o, diverticulite, ader\u00eancias ou al\u00e7as redundantes do c\u00f3lon, o que torna o m\u00e9dico incapaz de determinar se h\u00e1 quaisquer outras les\u00f5es suspeitas no c\u00f3lon: \u00e9 o caso de 10% das colonoscopias. A colonoscopia por TC (CTC) \u00e9 frequentemente usada nesses casos para fazer essa determina\u00e7\u00e3o, mas impede qualquer bi\u00f3psia potencialmente desejada: a patologia dessas les\u00f5es n\u00e3o pode ser identificada. Para o definir o est\u00e1gio do CCR, PET\/TC \u00e9 a melhor modalidade para identificar met\u00e1stases \u00e0 dist\u00e2ncia: a combina\u00e7\u00e3o de PET\/TC e colonoscopia por TC pode, portanto, ajudar a diferenciar les\u00f5es benignas e malignas. Atualmente, h\u00e1 poucas evid\u00eancias avaliando a efic\u00e1cia da colonoscopia por PET\/TC (PET\/CTC).<\/p>\n<p><strong>Objetivo:<\/strong> Os autores realizaram um estudo prospectivo avaliando o uso de PET\/TC no diagn\u00f3stico pr\u00e9-operat\u00f3rio de suspeita de c\u00e2ncer colorretal obstrutivo.<\/p>\n<p><strong>M\u00e9todos:<\/strong> Pacientes que foram submetidos a colonoscopia que n\u00e3o pode ser conclu\u00edda, mas revelou suspeita de CCR entre junho de 2016 e maio 2019, foram submetidos a PET\/CTC. Em prepara\u00e7\u00e3o para o PET\/CTC, os pacientes aderiram a uma dieta de baixo res\u00edduo com contraste iodado oral, o c\u00f3lon foi distendido por insufla\u00e7\u00e3o de 2-2,5 L de CO<sub>2 <\/sub>e o paciente recebeu contraste IV. As imagens foram adquiridas nas posi\u00e7\u00f5es prona e supina e avaliadas com reconstru\u00e7\u00f5es em duas e tr\u00eas dimens\u00f5es, por um radiologista e um especialista em medicina nuclear. Les\u00f5es com mais de 4 mm foram registradas. Os achados da PET\/CTC foram correlacionados com os resultados patol\u00f3gicos da ressec\u00e7\u00e3o cir\u00fargica ou bi\u00f3psia.<\/p>\n<p><strong>Resultados:<\/strong> 47 pacientes realizaram PET\/CTC ap\u00f3s colonoscopia que n\u00e3o pode ser conclu\u00edda devido a les\u00f5es obstrutivas. CCR foi histologicamente confirmado em 47 p\u00f3lipos de 14 pacientes. 12 p\u00f3lipos tinham 10 mm ou mais, com os 35 p\u00f3lipos restantes sendo menores que 10 mm. 46 dos 47 CCRs foram diagnosticados com sucesso pela CTC; o outro era um falso negativo na jun\u00e7\u00e3o \u00edleo cecal no CTC, mas era de fato \u00e1vido por FDG no PET\/CTC (SUV<sub>max<\/sub> 16,7). Todos os 12 p\u00f3lipos grandes eram FDG-\u00e1vidos (SUV<sub>max<\/sub> 3,08-19,5). Dos 35 p\u00f3lipos pequenos, apenas um era FDG-\u00e1vido (p\u00f3lipo hiperpl\u00e1sico de 7 mm); os 34 restantes n\u00e3o foram identificados pelo PET. PET\/CTC de corpo inteiro diagnosticou 100% das nove met\u00e1stases hep\u00e1ticas confirmadas, enquanto CTC identificou 89%; PET\/CT identificou um caso de implante peritoneal n\u00e3o identificado pelo CTC. Ambas as modalidades foram 100% espec\u00edficas. O envolvimento dos linfonodos foi confirmado em 17 casos: CTC demonstrou maior sensibilidade (71%) do que PET\/CTC (59%).<\/p>\n<p><strong>Discuss\u00e3o:<\/strong> PET\/CTC combinados identificaram todos os 47 CCRs (sensibilidade de 100%); CTC sozinho identificou 46 dos 47 devido a um falso negativo na v\u00e1lvula ileocecal. Les\u00f5es menores que 10 mm geralmente n\u00e3o foram detectadas por PET, mas foram detectadas na CTC. PET\/CTC mudou o estadiamento de dois pacientes, pois identificou met\u00e1stases hep\u00e1ticas e implante peritoneal n\u00e3o identificados apenas com o CTC. Para os linfonodos, no entanto, a sensibilidade do PET\/CTC foi mais baixa (59% sensibilidade) do que CTC sozinha (71%), o que foi previamente demonstrado na literatura.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00e3o:<\/strong> PET\/CTC mostrou maior sensibilidade do que CTC sozinha para a detec\u00e7\u00e3o de outros tumores em CCR obstrutivo ap\u00f3s colonoscopia incompleta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=eA9-VJ8PdVg[\/embedyt] &nbsp; Abla\u00e7\u00e3o com iodo radioativo do lobo remanescente da tireoide em pacientes com [&hellip;]","protected":false},"author":3,"featured_media":1983,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0,"footnotes":""},"categories":[207],"tags":[],"class_list":["post-11499","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>What&#039;s new in Nuclear Medicine (Portuguese) - January 2021 - ACORE<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/whats-new-in-breast-imaging-january-2021\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"What&#039;s new in Nuclear Medicine (Portuguese) - January 2021 - ACORE\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=eA9-VJ8PdVg[\/embedyt] &nbsp; 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