{"id":10386,"date":"2020-12-14T00:29:18","date_gmt":"2020-12-14T05:29:18","guid":{"rendered":"https:\/\/cornflowerblue-rail-980953.hostingersite.com\/?p=10386"},"modified":"2020-12-17T21:39:43","modified_gmt":"2020-12-18T02:39:43","slug":"whats-new-in-gastrointestinal-imaging-portuguese-december-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/staging-hub.acoredu.com\/pt-pt\/whats-new-in-gastrointestinal-imaging-portuguese-december-2020\/","title":{"rendered":"What&#8217;s new in Gastrointestinal Imaging (Portuguese) &#8211; December 2020"},"content":{"rendered":"<h5>[embedyt] https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=8bL0rrH0ubY[\/embedyt]<\/h5>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Apendicite do coto: Achados cl\u00ednicos e tomogr\u00e1ficos<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Enzerra et. al<\/p>\n<p><em>AJR<\/em><\/p>\n<p>Esse artigo revisa apendicite do coto apendicular, uma entidade caracterizada por inflama\u00e7\u00e3o ou obstru\u00e7\u00e3o do ap\u00eandice residual ap\u00f3s apendicectomia. Relatos da literatura de apendicite do coto s\u00e3o relativamente raros, em parte devido a pouca familiaridade do cl\u00ednico e do radiologista, levando a falta de diagn\u00f3stico. Esta s\u00e9rie de casos analisa 14 pacientes e apresenta os dados demogr\u00e1ficos, a descri\u00e7\u00e3o dos casos e caracter\u00edsticas de imagem da apendicite do coto. O intervalo entre a apendicectomia e o diagn\u00f3stico de apendicite do coto foi de 5,1 anos, com varia\u00e7\u00e3o de um m\u00eas at\u00e9 17 anos ap\u00f3s apendicectomia. Achados da TC inclu\u00edam caracter\u00edsticas t\u00edpicas de apendicite, densifica\u00e7\u00e3o da gordura adjacente, fluido peri-cecal e altera\u00e7\u00f5es inflamat\u00f3rias do coto. A m\u00e9dia de tamanho do coto inflamado foi de 3,2 cm de comprimento e 1,1 cm de largura. Pistas adicionais ao diagn\u00f3stico incluem o apendicolito, assim como a presen\u00e7a de material de sutura na base da inflama\u00e7\u00e3o. A perfura\u00e7\u00e3o do coto foi observada em quase um ter\u00e7o dos casos, e pacientes graves foram submetidos a drenagem de abscesso, apendicectomia remanescente ou ileocectomia. O artigo sugere que a apendicectomia laparosc\u00f3pica \u00e9 um fator de predisposi\u00e7\u00e3o, visto que a t\u00e9cnica implica uma redu\u00e7\u00e3o do campo de vis\u00e3o, o que pode dificultar a visualiza\u00e7\u00e3o do coto apendicular. Al\u00e9m disso, se a apendicite inicial \u00e9 complicada por perfura\u00e7\u00e3o, necrose ou abscesso, a visualiza\u00e7\u00e3o da base do ap\u00eandice torna-se um desafio, aumentando o risco de chance da forma\u00e7\u00e3o da apendicite do coto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Imagem de Carcinoma Hepatocelular: Ultrassom ainda \u00e9 necess\u00e1rio? <\/strong><strong>Ponto e contraponto<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Kamaya A, Rodgers SK. HCC Screening: Is Ultrasound Still Needed at Transplant Centers?\u2014Point: Yes, Ultrasound Remains First Line. <em>AJR<\/em> August 19, 2020.<\/p>\n<p>Olson MC, Venkatesh SK. HCC Screening: Is Ultrasound Still Needed at Transplant Centers?\u2014Counterpoint: No, CT\/MR is the Way to Go. <em>AJR<\/em> 8\/5\/2020.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 um debate interessante sobre a utilidade da triagem e acompanhamento por ultrassom em pacientes com alto risco de carcinoma hepatocelular. Atualmente, o ultrassom \u00e9 muito usado como procedimento de primeira-linha, e apenas aos pacientes considerados candidatos insatisfat\u00f3rios para uso de ultrassom \u00e9 recomendado modalidades de imagem alternativas. Um dos argumentos para o uso da ultrassonografia inclui a disponibilidade, custo e facilidade do procedimento, dispensando o uso do contraste ou seda\u00e7\u00e3o. A sensibilidade do ultrassom na triagem \u00e9 de cerca de 80%, com especificidade maior que 90%. O autor relata que as imagens seccionais podem ter uma acur\u00e1cia melhor, mas acur\u00e1cia por si s\u00f3 n\u00e3o torna a modalidade de imagem a melhor, e portanto, o autor acredita que o ultrassom se encaixa como modalidade de imagem mais apropriada para triagem. Al\u00e9m disso, no acompanhamento p\u00f3s-transplante hep\u00e1tico, ultrassom com Doppler tem o benef\u00edcio de confirmar a pat\u00eancia da vasculatura hep\u00e1tica. O contraponto argumenta que TC\/RM \u00e9 uma modalidade de imagem superior, sobretudo devido a capacidade superior de diagnosticar precocemente o carcinoma hepatocelular, enquanto o ultrassom apresenta dificuldades na detec\u00e7\u00e3o de carcinoma em est\u00e1gio inicial e potencialmente cur\u00e1vel. O autor apresenta refer\u00eancias com estat\u00edsticas, apoiando o uso da RM, por acreditar que seja superior ao ultrassom na detec\u00e7\u00e3o de est\u00e1gios iniciais de c\u00e2ncer. Os autores apontam que as desvantagens das imagens seccionais s\u00e3o o custo e a dura\u00e7\u00e3o e relata a ideia de protocolos de RM abreviados. Outra vantagem da imagem seccional \u00e9 habilidade de caracterizar completamente as les\u00f5es com um \u00fanico exame, enquanto pacientes com achados positivos no ultrassom ainda teriam que ser submetidos \u00e0 TC ou RM.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Achados da RM ap\u00f3s remo\u00e7\u00e3o por endoscopia de bateria de bot\u00e3o no es\u00f4fago<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Riedesel et. al<\/p>\n<p><em>AJR<\/em><\/p>\n<p>Esse artigo busca caracterizar a hist\u00f3ria dos achados da RM em crian\u00e7as ap\u00f3s remo\u00e7\u00e3o por endoscopia de uma bateria de bot\u00e3o no es\u00f4fago. Esse artigo avalia 19 pacientes que estavam dentro dos crit\u00e9rios. Na endoscopia, todos os 19 pacientes apresentavam eros\u00e3o da mucosa ou necrose tecidual. N\u00e3o houve relatos de inj\u00faria com espessamento ou perfura\u00e7\u00e3o. Nesses 19 pacientes, foram realizadas 48 RMs com estudo inicial realizado dentro de 48 horas ap\u00f3s a remo\u00e7\u00e3o. Achados de imagem dentro dos primeiros dois dias inclu\u00edram edema extenso e realce da gordura mediastinal, com edema persistente em todos os estudos, incluindo as 4 RMs realizadas 22 dias ap\u00f3s a remo\u00e7\u00e3o. A RM demonstrou irregularidade da mucosa em todos os casos na RM inicial. Achados com suspeita de divert\u00edculo esofagiano foram identificados em 40% dos pacientes com inj\u00faria na regi\u00e3o proximal do es\u00f4fago, definida na regi\u00e3o entre C6 e T3, e 43% dos pacientes com inj\u00faria na regi\u00e3o distal. Os achados na regi\u00e3o proximal foram resolvidos no acompanhamento de RM, mas persistiram nos pacientes com inj\u00faria na regi\u00e3o distal do es\u00f4fago. Todos os pacientes foram submetidos a fluoroscopia, com extravasamento contido em 4 dos 19 casos, com irregularidade da mucosa em 16 casos e ulcera\u00e7\u00e3o em 8 casos. Os autores notaram que a TC pode ser usada, mas h\u00e1 o risco da radia\u00e7\u00e3o para o paciente, sendo que a RM tem melhor resolu\u00e7\u00e3o dos tecidos moles e permite uma avalia\u00e7\u00e3o mais detalhada das estruturas. Os autores apontaram que, na sua institui\u00e7\u00e3o, a TC \u00e9 utilizada na avalia\u00e7\u00e3o de casos de ingest\u00e3o de bateria de bot\u00e3o somente se a RM for contraindicada, como em casos de suspeita de fragmentos met\u00e1licos retidos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Cole\u00e7\u00e3o abdominal infectada versus est\u00e9ril em TC p\u00f3s-operat\u00f3ria: um sistema de pontua\u00e7\u00e3o baseado em achados cl\u00ednicos e de imagem<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Radosa et al<\/p>\n<p><em>Abdominal Radiology<\/em><\/p>\n<p>Esse artigo foi criado com o objetivo de usar um sistema de pontua\u00e7\u00e3o para caracterizar cole\u00e7\u00f5es de fluido intra-abdominal em pacientes p\u00f3s-operat\u00f3rios. Esse artigo come\u00e7a com uma discuss\u00e3o dos diferentes tipos de cole\u00e7\u00f5es de fluidos p\u00f3s-cir\u00fargicos, incluindo seromas, hematomas, abscessos, etc. Infec\u00e7\u00e3o ocorre em mais de 5% das feridas limpas, e 27% das feridas s\u00e9pticas, com mortalidade em casos de fluidos infectados atingindo at\u00e9 80% se n\u00e3o tratados. Os autores criaram um sistema de pontua\u00e7\u00e3o usando as seguintes vari\u00e1veis: PCR s\u00e9rica \u2265 150 mg\/L (4 pontos), g\u00e1s na cole\u00e7\u00e3o (3 pontos), atenua\u00e7\u00e3o do fluido na TC \u2265 20 UH (2 pontos) e o realce da cole\u00e7\u00e3o (2 pontos). Os autores chegaram a conclus\u00e3o de uma pontua\u00e7\u00e3o \u2265 5 pontos \u00e9 indicativa de fluido infectado, com 85% de sensibilidade e 79% de especificidade. Amostras de fluidos drenados foram enviadas ao laborat\u00f3rio para caracterizar infec\u00e7\u00e3o. Os autores conclu\u00edram que um sistema de pontua\u00e7\u00e3o como esse, permitir\u00e1 um melhor acompanhamento do paciente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Espectro de imagens em emerg\u00eancias duodenais<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Gosangi et al<\/p>\n<p><em>Radiographics<\/em><\/p>\n<p>Esse artigo discute o duodeno e suas emerg\u00eancias, incluindo aquelas que come\u00e7am no duodeno e aquelas que o duodeno \u00e9 secundariamente afetado. A discuss\u00e3o inicial ocorre sobre a anatomia dos quatros segmentos do duodeno e como ele \u00e9 exclusivamente intraperitoneal e retroperitoneal. \u00dalcera p\u00e9ptica \u00e9 uma das patologias duodenais mais comuns, frequentemente afetando o primeiro segmento duodenal. Se \u00falceras s\u00e3o encontradas em segmentos mais distais, a s\u00edndrome de Zollinger-Ellison deve ser considerada. Sinais diretos de \u00falceras duodenais sem complica\u00e7\u00f5es s\u00e3o sutis e podem n\u00e3o ser visualizadas, mas inclui descontinuidade do realce normal da mucosa e evagina\u00e7\u00e3o luminal. Sinais indiretos incluem densifica\u00e7\u00e3o da gordura duodenal, linfadenopatia adjacente e edema na submucosa. Se existe suspeita de \u00falcera hemorr\u00e1gica, os autores recomendam angiografia por TC com estudo trif\u00e1sico, que pode demonstrar material intraluminal hiperatenuante na fase pr\u00e9 contraste, demonstrando um blush de contraste intraluminal de alta atenua\u00e7\u00e3o na fase arterial e uma altera\u00e7\u00e3o em forma de blush na fase venosa. Perfura\u00e7\u00e3o deve ser suspeitada quando h\u00e1 presen\u00e7a de g\u00e1s extraluminal. Pancreatite \u00e9 uma patologia que pode afetar o duodeno, secund\u00e1rio \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o por enzimas pancre\u00e1ticas ou compress\u00e3o por aumento da cabe\u00e7a do p\u00e2ncreas ou fluido peripancre\u00e1tico. Colecistite aguda tamb\u00e9m pode levar a inflama\u00e7\u00e3o do duodeno causando uma eros\u00e3o de c\u00e1lculo biliar atrav\u00e9s da parede duodenal e levar ao \u00edleo biliar. Trauma duodenal \u00e9 raro, mais comumente devido a traumas penetrantes, sendo outra causa comum a les\u00e3o por desacelera\u00e7\u00e3o levando a compress\u00e3o duodenal contra a coluna lombar. O artigo tamb\u00e9m oferece uma tabela com as condi\u00e7\u00f5es patol\u00f3gicas por segmento duodenal, incluindo as condi\u00e7\u00f5es menos comuns como a S\u00edndrome de Bouveret no segundo segmento, f\u00edstula aortoduodenal no terceiro segmento e mal rota\u00e7\u00e3o do quarto segmento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Colangiopancreatografia por RM (CPRM): O que todo residente de radiologia deve saber<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Vidal et al<\/p>\n<p><em>Radiographics<\/em><\/p>\n<p>O artigo resume bem o CPRM. O artigo come\u00e7a com uma discuss\u00e3o das vantagens do CPRM, um m\u00e9todo n\u00e3o invasivo para avalia\u00e7\u00e3o de desordens pancreatobiliares, que promove um campo de vis\u00e3o mais amplo do sistema biliar quando comparado com o CPRE mais seletivo, que pode n\u00e3o ser capaz de visualizar uma obstru\u00e7\u00e3o. Uma das desvantagens inclui o custo, pior resolu\u00e7\u00e3o espacial, necessidade de coopera\u00e7\u00e3o do paciente e incapacidade de interven\u00e7\u00e3o. Posteriormente, o artigo introduz os diferentes protocolos que podem ser usados com o CPRM, incluindo o uso de sequ\u00eancias 2D e 3D. O manuscrito direciona o leitor para o website do Radiographics, onde uma apresenta\u00e7\u00e3o mais abrangente elabora t\u00e9cnicas, vantagens, desvantagens e armadilhas do CPRM. A apresenta\u00e7\u00e3o detalha as muitas varia\u00e7\u00f5es normais da anatomia biliar antes de apontar as patologias do trato biliar, tanto benignas quanto malignas. Patologias benignas incluem a coledocolit\u00edase, colangite, atresia biliar e problemas traum\u00e1ticos\/iatrog\u00eanicos. No que diz respeito \u00e0s patologias malignas, a apresenta\u00e7\u00e3o incluiu colangiocarcinoma, assim como carcinoma ampular, pancre\u00e1tico e vesicular. Uma das armadilhas citadas foi a interpreta\u00e7\u00e3o equivocada dos artefatos e varia\u00e7\u00f5es anat\u00f4micas normais que mimetizam patologias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Adenocarcinoma do ducto pancre\u00e1tico e suas varia\u00e7\u00f5es: P\u00e9rolas e perigos<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Schawkat et al<\/p>\n<p><em>Radiographics<\/em><\/p>\n<p>Esse artigo detalha a imagem do adenocarcinoma pancre\u00e1tico, a malignidade pancre\u00e1tica prim\u00e1ria mais comum, representando 90% dos tumores s\u00f3lidos de p\u00e2ncreas. O artigo introduz o adenocarcinoma pancre\u00e1tico com epidemiologia e a baixa taxa de sobrevida em 05 anos de 7%. O artigo discute as caracter\u00edsticas cl\u00ednicas e histol\u00f3gicas antes de discutir sobre imagens. O artigo aponta que o protocolo de TC multislice com cortes finos \u00e9 eficiente na avalia\u00e7\u00e3o de massas pancre\u00e1ticas. Adenocarcinoma pancre\u00e1tico tipicamente se mostra na imagem como uma massa indistinta e pouco real\u00e7ada que obstrui os ductos pancre\u00e1ticos e biliares adjacentes. O adenocarcinoma convencional vai apresentar hipoatenua\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao par\u00eanquima pancre\u00e1tico normal devido a baixa vasculariza\u00e7\u00e3o do tecido tumoral. Em 10% dos casos, o adenocarcinoma pancre\u00e1tico vai ser isoatenuante em compara\u00e7\u00e3o com o par\u00eanquima adjacente, limitando a utilidade diagn\u00f3stica da TC. \u00c9 importante notar que as les\u00f5es isoatenuantes est\u00e3o associadas a melhores progn\u00f3sticos, devido a presen\u00e7a de um estroma menos desmopl\u00e1sico. Sinais indiretos de uma massa pancre\u00e1tica incluem dilata\u00e7\u00e3o ductal a montante e do ducto biliar comum. Na RM, o adenocarcinoma pancre\u00e1tico \u00e9 tipicamente hipointenso em T1, varia na intensidade em T2 e restringe a difus\u00e3o. O adenocarcinoma pancre\u00e1tico tem caracter\u00edsticas de imagem de outras les\u00f5es pancre\u00e1ticas focais, benigna e maligna e, por essa raz\u00e3o, uma avalia\u00e7\u00e3o das manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, radiol\u00f3gicas e laboratoriais devem ser usadas para realizar o diagn\u00f3stico correto. O artigo descreve ainda caracter\u00edsticas de subtipos histol\u00f3gicos menos comuns de adenocarcinoma pancre\u00e1tico, incluindo os carcinomas adenoescamoso, coloide, hepatoide, medular, anel de sinete e carcinomas indiferenciados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Avalia\u00e7\u00e3o por imagem de trauma abdominop\u00e9lvico por arma de fogo<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Sodagari et al<\/p>\n<p><em>Radiographics<\/em><\/p>\n<p>O artigo discute a import\u00e2ncia da imagem quando \u00e9 avaliado um trauma por arma de fogo, incluindo achados na apresenta\u00e7\u00e3o inicial e no acompanhamento. O artigo aborda a preval\u00eancia de inj\u00farias por arma de fogo, atr\u00e1s somente de colis\u00f5es de ve\u00edculos motorizados como principal causa de morte por ferimentos. O artigo tamb\u00e9m discute a f\u00edsica do disparo, an\u00e1lise da trajet\u00f3ria e mecanismos de les\u00e3o. Padr\u00f5es comuns de inj\u00farias incluem lacera\u00e7\u00e3o, cavita\u00e7\u00e3o e ondas de choque. A imagem deve ser reservada a pacientes que est\u00e3o est\u00e1veis o suficiente para tolerar o exame. Se estiverem hemodinamicamente inst\u00e1veis, os pacientes devem ser triados ao centro cir\u00fargico e, uma vez estabilizados, os exames de imagem devem ser realizados para determinar a extens\u00e3o da les\u00e3o. O artigo aborda os diferentes protocolos de contrastes, admitindo que existem m\u00faltiplos. O artigo destaca que ultrassom e RM apresentam um papel limitado na avalia\u00e7\u00e3o e que TC \u00e9 usualmente o mais utilizado. A avalia\u00e7\u00e3o de inj\u00farias nos \u00f3rg\u00e3os tamb\u00e9m \u00e9 discutida, come\u00e7ando com a import\u00e2ncia da an\u00e1lise da trajet\u00f3ria bal\u00edstica e como ela \u00e9 realizada. Posteriormente, \u00e9 apresentado exemplos de inj\u00farias de \u00f3rg\u00e3os, discutindo brevemente sobre a escala de inj\u00faria AAST (Associa\u00e7\u00e3o Americana de Cirurgia do Trauma) para cada \u00f3rg\u00e3o. Inj\u00farias musculoesquel\u00e9ticas, neurol\u00f3gicas e diafragm\u00e1ticas s\u00e3o sutilmente apresentadas. O artigo conclui com uma discuss\u00e3o sobre o acompanhamento por exame de imagem e desafios destes em pacientes com trauma por arma de fogo, incluindo limita\u00e7\u00f5es do posicionamento do paciente e coopera\u00e7\u00e3o, artefato met\u00e1lico e interrup\u00e7\u00f5es frequentes pela equipe de cl\u00ednicos em um esfor\u00e7o de obter resultados imediatos do exame.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Caracter\u00edsticas do exame de imagem, complica\u00e7\u00f5es e diagn\u00f3sticos diferencial de linfangiomas c\u00edsticos abdominais<\/span> <\/strong><\/h5>\n<p>Tistet et al<\/p>\n<p><em>Abdominal Radiology<\/em><\/p>\n<p>Esse estudo discute uma patologia relativamente rara, o linfangioma c\u00edstico abdominal (ACL). S\u00e3o comumente encontrados no pesco\u00e7o e nas axilas, mas podem ser vistos em qualquer local onde existam vasos linf\u00e1ticos. O tipo abdominal representa 5% dos linfangiomas c\u00edsticos. No abdome, eles s\u00e3o mais comuns no mesent\u00e9rio, seguido pelo omento maior, mesoc\u00f3lon e o retroperit\u00f4nio. Nos exames de imagem, ACLs aparecem como les\u00f5es multiloculares com conte\u00fado seroso homog\u00eaneo, com parede fina e septos finos. As les\u00f5es devem ser anecoicas no ultrassom, com atenua\u00e7\u00e3o de fluido na TC e com conte\u00fado c\u00edstico na RM, hipointensa em T1 e hiperintensa em T2. Na imagem p\u00f3s-contraste, as paredes e os septos podem apresentar um realce sutil progressivo. Alguns cistos podem se tornar heterog\u00eaneos devido a altera\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas ou inflamat\u00f3rias. Uma parede fina, fluido homog\u00eaneo e a aus\u00eancia de efeito de massa nos \u00f3rg\u00e3os regionais s\u00e3o caracter\u00edsticas importantes no diagn\u00f3stico de ACL. Os ACLs s\u00e3o, em geral, \u00fanicos, mas podem ser m\u00faltiplos tamb\u00e9m. Infec\u00e7\u00e3o \u00e9 a complica\u00e7\u00e3o mais comum, o que pode gerar uma apar\u00eancia heterog\u00eanea tanto na TC quanto na RM. ACLs tamb\u00e9m podem ser o ponto causador de intussuscep\u00e7\u00e3o intestinal. Existe uma variedade de caracter\u00edsticas de imagem do ACL e uma diversidade de diagn\u00f3sticos diferenciais. Ascites loculadas, cisterna do quilo, necrose encistada de parede pancre\u00e1tica, cistos de duplica\u00e7\u00e3o e teratomas c\u00edsticos fazem parte do diferencial. A hist\u00f3ria do paciente pode auxiliar no diagn\u00f3stico. ACLs s\u00e3o benignos e geralmente assintom\u00e1ticos, por\u00e9m a retirada cir\u00fargica pode ser indicada se a les\u00e3o come\u00e7ar a ser sintom\u00e1tica. Recorr\u00eancia foi reportada em at\u00e9 27% dos casos. Escleroterapia percut\u00e2nea pode ser uma terapia alternativa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5><span style=\"color: #3366ff;\"><strong>Pistas diagn\u00f3sticas, armadilhas e caracter\u00edsticas de imagem das &#8220;-celes&#8221; que surgem nas estruturas abdominais e p\u00e9lvicas<\/strong><\/span><\/h5>\n<p>Srisajjakul et al<\/p>\n<p><em>Abdominal Radiology<\/em><\/p>\n<p>O sufixo \u201c-cele\u201d vem do grego antigo e se traduz como tumor ou cavidade. Este artigo discutiu os diferentes tipos de \u201c-celes\u201d encontrados no abdome e na pelve. O artigo menciona que a maioria \u00e9 identificada incidentalmente, mas alguns podem causar sintomas cl\u00ednicos. O artigo fala sobre os recursos de imagem e dicas de diagn\u00f3stico para cada um dos \u201c-celes\u201d descritos. O artigo discute algumas das les\u00f5es mais comumente vistas, como: hidrocele, varicocele, mucocele, e tamb\u00e9m inclui algumas anormalidades menos comuns, como santorinicele, hematocele e siringocele. Resumidamente, santoriniceles s\u00e3o dilata\u00e7\u00f5es c\u00edsticas focais da parte terminal do ducto pancre\u00e1tico dorsal (ducto de Santorini), frequentemente observadas em pacientes com p\u00e2ncreas divisum. O CPRM pode identificar com precis\u00e3o santoriniceles e tamb\u00e9m os Wirsungoceles, que surgem do ducto de Wirsung. Seringoceles se desenvolvem a partir de um cisto nas gl\u00e2ndulas bulbouretrais adjacentes \u00e0 pr\u00f3stata. Eles podem ser bem identificados com ultrassonografia perineal ou com seu sinal hiperintenso em T2 na face posterior da uretra bulbomembranosa. 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